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Conhecida pelo seu encanto histórico, vida cultural vibrante e gastronomia deliciosa, a cidade do Porto é um destino cada vez mais popular.
Uma das zonas residenciais mais emblemáticas da cidade de Lisboa, o Campo Grande, está a ver nascer um empreendimento residencial composto por 13 apartamentos, de tipologias T1, T1+1 e T2, e duas lojas. O Campo Grande 264, como se chama, tem quatro pisos e foi cuidadosamente reabilitado, contando com um reforço de estrutura e isolamento entre pisos, novas caixilharias de vidro duplo, elevador e modernização total das áreas comuns e privadas.
Ao fim de quase oito anos em funções como primeiro-ministro e, precisamente, um mês depois de o polémico pacote Mais Habitação entrar em vigor, António Costa apresentou, de forma inesperada e devido a uma investigação judicial, a sua demissão ao Presidente da República, que a aceitou de imediato, mas só a vai formalizar depois da aprovação do Orçamento de Estado para 2024 (OE2024). A decisão foi comunicada ao país por Marcelo Rebelo de Sousa esta quinta-feira, quando também anunciou que vai, depois disso, dissolver o Parlamento e convocar eleições antecipadas para o dia 10 de março. Isto significa que a proposta do OE2024 do Governo ainda em funções, com votação final agendada para 29 de novembro, tem aprovação garantida pela maioria socialista e vai viabilizar, nomeadamente, algumas das medidas de apoio do Mais Habitação - o polémico programa que o Executivo de Costa desenhou para dar resposta à crise na habitação, mas que foi contestado tanto pela opinião pública, partidos da oposição e pelo setor imobiliário, e cujos resultados estão ainda por ver.
Em 2022, havia três milhões e 813 mil portugueses com seguro Multirriscos Habitação, um valor que corresponde a 42,4% do universo composto pelos residentes em Portugal com 15 e mais anos. Trata-se, no entanto, do valor mais baixo dos últimos anos – desde 2017. Em causa estão dados que constam no estudo Basef Seguros, da Marktest.
O Supremo Tribunal Administrativo (STA) condenou a Câmara do Porto e o Ministério da Administração Interna a pagarem solidariamente 7,4 milhões de euros ao dono de terrenos expropriados em 2000 para a construção da Alameda de 25 de Abril.
A Black Friday é uma época muito esperada não apenas em Portugal, mas no mundo inteiro. Todos os anos no mês de novembro, é altura para aproveitar promoções e descontos em milhares de produtos.
Foi através de uma publicação no instagram que o bilionário anunciou deixar a cidade que o acolheu durante 29 anos para rumar à ensolarada cidade de Miami.
O cantor porto-riquenho Bad Bunny é um dos artistas mais bem pagos do mundo. O seu património líquido é de 40 milhões de dólares, de acordo com o Celebrity Net Worth. Com essa riqueza, pagar o arrendamento desta impressionante penthouse em Nova Iorque custa assim tanto: são 150 mil dólares por mês, cerca de 138 mil euros no câmbio atual, um dos mais caros de Manhattan.
O Grupo Visabeira anunciou esta segunda-feira (6 de novembro de 2023) ter assinado um acordo para aquisição da maioria do capital da portuguesa HCI Construções, por um valor não divulgado, mantendo-se na empresa os atuais acionistas e permanecendo inalterada a equipa de gestão.
O executivo da Câmara Municipal do Porto aprovou esta segunda-feira (6 de novembro de 2023), por maioria, revogar o regulamento do Alojamento Local, que estava em vigor desde maio e determinava áreas de contenção, devido ao programa Mais Habitação, que "retira competências" ao município. Aproposta contou com o voto favorável dos vereadores do movimento independente, do PSD e o voto contra do PS, CDU e BE.
Chama-se Royal Green e vai trazer a Vila Nova de Gaia 100 apartamentos. Trata-se de um empreendimento com 14 pisos, três dos quais subterrâneos, que terá uma fração de comércio e um espaço de cowork para usufruto dos moradores, numa área total de 962 metros quadrados (m2). Sai do papel pela mão do grupo Construções Vila Maior (CVM) e representa um investimento de 18 milhões de euros.
