Há “excedente” de casas em Portugal - mas há assimetria e faltam obras
Portugal vive um sério problema de acesso à habitação. Mas a verdade é que, hoje, há mais casas disponíveis no nosso país do que agregados familiares.
OE2024 já foi aprovado: quais as alterações na habitação?
Depois de quatro dias de debate e votação na especialidade de mais de 1.900 propostas de alteração, o Orçamento do Estado para 2024 (OE2024) foi esta quarta-feira, dia 29 de novembro, aprovado na votação final global do documento com os votos favoráveis do PS (que tem maioria absoluta) e as abstenções dos deputados únicos do Livre e do PAN. Já o PSD, Chega, Iniciativa Liberal, PCP e BE votaram contra. E contam-se mais de 200 propostas de alteração ao OE2024 que obtiveram luz verde - a grande maioria do PS. Muitas destas alterações ao OE2024 vão tocar no universo da habitação, por exemplo, reforçando a dedução da renda no IRS para 600 euros, criando a possibilidade de recuperar o imposto sobre mais-valias ou prolongando até 2024 o resgate do PPR sem penalizações para pagar o crédito habitação.
“Há espaço para pensamentos e atitudes positivas no setor imobiliário”
A Joivy anunciou recentemente o arranque da operação em Portugal, assumindo ser “a primeira plataforma residencial polivalente na Europa que combina soluções residenciais de longo e curto prazo com uma ampla gama de serviços para proprietários e investidores”. Em entrevista ao idealista/news, Giulio Limongelli, Managing Director da Joivy, fala sobre os objetivos da empresa, que nasce da união da DoveVivo, ALTIDO e Chez Nestor, e revela que gere atualmente no país “um portfólio de 370 imóveis entre Lisboa e o Porto”.
Praticar o desapego: ganhar espaço em casa sem perder a identidade
Não é fácil dizer adeus a uma casa da qual gostamos muito. Assim como aos objetos e memórias que um espaço pode guardar.
Escritórios em Portugal: há “queda significativa” de m2 arrendados
A contenção continua a ser a palavra de ordem no mercado de escritórios português em 2023, uma tendência alinhada com o contexto internacional. Desde janeiro até outubro, foram ocupados 79.300 m2 de escritórios em Lisboa e 45.290 m2 no Porto, refletindo uma queda de 69% na capital e de 8% na cidade Invicta face ao período homólogo. Há, portanto, uma "queda significativa" nos m2 arrendados nos dois principais mercados de escritórios em Portugal, mas esta descida é “menos acentuada” no número de negócios realizados. E os preços e as rendas têm-se mantido estáveis.
Imobiliário em Portugal a arrefecer: investimento desce 48% num ano
O contexto vivido na Europa nos últimos meses, pautado pelos elevados níveis da inflação, pelo aumento dos custos dos empréstimos e pela falta de ajuntamento dos preços de venda ao poder de compra, está a condicionar o investimento imobiliário. E o mesmo se passa em Portugal.
Fenómeno Taylor Swift: os presentes que todos os fãs querem receber
Aclamada por todo o mundo, Taylor Swift foi certamente a artista de música mais influente de 2023.
Miguel M. Santos: “Os portugueses estão a sair dos centros porque não têm dinheiro"
Uma montra virada para a rua, no centro de Lisboa, obriga-nos a espreitar para ter a certeza de que chegámos. Imponência e descrição podem existir no mesmo espaço. Miguel Martins Santos recebeu-nos no atelier Fragmentos, um coletivo que partilha com mais três arquitetos, Duarte Pinto-Coelho, Marcus Cerdeira, e Pedro Silva Lopes.
Pobreza energética em casa: o que é e como funciona o Vale Eficiência?
São muitas as famílias em Portugal que se encontram em situações económico-financeiras vulneráveis e a viver numa casa em risco de pobreza energética. Há uma iniciativa, no entanto, que visa ajudar as pessoas a melhorar as condições das respetivas habitações. Falamos do Programa Vale Eficiência, que pretende combater a pobreza energética nas casas – as candidaturas estão a decorrer –, sendo que os beneficiários vão poder receber até três vales no valor de 1.300 euros (3.900 euros no total). No artigo desta semana da Deco Alerta explicamos tudo sobre este assunto.
