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Dolores Huerta é uma das maiores especialistas espanholas em reabilitação energética e arquitetura sustentável. Decidiu juntar a comunidade de vizinhos e lançar-lhes um desafio: reabilitar o edifício dos anos 50 onde viviam em Madrid, para torná-lo mais eficiente. Primeiro, as reações foram de desconfiança, mas depois todos entenderam as vantagens de apostar na reabilitação. As obras já arrancaram, mas ainda não há fim à vista.
Dois em cada três alojamentos locais (AL) em Lisboa correspondem a "licenças-fantasma", já que apenas um terço deles estão atualmente ativos e a desempenhar a atividade, segundo dados de um relatório sobre o setor divulgados pela Câmara Municipal esta terça-feira, dia 28 de fevereiro.
Reabilitar uma casa antiga sempre esteve nos planos de Daniela e Hugo. O casal que está por detrás conta de Instagram "Não é velha, é antiga!" partilhava um sonho, desde os tempos em que morava em Cascais, e está a meio caminho de concretizá-lo - com avanços e recuos, como em todos os processos de remodelação. Mudaram de vida para embarcar numa nova aventura em família, e encontraram a "Velhota", uma casa centenária em Estarreja que lhes "roubou" o coração. A verdade é que a transformação desta deixou de ser um sonho, para transformar-se num verdadeiro projeto de vida.
Vai ser aberto um novo concurso público para vender o antigo edifício da Escola Superior de Dança, em Lisboa, pelo valor mínimo de 10 milhões de euros. A garantia é dada pelo Instituto Politécnico de Lisboa, que não recebeu, contudo, quaisquer propostas para a aquisição do ativo na sessão fechada na passada sexta-feira. Já o Governo garante que o imóvel não será vendido a privados sem que antes seja avaliada a possibilidade de o edifício integrar a bolsa de imóveis do Estado.
O secretário-geral do PS, António Costa, e a ministra Marina Gonçalves participam esta semana em duas sessões sob o tema “Mais Habitação: Novas Respostas” que o partido vai promover em Matosinhos e em Lisboa, respetivamente.
A literatura sempre manteve uma relação estreita com a natureza. Muitas obras fantásticas de grandes autores inspiram-se no espaço natural para dar vida às suas histórias. O estúdio de arquitetura Hiroshi Nakamura e NAP Architects projetaram um lugar para desfrutar dos dois elementos, literatura e natureza, em Kurkku Fields, uma quinta onde turistas e visitantes podem experimentar a vida rústica no Japão. É uma biblioteca subterrânea que submerge os leitores na arquitetura verde cercada por campos de relva
Os indicadores de confiança dos consumidores e de clima económico voltaram a aumentar em fevereiro, tendo a confiança subido na indústria transformadora, comércio e serviços e recuado na construção e obras públicas. Em causa estão dados divulgados esta segunda-feira (27 de fevereiro de 2023) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Lisboa já tem um plano de “ataque” para dar resposta ao problema da habitação na cidade. No âmbito da apresentação da Carta Municipal de Habitação de Lisboa, o presidente da autarquia, Carlos Moedas, revelou algumas das medidas que farão parte deste pacote: está prevista mais construção, o relançamento de cooperativas ou ainda compra de casas a privados para depois arrendar.
A crise na habitação é uma realidade em Portugal, que se tem vindo a agudizar ao longo dos últimos anos. O Alojamento Local, os vistos gold e os residentes não habituais fazem, habitualmente, parte do discurso político, e também muitas vezes na sociedade, na hora de encontrar "culpados" para a subida dos preços das casas. Mas a economista Vera Gouveia Barros, reconhecendo que há "graves problemas por resolver na habitação" rejeita, no entanto, estas leituras mais simplistas e pede diagnósticos aprofundados, com base em dados e análises fundamentadas, em vez de "bodes expiatórios"
Mais de 60% do montante de crédito habitação contratado em 2022 foi por pessoas até 40 anos, as quais maioritariamente trabalhavam por conta de outrem e tinham ensino superior, segundo dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal.
