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De Lisboa a Roma, passando por Madrid e Barcelona. Os preços das casas para arrendar nas seis principais cidades do sul da Europa bateram valores recorde em setembro, segundo os dados mais recentes do idealista, que está presente nos três países. As rendas das casas mais elevadas foram observadas em Milão, Lisboa e Barcelona, estando todas acima dos 20 euros por metro quadrado (euros/m2). E o Porto e a capital portuguesa destacaram-se por apresentarem as subidas das rendas mais expressivas em termos anuais.
A venda de casas em Portugal está a arrefecer em 2023. E a redução da procura, motivada pela perda de poder de compra, bem como pela subida dos juros nos créditos habitação, ajuda a explicar o facto de os preços das casas em Portugal estarem a estabilizar há, pelo menos, quatro meses seguidos, outubro inclusive. Mas, olhando para a realidade do país em detalhe, verifica-se que houve oito capitais de distrito onde os preços das casas caíram, Porto incluído (-0,5%), segundo o índice de preços do idealista. E, por outro lado, observa-se também que as casas continuam mais caras em nove grandes cidades, com a Guarda a liderar as subidas (4,3%).
Os hotéis em Portugal continuam a atrair investidores estrangeiros, com as perspetivas de investimento total a rondar os 680 milhões de euros no final de 2023. E nem o fim dos vistos gold, que entrou em vigor com o Mais Habitação, tem travado novos negócios.
Com a mudança da hora e a chegada definitiva do outono, é natural que muitos de nós procuremos aconchego em casas eficientes para enfrentar o frio.
É de conhecimento geral que as casas à venda estão a ficar mais caras em Portugal há vários anos. Esta quinta-feira, o Instituto Nacional de Estatística (INE) revelou a dimensão desta subida: a nível nacional, o preço mediano das casas vendidas atingiu os 1.629 euros por metro quadrado (euros/m2) no segundo trimestre de 2023. Este é um valor 48% superior ao registado quatro anos antes. Nos grandes centros urbanos de Lisboa e do Porto a subida é ainda mais acentuada.
Hoje, as famílias deparam-se com um elevado custo de vida, preços das casas em alta e ainda maior dificuldade em conseguir um crédito habitação, por via da subida de juros. Todos estes fatores complicam o processo de comprar casa. Mas para quem está a pensar mudar de cidade, há boas notícias: há 192 municípios do país onde o preço mediano das casas é inferior a 1.000 euros por metro quadrado (euros/m2). E há ainda 60 concelhos onde é possível comprar casa por menos de 500 euros/m2. Fica a conhecer quais são os 10 municípios mais baratos para comprar casa em Portugal.
Os preços das casas continuam a subir e a bater recordes em todo o país. No 2º trimestre de 2023, o valor mediano dos alojamentos familiares vendidos em Portugal foi de 1.629 euros por metro quadrado (m2), um aumento de 9% face a igual período do ano passado, e de 7,6% face ao primeiro trimestre do ano. Apesar disso, o ritmo de crescimento já não é o mesmo, segundo dados divulgados esta quarta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Na maioria dos grandes municípios, os valores começaram a desacelerar.
O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) lançou uma nova consulta ao mercado para a compra de prédios e frações habitacionais em todo o país. Entre vários requisitos, os imóveis devem estar devolutos e desocupados de quaisquer bens; poderem ser transmitidas ao IHRU sem ónus e/ou encargos; e serem de tipologias T1, T2 ou T3.
Um dos ativos do Ermida Logistic Park, propriedade da Logicor, um dos principais key players europeus de gestão logística, está disponível para ser arrendado. Trata-se de um ativo com uma área total de armazém de 28.895 metros quadrados (m2) e um amplo espaço destinado a escritórios de 1.597 m2, sendo que cada unidade apresenta um pé direito de 11,4 metros e está equipada com oito cais de carga e iluminação LED. No exterior, há 266 lugares de estacionamento para veículos ligeiros e 32 para pesados.