Viver sozinho? Arrendar um estúdio custa o dobro de um quarto
Quem vai viver sozinho tem uma primeira preocupação central: conseguir um espaço para viver a um preço compatível com o seu rendimento. Mas o acesso à habitação é uma tarefa cada vez mais difícil sobretudo nos grandes centros urbanos, seja para quem passe por um divórcio ou separação, seja para os estudantes e profissionais deslocados. Muitos enfrentam um dilema na hora de escolher uma casa para habitar: arrendar um estúdio para morar sozinho ou optar por arrendar um quarto numa casa partilhada? As diferenças económicas entre os dois são expressivas, uma vez que a privacidade de um estúdio acaba por sair duas vezes mais cara do que arrendar um quarto, mostram os dados mais recentes do idealista.
Sal D’Ouro Park: o requinte de acordar com vista sobre o Douro
A foz de Vila Nova de Gaia acaba de assistir ao início da construção e lançamento comercial de mais um edifício do conjunto residencial Sal D’Ouro Collection, um empreendimento de seis edifícios e 200 frações localizado no terreno da antiga Seca do Bacalhau, cujo investimento total se situa nos 60 milhões de euros.
Maia vê nascer novo condomínio de apartamentos no verão de 2024
A freguesia de Águas Santas, na Maia, vai receber um novo edifício residencial de apartamentos em junho de 2024. Chama-se MAGGA, será constituído por cinco pisos acima do solo e as suas unidades vão desde o T1 ao T5.
A privacidade de casas com suite desde 50.000 euros
Se fechasses os olhos e imaginasses o teu imóvel de sonho, como seria? Provavelmente confortável, dinâmico e acolhedor. São as principais características que analisamos quando estamos à procura de uma nova casa para viver com a família.
Quanto ganham os trabalhadores por conta de outrem em Portugal?
Em 2021, o valor mediano do ganho mensal dos Trabalhadores por Conta de Outrem (TCO) a tempo completo com remuneração completa foi de 959,34 euros, sendo que apenas 29% dos TCO registaram valores de ganho mensal superiores ao valor médio (1.289,50 euros). Em causa estão dados divulgados esta sexta-feira (24 de novembro de 2023) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
OE2024: PS chumba apoios à habitação, mas aprova outras 20 propostas
A maratona de votações na especialidade da proposta do Orçamento de Estado para 2024 (OE2024) arrancou esta quinta-feira, dia 23 de novembro, com os deputados a debaterem e votarem as mais de 1.900 propostas de alteração ao documento (um novo recorde).
Arrendamentos expresso: 17% da oferta fica menos de 24h no mercado
O mercado de arrendamento em Portugal continua sob forte pressão. Há falta de casas para arrendar para responder à elevada procura. E este desequilíbrio tende a agravar-se ainda mais num momento em que é mais difícil comprar casa própria, devido aos juros e preços das casas à venda em alta, a par da queda do poder de compra. Este contexto também tem alimentado as rendas das casas, que continuam em escalada - e vão poder subir até 6,94% no próximo ano -, pelo que encontrar casas no mercado de arrendamento a preços acessíveis é cada vez mais difícil, sobretudo nos grandes centros urbanos. E, por isso, assim que surgem casas para arrendar a preços convidativos tendem a desaparecer depressa, tal como mostram os dados mais recentes do idealista: 27% das casas arrendadas em menos de 24 horas através do portal imobiliário custavam menos de 750 euros por mês (euros/mês).
Continente investe 35 milhões em 16 novas lojas de proximidade
O Continente anunciou a abertura de 16 novas lojas de proximidade até ao final do ano, num investimento de 35 milhões de euros, que representa a criação de 512 postos de trabalho.
Alojamento para estudantes: faltam 46.000 camas em Lisboa e Porto
A crise na habitação atinge vários segmentos no país, e o alojamento estudantil não é exceção. O estudo “Student Housing Portugal”, da consultora JLL, revela que faltam cerca de 46.000 camas em residências de estudantes em Lisboa e no Porto.
Imobiliário comercial em queda: investimento cai 40% face a 2022
O investimento em imobiliário comercial está em queda em Portugal, tendo sido transacionados 321 milhões de euros no terceiro trimestre de 2023, contribuindo para o valor anual até setembro de 1.053 milhões de euros. Trata-se de um decréscimo homólogo de 40%. Esta é uma das conclusões a retirar do mais recente relatório Marketbeat Snapshot, da Cushman & Wakefield (C&W), que resume a atividade imobiliária comercial em Portugal durante o terceiro trimestre do ano.
Apartamentos com aquecimento central à venda desde 70 mil euros
Todos sabemos como é difícil enfrentar aquele frio matinal ou de fim de dia quando a hora muda e os dias são mais curtos.