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Cooperativas: “Na MOME já adotamos a construção híbrida como regra”

Numa altura em que a crise habitacional está na ordem do dia em Portugal, havendo escassa oferta de casas, e a preços acessíveis para a generalidade das pessoas, ressuscitar o movimento cooperativo parece ser uma tendência que está a ganhar força. A MOME, gestora profissional de cooperativas de habitação, está a desenvolver dois projetos no Porto, o Pedras.coop e o Hera.coop, havendo já um terceiro na calha, também na cidade Invica, revela ao idealista/news o fundador e presidente da empresa. Francisco Rocha Antunes alerta para a urgência de descarbonizar o imobiliário, reduzindo ao máximo o uso do aço e do betão na construção e apostando na madeira. “Na MOME já adotamos a construção híbrida como regra”, diz.
Comprar casa em Portugal

Como comprar casa em plena crise de acesso à habitação em Portugal?

O acesso à habitação em Portugal, na Europa, bem como nos EUA está cada vez mais difícil. As famílias veem-se confrontadas com os elevados preços das casas, a par dos altos juros nos créditos habitação. Além disso, o seu poder de compra está ainda pressionado pela inflação. Todos estes fatores têm arrefecido a venda de casas no último ano. Mas os especialistas imobiliários ouvidos pela Bloomberg acreditam que há soluções alternativas que vale a pena considerar para quem quer comprar casa ou investir num imóvel. Vem daí descobrir quais são.

Casas novas e inteligentes: NOS junta-se a promotores imobiliários

Tornar os imóveis mais sustentáveis e eficientes energeticamente é algo que está cada vez mais na ordem do dia no setor imobiliário, nomeadamente no segmento residencial. Se a estes fatores juntarmos a possibilidade de se ter uma casa inteligente – que será também sustentável – teremos, possivelmente, a resposta à pergunta: como serão as casas no futuro? A NOS mostra-se atenta a este negócio, tendo anunciado, esta quarta-feira (15 de novembro de 2023), uma parceria com promotores imobiliários na conceptualização e instalação da solução ainda em projeto. Uma solução que valoriza, em última instância, as próprias habitações. 

Joel Esperança: “Cada obra deve ter o seu próprio grão, a sua própria matéria”

Joel Esperança recebeu-nos numa casa especial. A Quinta do Rei será sempre um pouco sua e do atelier Contaminar, apesar de já estar habitada pelos proprietários. “Foram 13 anos, desde o primeiro rabisco até agora”, confidencia o arquiteto. E mesmo depois da obra entregue, existe uma permanente preocupação, tal como explica em entrevista ao idealista/news para a rubrica “Em casa do arquiteto”.
Riscos do conflito do Médio Oriente no imobiliário

Venda de casas e investimento em risco com conflito no Médio Oriente?

O conflito armado no Médio Oriente já dura há mais de um mês, deixando um rasto de destruição em Israel e na Faixa de Gaza e somando milhares de mortos e feridos em ambos os territórios. Mas os efeitos desta guerra não se fazem sentir apenas localmente. Atravessam oceanos e continentes, impactando a economia e os negócios na Europa e em Portugal, através do aumento dos custos da energia, das matérias-primas, da inflação e dos juros, e contribuindo para um arrefecimento do desenvolvimento económico, que acaba por sentir-se na vida das famílias a vários níveis. Nomeadamente, há risco de o conflito no Médio Oriente ter efeitos também no universo da habitação e do imobiliário, traduzindo-se na subida dos custos da construção, no aumento dos juros do crédito habitação, na redução da venda de casas e ainda na queda de investimento imobiliário, agudizando a crise habitacional que se vive em Portugal e na Europa, tal como antecipam vários especialistas ouvidos pelo idealista/news.
arquitetura