Chama-se Oporto Luxury Residences e é o novo condomínio residencial a nascer na cidade do Porto. O empreendimento será composto por apartamentos de tipologias desde T1 a T3, distribuídos por nove pisos, e os preços começam nos 230.000 euros. As áreas são bastante generosas, entre 70 e 205 metros quadrados (m2), e as varandas e terraços, igualmente amplos, convidam a desfrutar do espaço exterior.
A antigo cinema Monumental, fechado há cinco anos, pode reabrir em 2024 como centro de tecnologias criativas TUMO – seria, confirmando-se, o segundo em Portugal, depois de Coimbra. O antigo cinema encontra-se no emblemático e histórico Edifício Monumental, localizado no Saldanha, em Lisboa. Um imóvel que pertence à Merlin Properties e que está totalmente ocupado pelo BPI.
O setor da logística continua a ser atrativo para os investidores imobiliários. A provar isso mesmo está a aquisição, por parte da CORUM Investments, de um centro logístico em Ribeirão, Famalicão – numa zona industrial consolidada, a 30 minutos do Porto –, por cerca de 26 milhões de euros, que está arrendado à Olicargo, empresa de referência no transporte e serviços de logística sediada na Trofa. Trata-se de um contrato de arrendamento não renunciável com a duração de 19 anos.
A SITIO vai alargar a sua rede de espaços de cowork em Portugal até ao primeiro trimestre de 2024 e chegar a quatro novas localizações – Guimarães, Gaia e à zona do Oriente e Alvalade, em Lisboa. Até 2025, deverá investir cinco milhões de euros para ganhar escala e capilaridade no país.
A nova geração de proprietários pretende remodelar as suas habitações garantindo uma melhoria significativa na qualidade do espaço e das soluções construtivas existentes. Como fator em comum, destaca-se a procura por um equilíbrio entre o conforto e a qualidade, assim como novas oportunidades de investimento, que não comprometam a sua estabilidade financeira.
A Mome acaba de lançar o segundo projeto de habitação cooperativa na Invicta. O empreendimento Hera.coop, como foi batizado, terá 96 apartamentos, num investimento que rondará os 32 milhões. O objetivo da gestora profissional de cooperativas de habitação é chegar às 1.500 casas no Grande Porto nos próximos cinco anos, um plano que tem um custo estimado de 700 milhões de euros.
A Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI) congratula-se com a valorização dos rendimentos e promoção do investimento constantes da proposta de Orçamento do Estado para 2024 (OE2024), mas reclama mais ambição na resposta aos problemas setoriais.
A coordenadora do BE propôs este domingo a canalização do Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT) para um fundo autárquico nacional a ser redistribuído por critérios de coesão territorial acabando, assim, com a especulação imobiliária.
O mercado residencial português começa a ressentir-se da crise que o país enfrenta, numa “resposta natural” ao aumento das taxas de juro e do custo de vida das famílias. Esta é uma das conclusões do mais recente estudo da JLL, Portugal Living Destination, que revela que no 1º semestre deste ano o número de casas vendidas em Portugal caiu 22% face ao semestre homólogo. Volume de transações cifrou-se nos 14 mil milhões de euros, uma quebra de 16%.
A procura de crédito habitação para comprar casa em Portugal continuou sólida no verão de 2023 por parte de estrangeiros e emigrantes portugueses, que têm interesse em adquirir habitações mais caras e em pedir um maior valor de financiamento à banca. Vêm de todo o mundo para Portugal em busca de segurança e melhor qualidade de vida, sendo as famílias vindas do Reino Unido e do Brasil as que mais procuram financiamento para a casa. Mas são mesmo os norte-americanos que apresentam maior poder de compra e optam por comprar habitações a preços mais elevados.
O britânico The Dot Group chegou a acordo para comprar a CRM Students – gestora de residências universitárias – à Corestate Capital Holdings. A CRM Students tem duas residências de estudantes no Porto, através da marca beyoo: a Big City Porto Asprela e a Studyou Porto Asprela.