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Arquitetos de nove países diferentes – Portugal, Brasil, Turquia, Egipto, Polónia, Alemanha, Áustria, Equador e Itália, num mesmo atelier. Há sempre pessoas novas a chegar e outros que levam estas experiências para outros lugares. Este dinamismo sente-se no espaço da MASSLAB, atelier de arquitetura fundando em 2016 por Duarte Ramalho Fontes, Diogo Sousa Rocha e Lourenço Menezes Rodrigues.
O atual clima económico incerto arrefeceu a procura de casas em Portugal em 2023, tanto para comprar, como para arrendar. E este contexto, que abrandou o número de transações de venda, teve efeitos no ritmo de crescimento do preço da habitação em ambos os mercados, que carecem de oferta - ainda que no arrendamento comece a haver sinais de uma viragem com um aumento das casas disponíveis. Quanto a 2024 há vários motivos para olhar com otimismo: os especialistas ouvidos pelo idealista/news acreditam que a procura de casas para comprar vai voltar a ganhar força assim que os juros nos créditos habitação começarem a cair de forma mais expressiva. E o simplex dos licenciamentos deverá estimular a colocação de casas no mercado de compra e venda – apesar de haver riscos. Por outro lado, há quem acredite que o Mais Habitação vai continuar a reforçar o stock de casas no mercado de arrendamento e baixar rendas, sendo que também há quem discorde e diga que as medidas estão a afastar proprietários. Afinal, como se vai comportar o imobiliário em Portugal este ano? Neste artigo, antecipamos as tendências.
A Câmara do Porto vai construir um edifício com 87 fogos para arrendamento acessível entre as ruas de Faria Guimarães e do Covelo, fruto de um investimento de 14,6 milhões de euros, revelou o vereador do Urbanismo, Pedro Baganha.
O município de Santa Maria da Feira anunciou que prevê investir quase 2,6 milhões de euros em 20 habitações novas para serem arrendadas por famílias que vivem em condições indignas e não têm meios para mudar de casa.
Para o efeito, essa autarquia do distrito de Aveiro e da Área Metropolitana do Por
Os animais de estimação são os nossos fiéis companheiros, que tal como os seus donos precisam de viver com o máximo conforto.
O arquiteto português Eduardo Souto de Moura recebe esta terça-feira (30 de janeiro de 2024) as insígnias de comandante das Artes e Letras, “a mais alta distinção” atribuída pelo ministério francês da Cultura, pela sua “notável capacidade inventiva e génio técnico”.
O coração do Porto tem um novo projeto residencial. Chama-se NEW LIFE Residences Lindo Vale, está localizado na rua que lhe dá nome, a Rua Lindo Vale, em Paranhos, e a comercialização já arrancou.
O complexo de escritórios de última geração VIVA Offices chegou ao mercado. É desenvolvido pela Sonae Sierra e pela GFH e encontra-se na Zona Empresarial do Porto (ZEP), tendo 21.500 metros quadrados (m2) de área bruta de construção, pelo que pode "receber empresas nacionais e multinacionais de média e grande dimensão”.
Portugal continua brilhar dentro e fora de portas. O país conseguiu destacar-se no ranking anual das 50 melhores cidades do mundo para 2024, publicado pela Time Out Global, que pede ajuda aos moradores destes locais para que digam como é viver, trabalhar e divertir-se neles. O Porto ocupa a 10ª posicão da tabela, e Lisboa o 13º lugar.
O mais recente projeto imobiliário nas Antas, cidade do Porto, acaba de dar início ao processo de venda. Chama-se Essence – New Tradition e é composto por 84 apartamentos, de tipologias entre T0 e T4 com rooftop.
Avelino Oliveira recebe-nos na sede nacional da Ordem dos Arquitetos (OA), em Lisboa – as instalações da OA ocupam o antigo edifício dos Banhos de São Paulo, classificado como imóvel de interesse público –, e afirma, convicto, que “é bom que a sociedade perceba que os arquitetos são aqueles que mais percebem de habitação”. Nesse mesmo dia (23 de janeiro de 2024) iria reunir-se com Marcelo Rebelo de Sousa para falar sobre os problemas que a classe atravessa, regressando depois ao Porto, onde nasceu, em 1970. Em entrevista ao idealista/news sublinha, sem rodeios, que “a situação remuneratória dos arquitetos devia envergonhar Portugal” e que a arquitetura nacional “está num dos níveis mais altos da Europa”. “Diria até do mundo”, acrescenta.
