A pesquisa encontrou 6932 resultados

Resultados da pesquisa

Arrendar casa em Portugal

Arrendar casa em Portugal ficou 20,4% mais caro em 2023

O mercado de arrendamento foi encarado como um “refúgio” ao longo de 2023, numa altura em que comprar casa se tornou mais difícil, quer pela subida dos preços das habitações e dos juros nos créditos, quer pela perda de poder de compra por via da inflação. Mas a oferta de casas no mercado de arrendamento não acompanhou a dinâmica da procura, gerando uma subida dos preços das casas para arrendar em Portugal de 20,4% em 2023, tendo em conta os dados de dezembro de 2023 e do mesmo mês do ano passado. Assim, arrendar casa tinha o custo mediano de 15,5 euros por metro quadrado (euros/m2) no final de dezembro, segundo revela o índice de preços do idealista. Já em relação à variação mensal, a subida da renda da casa foi de 0,8% e a trimestral de 0,9%.
Preço das casas em Portugal

Casas à venda em Portugal ficaram 5,3% mais caras em 2023

Mesmo num ano marcado pela descida do número de casas vendidas, os preços das casas à venda em Portugal voltaram a subir 5,3% em 2023, tendo em conta os dados de dezembro de 2023 e do mesmo mês do ano passado. Isto acontece porque, apesar da procura de casas para comprar ter abrandado ao longo do ano, devido a perda de poder de compra por via da inflação e dos altos juros nos créditos habitação, a oferta de habitação no nosso país continua a ser escassa. E este é um cenário visível em quase todo o território português, já que as casas à venda ficaram mais caras em 17 capitais de distrito em 2023, com Viana do Castelo a liderar as subidas (32,1%), aponta o índice de preços do idealista. Em Lisboa, os preços das casas para comprar subiram 6,1% e no Porto 6,5% durante o mesmo período.

Alojamento Local no olho do furacão: Governo aperta o cerco ao negócio

O negócio do arrendamento de casas de curta duração, mais conhecido em Portugal como Alojamento Local (AL), voltou a dar que falar em 2023. Uma polémica que já vinha de trás e que ganhou expressão – e novos contornos – ao longo do ano. O Governo, através do controverso programa Mais Habitação, apertou o cerco ao AL, alegando que a atividade encarece o preço da habitação, sobretudo em Lisboa e no Porto, contribuindo, desta forma, para a crise habitacional que se vive no setor. Uma ideia criticada vezes sem conta por vários players do setor. Também a União Europeia (UE) se mostra atenta ao negócio do arrendamento de casas a turistas. 
Arrendar casa em Portugal

Casas para arrendar escassas e mais caras em 2023 – e há novos apoios

O mercado de arrendamento em Portugal continuou bem dinâmico ao longo de 2023. Não só porque a procura de casas para arrendar continuou a ser bem superior à oferta aumentando - ainda mais - as rendas das casas, mas também porque este mercado foi alvo de várias mudanças legislativas. O Mais Habitação reforçou vários apoios às rendas (como o Porta 65) e também criou várias medidas para aumentar a oferta de habitação colocada no mercado de arrendamento, sendo o arrendamento coercivo de casas devolutas a medida mais polémica de todas. E ainda ficou definido que as rendas das casas em 2024 vão mesmo poder ser atualizadas de acordo com a inflação, ou seja, até 6,94%.
Arrendar casa em Portugal

Rendas começam a dar sinal de arrefecimento nos preços

O acesso à habitação está a deteriorar-se em Portugal. As famílias sentem dificuldades em comprar casa, devido aos elevados preços, altos juros nos créditos habitação e apertado poder de compra. E também sentem dificuldade em arrendar casa, já que as rendas não param de subir. É isso mesmo que mostram os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgados esta sexta-feira, dia 22 de dezembro: a renda mediana subiu 10,5% no verão de 2023 face ao mesmo período do ano passado, fixando-se em 7,25 euros por metro quadrado (euros/m2). E, em resultado, foram selados menos contratos de arrendamento (-2%). Mas face ao trimestre anterior, a realidade é outra: verifica-se uma ligeira descida das rendas e um aumento dos contratos.

Portugal precisa de construir mais casas – e a preços “adequados”

A falta de casas para comprar é apontada como um dos principais fatores que está por detrás da subida a pique dos preços das habitações em Portugal. Isto porque a oferta de imóveis disponíveis para venda – e também para arrendamento – é muito inferior à procura. “Não se construiu ou reabilitou (o suficiente) nos últimos 12 anos em Portugal”, disse ao idealista/news Reis Campos, presidente da Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI). E sim, é verdade que fomos noticiando ao longo do ano a chegada ao mercado e o início de construção de novos empreendimentos, mas há ainda um longo caminho percorrer para conseguir dar resposta à procura existente, conforme adiantaram vários especialistas do setor.
Venda de casas a cair

