Montenegro está "muito tranquilo" e remete explicações para o Parlamento
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, declarou-se "muito tranquilo" com a situação da empresa da sua família e voltou a remeter explicações para o debate da moção de censura no Parlamento, que se realiza esta sexta-feira (21 de fevereiro de 2024). Entretanto, os deputados aprovaram a audição ao ex-secretário de Estado Hernâni Dias, devido a afirmações contraditórias do antigo governante sobre a criação de duas empresas. Os dois casos remetem para a polémica lei dos solos, estando em causa evetuais conflitos de interesse.
Produção na construção cresce 4,7% em dezembro
O Índice de Produção na Construção aumentou 4,7% em dezembro, variação superior em 0,6 pontos percentuais (p.p.) à observada em novembro, segundo dados divulgados esta terça-feira (11 de fevereiro de 2025) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). No conjunto do ano 2024, a produção na construção cresceu 3,1%.
Escritórios no Porto: Edifício Boavista 2949 procura inquilino
O Edifício Boavista 2949, situado no coração da zona prime do Porto – tem uma área total de 4.085 metros quadrados (m2), distribuídos por cinco pisos–, está à procura de inquilino, tendo potencial para receber um ocupante único.
Casas eficientes: Governo vai apoiar compra de eletrodomésticos
O novo programa de eficiência energética, que está ainda a ser ainda desenhado e será financiado pelo Programa de Recuperação e Resiliência (PRR), será aberto em abril. Irá suceder ao programa da compra de janelas para edifícios mais sustentáveis, que será fechado em definitivo até ao final desse mês, e abrange apoios também na compra de eletrodomésticos com maior eficiência energética, sobretudo pelas famílias mais vulneráveis.
Alterações à lei dos solos: votação em comissão parlamentar adiada
A votação das alterações ao decreto-lei que permite reclassificar solos rústicos em urbanos foi esta quarta-feira (19 de fevereiro de 2025) adiada, no Parlamento, a pedido do Chega, que justificou o adiamento com a necessidade de mais tempo para analisar as propostas dos vários partidos.
Herdade da Zambujeira nas mãos de fundo da igreja mórmon
O Grupo Agrihold, participado das famílias Martinavarro e Ballester, fundadores da Citri&CO, vendeu os ativos que detinha na Herdade da Zambujeira, em Ferreira do Alentejo (Beja), a um investidor internacional. O nome do novo proprietário era ainda desconhecido, sabendo-se agora que se trata da empresa Farm Land, ligada à igreja mórmon
Crédito às empresas de construção cai a pique desde 2007
“Há 10 anos, Portugal tinha 29.000 milhões de euros de crédito às empresas de construção e neste momento tem 28.000 milhões. Mas em 2007, primeiro ano da série [do Banco de Portugal], tinha 44.229 milhões”, os números foram revelados por António Ramalho, antigo CEO do Novo Banco e atual chairman da Touro Capital Partners.
Fundos europeus na construção: há bonança mas “o ciclo vai mudar”
“Os próximos tempos vão ser ainda de um ciclo fortemente favorável às empresas do setor da construção civil e das obras públicas, pelo menos no que respeita a fundos europeus vai haver ainda abundantes para este setor. [Mas] os fundos não são inesgotáveis”. O alerta foi dado por Manuel Castro Almeida, Ministro Adjunto e da Coesão Territorial, salientado que os tempos atuais de bonança tendem a mudar: “O ciclo vai mudar, e os próximos ciclos de fundos vão ser substancialmente menores do que aquele que agora temos”.
Construção tem de “ganhar escala” e são precisas casas “agora”
A necessidade de o setor da construção ganhar escala e/ou dimensão e de se apostar na industrialização e pré-fabricação esteve em cima da mesa num debate que juntou Paulo Macedo, CEO da CGD, e Carlos Mota Santos, presidente da Mota-Engil. E uma das conclusões que salta à vista é a de que o país precisa de aumentar a oferta de casas “agora”, não daqui a alguns anos. Casas essas que possam ajudar a dar resposta à crise na habitação na qual se encontra o país e, também, acomodar os emigrantes necessários para fazer face à necessidade de mão de obra existente.
Teletrabalho ganha força em Portugal
O número de contratos de trabalho que preveem especificamente o exercício de funções à distância (teletrabalho) está a acelerar, tendo aumentando 30% num ano. Em 2023, no caso dos contratos de teletrabalho sem termo, há registo de mais de 3.000 contratos nestas circunstâncias. O número também está a crescer no caso dos contratos com termo.