Anunciado em fevereiro deste ano, e depois de meses de polémicas, o Mais Habitação está em vigor desde 7 de outubro, mas continua a gerar dúvidas entre os autarcas, nomeadamente no que diz respeito às novas licenças de Alojamento Local (AL), congeladas nos municípios do litoral até 2030. Mas, afinal, este não é um bloqueio total da atividade de AL nestes territórios de alta densidade. “É uma suspensão que permite aos municípios nas Carta Municipais de Habitação fazer esta avaliação do território, perceber onde é que devem estar os serviços, o desenvolvimento económico e turístico, mas também esta dimensão de habitação”, esclareceu Marina Gonçalves, ministra da Habitação em declarações ao idealista/news - na véspera do socialista António Costa anunciar a demissão como primeiro ministro, que levará à queda deste Governo que se mantém em funções, ainda que com poderes limitados, até haver uma nova solução governativa. Em termos práticos isto significa que os municípios têm poder de “levantar a suspensão do AL” nas freguesias onde considerarem que não existe carência de habitação.
Nos primeiros nove meses do ano, o investimento em imobiliário comercial somou 1.050 milhões de euros em Portugal, valor que apresenta uma quebra na ordem dos 46% face ao mesmo período de 2022. Em causa estão dados que constam no mais recente Market Pulse, da JLL. Trata-se de um recuo que se deve ao facto de haver “uma postura mais cautelosa dos investidores” e “um atraso na concretização de muitas operações, reflexo da crescente incerteza devido ao quadro macroeconómico e geopolítico”, refere a consultora. Esta é, de resto, “uma tendência global que está a afetar também Portugal”.
Em oito anos de atividade em Portugal, a promotora imobiliária Avenue já investiu 998 mil milhões de euros em 17 projetos. Estão todos localizados em Lisboa e Porto à exceção do Sandwoods, em Cascais, e apenas um é inteiramente de escritórios, o EXEO Office Campus, em Lisboa, que está em fase final de construção – dois dos três edifícios estão terminados, o Aura e o Lumnia, e o Echo fica concluído ainda este ano. Há ainda dois que não saíram do papel e estão em fase de licenciamento, integrando o lote de 17 projetos, revela ao idealista/news Aniceto Viegas, diretor-geral da Avenue. Sem levantar muito o véu, adianta que vão nascer na capital e na cidade Invicta e que representam um investimento de 250 e 150 milhões de euros, respetivamente, devendo estar concluídos e entregues em 2026.
O mercado mundial da habitação de luxo continua a crescer, com os preços médios anuais a aumentarem 2,1% nos 46 mercados analisados pelo Índice Knight Frank Prime Global Cities, no período de 12 meses até setembro. A cidade de Lisboa surge em 13º lugar no ranking das cidades mundiais e em terceiro lugar quando olhamos para as cidades europeias, antecedida apenas por Madrid (em 5º lugar) e Estocolmo (em 6ª posição).
O grupo Névoa fechou a compra do Campera Outlet Shopping e do Ferrara Plaza, ao Fungepi – Fundo de Gestão de Património Imobiliário do Novo Banco, "reforçando o seu posicionamento no segmento do retalho, em Portugal".
"Era importante haver um mercado com menos carga fiscal, com capacidade para produzir um produto mais económico, mais adaptado ao grosso do segmento, que é o médio. Os outros segmentos são nichos, que são muito comunicados, profissionais, estão muito organizados, mas o grosso do mercado está no segmento médio". Aniceto Viegas, diretor-geral da Avenue, passa em revista ao idealista/news os primeiros anos de atividade da promotora imobiliária no país – está em Portugal desde 2015 –, levantando um pouco o véu, também, sobre os negócios imobiliários que estão na calha. Sobre o estado atual do setor, nomeadamente no segmento residencial, aponta o dedo à alta fiscalidade que existe no país, uma ideia, de resto, defendida por vários players do setor. “Faria toda a diferença a redução do IVA na construção nova. Mudava radicalmente o panorama”, conta.
Ter uma casa que preenche as necessidades das famílias está cada vez mais longe de vista. Estamos perante a “pior crise na construção da Europa em décadas”, motivada pelos elevados juros e altos preços dos materiais, o que tem reduzido ainda mais a oferta.
O frio parece ter começado a chegar em força um pouco por todo o país e a vontade de tirar as mantas do armário começa a ser uma realidade.
A oferta de casas de renda acessível continua a ser escassa perante a elevada procura. E, em resultado, há milhares de famílias em Portugal que continuam a aguardar por uma habitação social em Portugal. Só nas Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto, e em Braga contam-se 13.948 famílias à espera de uma casa acessível. Há mesmo uma família em Braga que está há 11 anos a aguardar por uma casa, sendo o caso mais grave a nível nacional.