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Taxa de esforço de comprar ou arrendar casa

Comprar ou arrendar casa em Portugal: taxa de esforço dispara em 2023

As casas para comprar e arrendar em Portugal continuaram a ficar mais caras em 2023. E embora o ritmo de subida do custo da habitação tenha abrandando em algumas cidades, a verdade é que continuaram a crescer a maior velocidade do que os salários das famílias. Em resultado, a taxa de esforço para comprar ou arrendar casa subiu no último ano em praticamente todas as capitais de distrito portuguesas, de acordo com um estudo realizado pelo idealista. O esforço exigido para arrendar casa em Portugal aumentou dezanove pontos percentuais (p.p.), passando de 62% no quarto trimestre de 2022 a 81% no quarto trimestre de 2023. Já na compra de casa, a taxa de esforço nacional aumentou 14 pontos, passando de 57% para 71% entre estes dois momentos.
Comprar casa em Portugal

Quanto custa comprar casa em cada município? Descobre neste mapa

O mercado de habitação em Portugal está a ajustar-se. A venda das casas está a arrefecer, assim como a contratação de crédito habitação. Mas, ainda assim, os preços das casas continuam a subir, embora a menor ritmo em alguns concelhos. Com estas recentes alterações, quanto é que custa, afinal, comprar casa em cada município? Descobre tudo neste mapa preparado pelo idealista/news, tendo por base os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE).
Comprar casa em Portugal

Comprar casa em Portugal: quais são os 10 municípios mais baratos

Em Portugal, há uma cultura de proprietário enraizada, motivo pelo qual muitas famílias têm o objetivo de comprar casa. Acontece que os elevados preços das casas nos grandes centros urbanos, junto ao litoral, têm empurrado muitos para as periferias. E há também quem resolva mudar-se para o interior do país, procurando paz, maior contacto com a natureza, bem como preços de casas mais compatíveis com os rendimentos. Isto porque os 10 municípios mais baratos para comprar casa localizam-se sobretudo no interior, nos distritos da Guarda, Viseu e Castelo Branco.

Primeira sede do BPI no Porto "recebe" 24 apartamentos de luxo

Está a nascer numa das zonas mais nobres do Porto, junto à Avenida da Boavista, um empreendimento residencial de luxo. O Arthouse Boavista, como se chama, dará uma segunda vida ao edifício que foi a primeira sede do BPI na cidade Invicta. É composto por 24 apartamentos distribuídos por cinco pisos, com tipologias T1, T2, T2 Duplex, T3 e T4. Os preços variam entre 470.000 e 2.750.000 euros.
Preço das casas em Portugal

Comprar casa: preços aceleram em 13 dos 24 municípios mais populosos

A aquisição de habitação tem vindo a arrefecer ao longo de 2023, por via dos altos juros e baixo poder de compra. Mas como a oferta de habitação disponível no mercado continua a ser insuficiente para suprir as necessidades das famílias (embora esteja a dar sinais de subida), os preços das casas continuam a subir. O que salta à vista é que, ao contrário do que se verificou na primeira metade do ano passado, os preços das casas para comprar voltaram a acelerar no verão de 2023. E esta é uma tendência sentida em 13 dos 24 municípios mais populosos do país, revela o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Como é morar em Viana do Castelo: a "Pérola do Minho"

Como é morar em Viana do Castelo: a "Pérola do Minho"

Conhecida como a "Pérola do Minho", Viana do Castelo é uma cidade que encanta não só pela sua paisagem deslumbrante, mas também pela qualidade de vida que proporciona a quem aqui vive. Viana do Castelo, situada no norte de Portugal, é uma cidade que se destaca pela sua beleza natural, encaixada ent
Arrendar casa em Portugal

Arrendamento temporário: oferta de casas dispara 36% num ano

O mercado de arrendamento em Portugal está a começar a sentir os impactos do Mais Habitação por via do aumento da oferta de habitação disponível no final de 2023. E os seus efeitos parecem não ficar por aqui: também se está a assistir a um aumento anual de 36% na oferta de arrendamentos temporários (de 1 a 11 meses), sugerindo ser uma alternativa ao Alojamento Local, que ficou bem mais restritivo. Contas feitas, a quota de mercado do arrendamento de curta duração atingiu os 10% no último trimestre de 2023, segundo um estudo realizado pelo idealista, o principal Marketplace imobiliário do sul da Europa.
Joivy aposta forte no mercado imobiliário em Portugal

