Apostar em habitação acessível em Portugal: “Não parece ser possível”
O grupo Pestana, que tem em curso vários projetos em Portugal, sobretudo na região de Troia e em Porto Covo, não fecha a porta ao mercado de arrendamento acessível, nomeadamente ao investimento em projetos de Build to Rent (BtR) – casas construídas de raiz para serem depois arrendadas –, mas admite apostar primeiro neste tipo de projetos residenciais fora de Portugal.
A Palavra do Ano 2023 é…
“Professor” é a Palavra do Ano 2023. “Os professores continuam a reivindicar a valorização da profissão em centenas de protestos por todo o país”, lê-se no site da iniciativa, organizada pela Porto Editora. A verdade é que “professor” foi, sem dúvida, a palavra mais votada, tendo recolhido quase metade (48,1%) dos votos. A completar o pódio encontram-se as palavras “médico” e “inteligência artificial”, com 9,99% e 9,96% de votos, respetivamente.
Imobiliário comercial: investimento recua pressionado pelos juros
O investimento em imobiliário comercial recuou 42% em 2023, para 1.730 milhões de euros, refletindo a subida das taxas de juro, segundo a Cushman & Wakefield (C&W), que antecipa uma recuperação para 2024.
VIZTA diz olá a Portugal e quer construir casas a preços “ajustados”
Há novidades no mundo da promoção imobiliária. Agora, há uma nova marca a operar em Portugal: a VIZTA Homes que vem substituir a Nexity Portugal, após a compra da promotora imobiliária pela Orion Capital Managers em setembro de 2023. E esta mudança traz novidades também na habitação: a VIZTA Homes quer crescer em Portugal, estando à procura de oportunidades para construir mais casas e a preços “mais ajustados”. O seu objetivo é entregar 1.500 casas que já estão em desenvolvimento e expandir-se ainda mais em 2024.
Alojamento Local: cancelamento de licenças "não pode ser imediato"
O cancelamento dos alojamentos locais que não fizeram a prova de atividade dentro do prazo estabelecido pelo Governo “não tem sido, de forma alguma, imediato e nem pode ser”, realça a associação do setor.
Casas baratas à venda para começar bem o ano desde 80 mil euros
Ano novo, vida nova não é assim? Num piscar de olhos o tempo passou e começámos uma nova etapa com capítulos em branco.
Maria João Andrade: “A arquitetura tem um grande papel a desempenhar na reabilitação”
A arquiteta Maria João Andrade recebeu-nos na sua casa, nos arredores do Porto. Não foi desenhada por si ou pelo marido, Ricardo Cordeiro, com quem fundou a MJARC em 2006. A casa foi projetada pelo bisavô. E este “compromisso de dar continuidade daquilo que já vem do pai, avô e bisavô” é a representação perfeita da visão de Maria João Andrade sobre a sustentabilidade e a arquitetura: não desperdiçar recursos, reabilitar, devolver ao espaço uma outra linguagem.
Grupo árabe expande-se em Portugal com gestão de hotéis
A United Investments Portugal (UIP) - faz parte do grupo árabe de Talal Al-Bahar, com sede no Koweit e no Dubai – quer crescer no país através da gestão de propriedades de terceiros. Para isso, criou uma subsidiária, a United Hospitality Management (UHM).
Kinda fecha lojas em Portugal e avança para despedimento coletivo
A Kinda, marca de mobiliário e decoração do grupo Nuvi, que chegou a Portugal em 2018, prepara-se para fechar as lojas que tem no país. Mais de 100 trabalhadores perderão o emprego, depois da empresa anunciar que irá avançar com um despedimento coletivo.
IP lança 20 obras rodoviárias num investimento de 300 milhões
A Infraestruturas de Portugal (IP) revelou que já lançou 20 obras rodoviárias pelo país no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), num investimento global de cerca de 300 milhões de euros.
Onde é que as rendas mais subiram em 3 anos? Lisboa e Porto no top 10
O mercado de arrendamento tem vindo a ser pressionado dos últimos três anos por via da procura. Há cada vez mais famílias a procurar casas para arrendar em Portugal, mas a oferta não tem acompanhado esta tendência. E os resultados estão à vista: as rendas medianas das casas arrendadas a nível nacional subiram 28% desde 2020. Mas vários municípios populosos viram as rendas aumentar ainda mais, como é o caso do Funchal, Setúbal e Cascais, onde os valores medianos cresceram na ordem dos 50%. Também Lisboa e o Porto estão na lista dos 10 municípios onde as casas para arrendar ficaram mais caras nos últimos três anos.