Fevereiro segundo mês do ano é o mês do amor. O mês do Carnaval, de momentos históricos, de reflexão para assuntos que merecem a nossa atenção e consciência.
O volume de investimento no setor imobiliário deverá aumentar cerca de 12,5% em 2024, para um total que irá fixar-se na ordem dos 1.600 e 1.800 milhões de euros, segundo as mais recentes previsões da CBRE.
Após um ano em que se registou uma quebra de volume de investimento na ordem dos 54%, a consu
As casas para arrendar em Portugal continuam caras. A procura de casas para arrendar continua dinâmica face à oferta, numa altura em que adquirir habitação é mais difícil devido aos elevados preços das casas e juros no crédito habitação. E o arranque de 2024 espelha bem essa realidade, já que os preços das casas para arrendar em Portugal subiram 1,8% em janeiro face ao mês anterior (3% de variação trimestral e 20,4% anual). Assim, arrendar casa tinha um custo mediano de 15,8 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de janeiro, aponta o índice de preços do idealista.
A sociedade Ecogc Investment vai investir entre 25 milhões e 30 milhões de euros em Portugal, em diversos projetos imobiliários, adiantou à Lusa João Pedro Pereira, partner da empresa. De acordo com o responsável, os vários projetos estão em diferentes fases, sendo que este valor deverá ser aplicado até meados de 2025.
A venda de casas em Portugal caiu ao longo de 2023, muito devido aos elevados juros no crédito habitação e perda de poder de compra e poupanças por via da inflação. Mas, ainda assim, a oferta de habitação continua a ser bem inferior à procura, contribuindo para que os preços das casas à venda continuem a subir, embora a menor ritmo. É isso mesmo que revela o índice de preços do idealista: os preços das casas para comprar em Portugal subiram 0,8% em janeiro face ao mês anterior, tendo-se fixado nos 2.582 euros por metro quadrado (euros/m2) em termos medianos. Este é um cenário visível em quase todo o território português, já que as casas ficaram mais caras em 9 capitais de distrito, entre dezembro e janeiro, com Leiria a liderar as subidas (2%). Já em relação à variação anual, os preços das casas subiram 6%.
A decoração pode influenciar positivamente a dinâmica do dia a dia e a qualidade de vida. Mas transformar um espaço vai muito além de uma estética de decoração de interiores e deve refletir a identidade de quem vive na casa, promovendo o bem-estar.
Sylvie Santos nasceu em França e é filha de pais portugueses. Mudou-se para Portugal há sete anos para trabalhar numa mediadora imobiliária e é atualmente diretora do desenvolvimento territorial do grupo francês REALITES em Portugal. O grupo está sediado em Nantes desde 2003, tendo-se expandido para Marrocos, Senegal e, no final de 2022, Portugal. “Temos uma mina aqui”, diz em entrevista ao idealista/news, lamentando que os portugueses não se saibam “vender no mundo”. “Temos energias renováveis, indústria têxtil, calçado, gastronomia, clima, segurança… temos tudo”, acrescenta, sublinhando que quem “esteve no estrangeiro sabe dar valor ao país”.
O ano de 2023 foi marcado por um clima de incerteza, tendo em conta a alta inflação e subida dos juros que se fez sentir. E todos estes fatores impactaram a atividade empresarial em Portugal, de tal forma que o país fechou o ano registando um aumento de 14% de insolvências face ao ano anterior. Em dezembro, observou-se uma subida mensal de 0,7% nas insolvências, com os pequenos negócios de serviços, construção e retalho a registar os valores mais elevados.
Nos últimos anos até 2022, a venda de casas esteve em alta, tendo sido impulsionada, sobretudo, pelos baixos custos dos créditos habitação. E este cenário levou a que o número de empresas dedicadas à mediação imobiliária aumentasse a pique em Portugal. Só nos últimos dez anos, o número de imobiliárias mais do que triplicou para mais de nove mil, revelam os dados do Instituto dos Mercados Públicos, do Imobiliário e da Construção (IMPIC). Mas entre estas empresas haverá imobiliárias “fantasma”, já que a lei não obriga a registar um mínimo de negócios por ano.