Joivy tem novo responsável na Ibéria – e coliving é aposta em Portugal

A Joivy anunciou no final do ano passado o arranque da operação em Portugal, reunindo sob uma única identidade a experiência e especialização da DoveVivo, da ALTIDO e da Chez Nestor. Recentemente, em entrevista ao idealista/news, Giulio Limongelli, Managing Director da empresa, revelou que esta geria “um portfólio de 370 imóveis entre Lisboa e o Porto”. Desde o início do ano a Joivy tem, no entanto, um novo Diretor Geral para a zona Ibéria, Davide Ravalli. Para Portugal, assegura o responsável, existe a ambição de conseguir gerir um edifício inteiramente dedicado ao coliving. 
Procura de casas para arrendar em Portugal

Rendas altas em Lisboa, Porto e Faro empurram famílias para periferias

As casas para arrendar em Portugal têm ficado cada vez mais caras, com as rendas a subir muito mais do que os salários das famílias nos últimos anos. E o cenário pouco mudou em 2023: as rendas das casas continuaram a aumentar, embora a menor ritmo, e apesar de que se tem observado a chegada de mais casas ao mercado de arrendamento, o número é ainda insuficiente para suprir as necessidades da procura. Assim, quem precisa de arrendar casa em Portugal tem de encontrar forma de se adaptar ao atual contexto, também marcado pelo apertado poder de compra. E como é que o está a fazer? Os dados do idealista/data mostram que 16 dos 20 concelhos mais procurados para arrendar casa no final de 2023 situam-se precisamente nas periferias de Lisboa e do Porto. Mas, mesmo assim, apresentam rendas medianas superiores a 800 euros mensais.
Ocupação de escritórios em Lisboa

Ocupação de escritórios desacelera em Lisboa e Porto em 2023

No final de 2023, o mercado de escritórios de Lisboa somou um volume de absorção de 112.474 metros quadrados (m2), o que representa uma quebra de 59% face ao ano anterior. Uma descida que está “em linha com o que foi observado noutros mercados europeus de escritórios”, indica a Savills. Também no Porto se verificou um abrandamento: registou-se um volume de absorção total de 50.048 m2, que se traduz numa descida de 14% em termos homólogos. “Ainda assim, a cidade Invicta manteve um nível de atividade resiliente, contabilizando 64 operações, 12 das quais com áreas acima dos 1.000 m2”, conclui a consultora.
Porto compra casas nas Fontainhas

Porto compra Ilha dos Moinhos e quer ali construir parque urbano

Há um ano, a Ilha dos Moinhos, no Porto, esteve no centro das atenções pelos piores motivos. As chuvas fortes que se fizerem sentir provocaram uma inundação, causando vários estragos nas casas ali existentes e levando ao realojamento de emergência dos residentes. Agora, este bairro residencial localizado na escarpa das Fontainhas foi adquirido por 900 mil euros pela Câmara Municipal do Porto, que quer ali intervir de forma a estabilizar aquela zona e evitar novas inundações. E os planos da autarquia da Invicta não ficam por aqui: a ideia é também ali construir um parque urbano.

Mais casas? “Sintonia mais estreita entre público e privado” é crucial

A Habitat Invest, fundada há mais de duas décadas por Filipe Soares Franco, antigo presidente do Sporting, e Luís Corrêa de Barros, sobreviveu a várias crises e está de pedra e cal em Portugal, tendo em desenvolvimento 12 projetos imobiliários, num total de 537 unidades habitacionais. “Somos o promotor imobiliário com mais projetos concluídos e mais obras entregues”, diz ao idealista/news Luís Corrêa de Barros, enaltecendo a “importância de existir [cada vez mais] uma sintonia mais estreita entre o setor público e o privado, com o objetivo comum de incrementar a oferta habitacional”. 
Oferta de casas para arrendar

Casas para arrendar em Portugal: oferta dispara 55% no último ano

O arrendamento em Portugal tem-se caracterizado por uma oferta de habitação estruturalmente escassa para a procura existente, gerando um desequilíbrio que sustentou o aumento das rendas das casas registada nos últimos anos. Mas o mercado poderá estar a passar por um ponto de viragem: o stock do parque habitacional português disponível para arrendar subiu 55% no quarto trimestre de 2023 face ao que estava disponível no mesmo período de 2022, segundo um estudo do idealista, o principal Marketplace imobiliário do sul da Europa. E o que explica este movimento de subida da oferta de casas para arrendar? As medidas do Mais Habitação, programa que entrou em vigor em outubro do ano passado, ajudam a justificar os dados, em paralelo com outros fatores. 

“O anúncio da morte dos escritórios é manifestamente exagerado”

“Ao contrário do propalado por alguns, o anúncio da morte dos escritórios é manifestamente exagerado. O espaço físico continua vivo e de boa saúde”. A garantia é dada por Inês Sequeira, Head of Hospitality da Maleo, empresa que tem sete centros de escritórios em Portugal, todos em Lisboa, mas que pretende “apostar em novas geografias”. “Por natureza, o Porto surge como primeira hipótese, apesar de estarmos a analisar outras localizações”, adianta, em entrevista ao idealista/news.