A ARCO Madrid é a feira internacional de arte contemporânea que, desde os anos 80, tem sido uma das principais plataformas do mercado artístico e uma peça essencial no circuito internacional dedicado à promoção e difusão da arte. Em 2023 celebra a sua 42ª edição, com o "Mediterrâneo: Um Mar Redondo" como tema central, e poderá ser visitada até dia 26 de fevereiro no IFEMA. São 185 galerias de mais de 30 países, com obras de mais de 1.300 artistas internacionais.
Aumentar a oferta de casas para arrendar no país é um dos objetivos inscritos no programa “Mais Habitação” apresentado pelo Governo. Para isso, o Executivo de António Costa quer impor o arrendamento obrigatório de casas devolutas – na prática, os proprietários destes imóveis podem ter de ser obrigados a arrendar a casa ao Estado, que depois a vai subarrendar a um preço de renda acessível. Há várias exceções na lei, mas o tema continua a gerar grande polémica. Afinal, o que está em causa?
O ministro da Economia, António Costa Silva, garantiu esta sexta-feira (17 de fevereiro de 2023) que o Governo terá “humildade para calibrar” as medidas anunciadas no pacote da habitação, aquando da sua aplicação, lembrando a “crise muito grande” no setor. “Nós quando temos uma crise muito grande em termos da habitação – e é evidente que foram tomadas medidas –, [mas] penso que o Governo tem sempre a humildade de reconhecer depois se a sua aplicação está a funcionar ou não e se tem de calibrar e adaptar essas medidas”, declarou António Costa Silva.
As reações ao novo pacote legislativo para a habitação continuam. Desta vez, o alerta veio da Associação Portuguesa de Empresas de Gestão e Administração de Condomínios (APEGAC), que avisa que a alteração da finalidade de um imóvel de comércio ou serviços para habitação depende da aprovação de todos os condóminos, segundo disposição do Código Civil.
É verdade que qualquer melhoria na nossa casa é bem recebida por todos, uma vez que elementos como o conforto ou a funcionalidade não compreendem o género e as tarefas domésticas são cada vez mais partilhadas. Mas também é verdade que, quando se trata de pensar em como deve ser a casa perfeita, pode haver algumas diferenças. Ou, pelo menos, as prioridades quando se trata de obras de remodelação podem ter algumas variações.
Para dinamizar o aumento da oferta no mercado de arrendamento, o Governo quer obrigar os proprietários a colocar as casas no mercado. E, para isso, uma das medidas inscritas no Programa Mais Habitação passará por tomar posse administrativa dos imóveis, caso os proprietários não o façam voluntariamente. Para o primeiro-ministro, António Costa, “não é legítimo ter as casas vazias”, e recusa qualquer existência de inconstitucionalidade na regra.
O Governo anunciou uma linha de crédito dirigida aos municípios, para que possam realizar obras em casas devolutas. A medida, que faz parte do Programa Mais Habitação, aprovado num Conselho de Ministros exclusivamente dedicado ao tema da habitação.
A Associação Portuguesa dos Promotores e Investidores Imobiliários (APPII) considera a proposta de arrendamento do Governo, para aumentar a oferta e atenuar as rendas, “um ataque” à propriedade privada, retira confiança aos investidores e mantém o problema da habitação.
Sem ter conseguido dar uma resposta efetiva à crise habitacional, que por vários motivos se tem vindo a agudizar em Portugal nos últimos anos, António Costa decidiu agora apresentar um novo plano de ataque, chamado "Mais Habitação". Com este novo programa, o Governo promete aumentar a oferta de casas no mercado e facilitar o acesso à habitação no médio prazo, mas também solucionar problemas mais imediatos para as famílias que necessitam de apoio, tanto no arrendamento como no crédito habitação. Para isso, o Governo de maioria absoluta optou agora por uma intervenção direta no mercado, com várias medidas que já estão a gerar polémica e contestação, como o fim dos vistos gold, a introdução de um limite ao aumento das rendas, a penalização ao Alojamento Local, a posse de casas vazias, assumindo o Estado um papel ambivalente de senhorio-inquilino.
A Associação Nacional de Proprietários (ANP) disse esta quinta-feira, dia 16 de fevereiro, que lamenta a decisão do Governo de “estatizar os contratos de arrendamento urbano”, na sequência das medidas apresentadas pelo executivo para a habitação.
Em comunicado, a entidade adiantou que, “em função d