Venda de casas em Portugal caiu em 2023 – subida do preço desacelerou

2023 foi um ano de ajustamento do mercado residencial português. Depois de terminar 2022 a registar um recorde de venda de casas e de subida de preços, os efeitos da alta inflação, da subida de juros nos créditos habitação e da incerteza económica acabaram por se fazer sentir em 2023, tanto nos negócios, como nos preços. A venda de habitações no nosso país acabou mesmo por cair em torno dos 20% até setembro, gerando uma desaceleração na subida dos preços das casas ao longo do ano. E este cenário também foi bem visível em vários países europeus e no mundo. Para 2024, o mercado antecipa que esta tendência se vai manter, continuando a registar-se uma correção dos preços das casas na maioria dos países europeus, Portugal incluído.
Calendário janeiro 2024

Calendário de janeiro: bem-vindo ano de 2024

Já entrámos no ano novo, cheios de curiosidade e entusiasmo para os próximos doze meses, e janeiro oferece-nos um mês com poucos feriados, mas com bastantes efemérides para continuar as comemorações das festas natalícias.    1 de janeiro – Dia de Ano Novo e dia Mundial da Paz 4 de ja
Recorde de carros nas estradas portuguesas

Recorde de carros: nunca houve tanto trânsito nas autoestradas

Em 2022, o tráfego médio diário nas autoestradas portuguesas já tinha sido o mais alto desde 2008 e, nos primeiros nove meses deste ano, ainda houve mais viaturas a circular do que em todo o ano transato. Entre janeiro e setembro deste ano, registou-se um aumento de 10% na circulação média diária nas autoestradas face ao registo médio de tráfego de todo o ano de 2022. Isto apesar do preço das portagens ter subido, bem como dos combustíveis, em alguns momentos do ano. 
Sem-abrigo em Portugal

Ainda há mais de 10.500 sem-abrigo – mas 2.500 deixaram de ser desde 2020

Mais de 10.700 pessoas viviam na condição de sem-abrigo em 2022, segundo dados oficiais divulgados esta quarta-feira (20 de dezembro de 2023), em que pela primeira vez foi feito um levantamento em todos os municípios de Portugal continental. Segundo a síntese de resultados do Inquérito de Caracterização das Pessoas em Situação de Sem-Abrigo para o ano de 2022, “foram sinalizadas 10.773 pessoas em situação de sem-abrigo”. Paralelamente, cerca de 2.500 pessoas deixaram de viver na condição de sem-abrigo nos últimos três anos, entre 2020 e 2022.
Preços das casas em Lisboa a subir

Preços das casas sobem em Lisboa apesar do fim dos vistos gold e RNH

Durante os últimos anos, Portugal atraiu estrangeiros ricos com vários incentivos ao investimento. Mas resolveu por um ponto final ao programa vistos gold para investimento imobiliário e quer ainda acabar com o regime de residentes não habituais (RNH) em 2024. Isto porque, segundo justificou o Governo socialista, a chegada de estrangeiros ao país está a contribuir para a escalada de preços das casas, principalmente em grandes cidades como Lisboa, Porto, Faro e o Funchal. Mas tudo indica que os esforços governamentais para controlar a procura estrangeira estão a ter pouco impacto nos preços das casas em Lisboa, que continuam a subir mais que nas principais cidades europeias.
Casas à venda podem ser prenda de Natal

Casas à venda para colocar no sapatinho

O espírito natalício invadiu as ruas e as casas portuguesas e numa altura em que a noite de 24 de dezembro está mesmo à espreita, ainda vais a tempo de arranjar presentes de Natal de última hora.
Comprar casa na Madeira

Viver na Madeira: o acesso à habitação é o desafio dos locais

Rodeada pelo oceano Atlântico, a região da Madeira tem-se destacado como um local ideal para visitar e também para viver. A beleza natural, clima ameno, segurança e qualidade de vida que a Madeira oferece tem agarrado os madeirenses às suas origens e tem também encantado cada vez mais nómadas digitais e estrangeiros. Mas nem tudo corre bem nestas ilhas portuguesas: o acesso à habitação para os residentes locais tornou-se mais desafiante, devido à crescente procura por cidadãos internacionais, a par do elevado custo de vida e dos juros no crédito habitação. Como os estrangeiros têm maior poder de compra, acabam por impulsionar a procura, elevando os preços das casas, que ficam menos acessíveis aos bolsos dos madeirenses. É precisamente isto que dizem os especialistas ouvidos pelo idealista/news, nesta reportagem que aborda o estado da habitação na Madeira.
Alojamentos locais em Portugal

40% das declarações de AL por entregar - ALEP pede prudência às autarquias

O prolongamento do prazo para a entrega de comprovativos de atividade de Alojamento Local (AL) em Portugal – passou de dia 7 para dia 13 de dezembro – trouxe “algum alívio” para os titulares de AL, revelou a Associação do Alojamento Local em Portugal (ALEP) em comunicado. Este foi, no entanto, “um processo (…) mal concebido, resultando em inúmeros outros constrangimentos que devem ser tidos em consideração, numa altura em que, de um total de 120 mil registos de AL no RNAL - Registo Nacional de Alojamento Local, 45 mil não enviou o comprovativo”, acrescenta, apelando “ao bom senso e flexibilidade” das autarquias “para evitar cancelamentos de registos indevidos ou injustificados”.