Exposição de arquitetura e design no Porto: assim será a +Concreta

A +Concreta, evento internacional especializado em arquitetura e design de interiores,  realiza-se, pela primeira vez, nos dias 16 e 17 de novembro, na Alfândega do Porto. Sob a temática “O Futuro é Ecológico”, o certame é direcionado para profissionais, arquitetos e designers, e conta já com cerca de 40 empresas confirmadas e vários ciclos de conferências para discutir os desafios do setor .
residências de estudantes

Ageas compra residência de estudantes com 212 quartos no Porto

O grupo segurador Ageas acaba de fechar a compra da residência de estudantes “Odalys Campus Porto Granjo Centro” à Xior Student Housing. O edifício é composto por 212 quartos individuais, zonas de estudo, ginásio, cafetaria e lavandarias, contando ainda, no exterior, com um jardim e zonas de estar. A operação foi mediada pela consultora CBRE.

Foz Villas: viver no Porto num condomínio com vista para o mar

Uma das zonas mais emblemáticas da cidade do Porto, a freguesia de Nevogilde, está a assistir à construção de um luxuoso empreendimento residencial. O Foz Villas, como se chama, será composto por seis villas de tipologias T3, T4 e T5, com áreas entre 331 e 542 metros quadrados (m2), distribuídas por dois edifícios de três pisos. No topo dos edifícios irão nascer duas penthouses com piscinas privativas e amplos rooftops, virados para as quatro frentes e com vista para o mar e sobre a cidade Invicta.
Melhores vistas em miradouros

Os melhores miradouros de Portugal: um guia completo

Se gostas de viajar este é o artigo que te vai levar numa viagem pelos pontos mais altos de Portugal. Vamos descobrir os miradouros portugueses que te oferecem as vistas mais deslumbrantes e panorâmicas do país. Portugal é um país conhecido pela sua beleza natural e diversidade de paisagens.

Reabilitação de edifício traz 13 novos apartamentos ao Campo Grande

Uma das zonas residenciais mais emblemáticas da cidade de Lisboa, o Campo Grande, está a ver nascer um empreendimento residencial composto por 13 apartamentos, de tipologias T1, T1+1 e T2, e duas lojas. O Campo Grande 264, como se chama, tem quatro pisos e foi cuidadosamente reabilitado, contando com um reforço de estrutura e isolamento entre pisos, novas caixilharias de vidro duplo, elevador e modernização total das áreas comuns e privadas.
António Costa

Raio-x à crise da habitação em Portugal no fim da era de António Costa

Ao fim de quase oito anos em funções como primeiro-ministro e, precisamente, um mês depois de o polémico pacote Mais Habitação entrar em vigor, António Costa apresentou, de forma inesperada e devido a uma investigação judicial, a sua demissão ao Presidente da República, que a aceitou de imediato, mas só a vai formalizar depois da aprovação do Orçamento de Estado para 2024 (OE2024). A decisão foi comunicada ao país por Marcelo Rebelo de Sousa esta quinta-feira, quando também anunciou que vai, depois disso, dissolver o Parlamento e convocar eleições antecipadas para o dia 10 de março. Isto significa que a proposta do OE2024 do Governo ainda em funções, com votação final agendada para 29 de novembro, tem aprovação garantida pela maioria socialista e vai viabilizar, nomeadamente, algumas das medidas de apoio do Mais Habitação - o polémico programa que o Executivo de Costa desenhou para dar resposta à crise na habitação, mas que foi contestado tanto pela opinião pública, partidos da oposição e pelo setor imobiliário, e cujos resultados estão ainda por ver.
Seguro Multirriscos Habitação em Portugal

Quantos portugueses têm seguro Multirriscos Habitação?

Em 2022, havia três milhões e 813 mil portugueses com seguro Multirriscos Habitação, um valor que corresponde a 42,4% do universo composto pelos residentes em Portugal com 15 e mais anos. Trata-se, no entanto, do valor mais baixo dos últimos anos – desde 2017. Em causa estão dados que constam no estudo Basef Seguros, da Marktest.