Pobreza energética: municípios nas regiões autónomas mais vulneráveis
A pobreza energética é mais elevada nas regiões autónomas, Minho, Trás-os-Montes e Beira Alta, segundo o Índice de Vulnerabilidade Energética Municipal (IVEM), num estudo sobre aquecimento do alojamento, enquanto municípios do Centro e Alentejo têm menor pobreza energética.
Das rendas das casas à luz e ao pão: 2024 traz nova subida de preços
O ano de 2024 vai ficar marcado por um aumento generalizado de preços dos produtos e serviços que usamos no dia a dia, muito embora a inflação esteja a desacelerar – e muito - estando abaixo dos 2%. Desde logo, as rendas das casas vão poder ser atualizadas em 6,94%, o valor mais elevado desde 1994. E também o preço da luz vai subir 3,7% a partir de janeiro. Mas não ficamos por aqui: o pão, o gás, as portagens, os transportes públicos e as telecomunicações vão ficar mais caras em 2024. Fica a saber neste guia quais são os produtos e serviços essenciais que vão aumentar o preço em 2024 e impactar a tua carteira.
Comissão Europeia ainda pode bloquear alterações ao Alojamento Local
Bruxelas ainda poderá ter uma palavra a dizer sobre as novas regras relacionadas com o Alojamento Local (AL) contempladas no programa Mais Habitação do Governo, podendo mesmo vir a bloqueá-las, se considerar que representam entraves à livre prestação de serviços. Para já, “reserva-se o direito de iniciar um processo de infração”. As câmaras, por seu turno, admitem contrariar lei e manter ALs sem atividade comprovada.
PRR, aeroporto e construção de casas vão marcar 2024, prevê associação
A Associação Portuguesa de Projetistas e Consultores (APPC) antecipa um ano de 2024 complexo e imprevisível, com Portugal a enfrentar um desafio marcante para o seu futuro. A entidade liderada por Jorge Nandin de Carvalho considera que a implementação do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), a transição do Portugal2020 para o Portugal2030, a definição do local para o novo aeroporto, o lançamento da linha de alta velocidade Lisboa-Porto, o encerramento do programa Ferrovia 2020 e a execução dos planos de aceleração na construção habitacional serão temas-chave no próximo ano.
Imobiliário: análise e perspetivas de mercado por segmento para 2024
Espera-se um ano 2024 alinhado com 2023 em termos de níveis de atividade do imobiliário, em que continuará a evidenciar-se uma "falta transversal de oferta, uma tendência para a subida de rendas prime e para a sustentação dos preços da habitação", analisa Patrícia Barão, Head of Residental da JLL.
As melhores zonas do país para viver a reforma em Portugal
Depois de quatro ou cinco décadas de trabalho e poupança, quando chega finalmente a idade da reforma, procuras, naturalmente, uma vida mais confortável e tranquila, com muitos sorrisos e pouco stress.
Portugal apresenta uma posição de destaque mundial e é considerado um destino seguro, de belas pai
Morar em Leiria: um lugar para viver, sentir e voltar
Desde as suas origens milenares até à modernidade dos dias de hoje, a cidade de Leiria é um lugar onde o passado e o presente se encontram de forma harmoniosa.
Morar em Aveiro: descobre como é a vida na "Veneza" portuguesa
A cidade Aveiro, conhecida como a "Veneza de Portugal", é uma cidade encantadora situada na região central do país, oferece uma qualidade de vida ímpar e uma atmosfera peculiar.
Venda de casas desceu 18,9% no verão de 2023 – subida do preço abranda
Com as famílias a sentirem o poder de compra apertado pela alta inflação e juros, a venda de casas em Portugal foi arrefecendo nos primeiros seis meses de 2023. E assim continuou, uma vez que o número de habitações transacionadas voltou a recuar 18,9% no verão de 2023 em termos homólogos, com o Algarve e a Grande Lisboa a registarem as "reduções mais intensas". Esta queda na procura de casas perante uma oferta estruturalmente escassa, resultou num abrandamento da subida dos preços das casas para 7,6% entre julho e setembro. Este foi mesmo o menor aumento dos preços observado desde o início de 2021, tal como sublinha o Instituto Nacional de Estatística (INE).