
Risco de bolha imobiliária modera-se nas principais cidades do mundo
O aumento da inflação e das taxas de juro nos últimos dois anos reduziu de forma acentuada os desequilíbrios existentes nos principais mercados imobiliários globais, aponta a análise de risco de bolha imobiliária da UBS. Na edição de 2023, apenas Zurique e Tóquio continuam a correr risco de bolha imobiliária. Há um ano, contabilizaram-se nove cidades nesta situação. Agora, Toronto, Frankfurt, Munique, Hong Kong, Vancouver, Amesterdão e Telavive apresentam mercados mais moderados, embora continuem sobrevalorizados.

Crédito da casa: famílias europeias acreditam que juros cheguem aos 5%
Até onde podem subir os juros do crédito habitação? Esta é uma questão para a qual ainda não há resposta. Mas sabe-se, hoje, que as taxas Euribor já estão a rondar o patamar dos 4%. E ainda que há a possibilidade de o Banco Central Europeu (BCE) voltar a restringir ainda mais a sua política monetária, dando gás à subida dos juros. Sobre este ponto, as famílias da Zona Euro não estão otimistas: acreditam que as taxas de juro nos créditos habitação subirão até aos 5% nos próximos 12 meses.

8 soluções para “o grave problema” de acesso à habitação em Portugal
O acesso à habitação é cada vez mais difícil em Portugal, seja para comprar ou arrendar casa. E para resolver a questão, o Governo lançou o programa Mais Habitação, que já foi aprovado no Parlamento e está agora em Belém para ser analisado pelo Presidente da República.

Queda do preço das casas em Portugal é “improvável”, diz Bruxelas
Os preços das casas em Portugal continuam em alta, perante a escassez da oferta, e assim deverão continuar, segundo a Comissão Europeia (CE). Num relatório recente sobre o país, Bruxelas diz que um cenário de possível quebra de preços é “improvável”, admitindo, ainda assim, um crescimento “moderado” daqui para frente.

O desafio de comprar casa nova: há poucas e são bem mais caras
O panorama do mercado residencial português não é animador para quem pretende comprar casa. A oferta de casas no mercado é insuficiente e o parque habitacional está envelhecido. Além disso, os preços das casas não pararam de aumentar ao longo de 2022, mesmo com a alta inflação e a subida dos juros. Neste contexto, comprar uma casa nova tornou-se num desafio, já que a construção não acompanha as necessidades da procura, levando a que as habitações novas custem mais 32% que as casas usadas, revela relatório anual do idealista/data. Há ainda 6 cidades onde esta diferença é superior a 50%.

Comprar casa: preço desacelera em 12 dos 24 maiores municípios do país
O atual contexto económico está a mudar o mercado residencial em Portugal. A subida dos juros no crédito habitação, a alta inflação e a perda de confiança dos consumidores estão a arrefecer a compra de casas no país, muito embora a procura de casas continue a ser superior à oferta existente. Esta atual dinâmica está a refletir-se nos preços das casas: segundo o INE, observou-se uma desaceleração dos preços em 12 dos 24 municípios com mais de 100 mil habitantes no terceiro trimestre de 2022. E foi em Guimarães e no Porto onde este abrandamento dos preços das casas foi maior.

Comprar casa está mais caro em 12 capitais de distrito em janeiro
Ao longo de 2022, as casas à venda ficaram bem mais caras no nosso país, devido sobretudo, à falta de oferta de casas para a alta procura, a par da alta inflação, subida dos custos de construção e juros. Mas janeiro de 2023 arranca com uma tendência de estabilização dos preços das casas face ao mês anterior. No entanto, este não é um cenário visível em todo o território português, já que as casas ficaram mais caras em 12 capitais de distrito, entre dezembro e janeiro, com Santarém a liderar as subidas (6,2%). Os preços das casas subiram 1,2% no Porto, sendo que em Lisboa registaram uma quebra de 0,6% neste período, aponta o índice de preços do idealista.

Preço das casas já cai em 5 países da UE – em Portugal segue a subir
Na Europa, as casas para comprar têm ficado mais caras ano após ano. Mas com o arrefecimento da procura de casas à venda gerado pela alta inflação e pela subida dos juros no crédito habitação, o ciclo de subida dos preços das casas já começou a inverter-se em vários países. Esta realidade já é bem visível em cinco Estados-membros da União Europeia (UE), como é o caso da Dinamarca e da Suécia, onde preços das casas desceram mais de 3% no terceiro trimestre de 2022 face ao trimestre anterior. Já em Portugal, os preços das casas continuam a subir. Até quando?

Preço das casas em Portugal com queda até 4,4% em 2023, prevê S&P
Em 2022, o mundo foi surpreendido pela subida das taxas de juro diretoras pelos principais bancos centrais na tentativa de baixar a inflação. E foi aqui que se iniciou o ciclo de subida dos juros nos créditos habitação. Este cenário está a arrefecer a procura de casas para comprar e já está a gerar uma queda dos preços das habitações em vários países, uma tendência que se vai acentuar já este ano. A agência S&P Global Ratings prevê que Portugal seja um dos países europeus que vai sentir a queda dos preços das casas mais intensa este ano (-4,4%), seguido do Reino Unido (-3,5%).

Governo reconhece "prioridade" da Habitação ao criar ministério
A ex-deputada e arquiteta Helena Roseta considera que o Governo assumiu que a habitação "é uma prioridade" com a criação do seu próprio ministério, a primeira vez que o tema não está englobado noutro desde o 25 de Abril.

Casas para comprar em Portugal ficaram 6,4% mais caras em 2022
O ano de 2022 foi marcado pelo ciclo inflacionista que afetou o preço da energia e dos alimentos. Mas não só. A alta inflação que se fez sentir em Portugal também deu gás à evolução dos preços das casas, que já têm vindo a subir há vários anos, agravando, assim, o acesso à habitação para muitas famílias. Contas feitas, as casas para comprar ficaram 6,4% mais caras em dezembro de 2022 face ao mesmo mês de 2021. No final de dezembro deste ano, comprar casa tinha um custo mediano de 2.475 euros por metro quadrado (euros/m2), segundo o índice de preços do idealista.

Preços das casas no mundo: os países mais (e menos) caros em 2022
Apesar do atual contexto económico ser marcado pela incerteza, pela inflação e pela subida dos juros, os preços das casas continuam a crescer pelos vários países do mundo, mas a menor velocidade. Os dados mais recentes da Knight Frank mostram que os preços das casas nas principais cidades do globo estão a subir a um ritmo médio inferior a 10% no verão de 2022 face ao período homólogo. Mas Lisboa e Porto são das exceções à regra: na capital portuguesa as casas ficaram 11,4% mais caras neste período e na cidade Invicta 15,7%.

Renda das casas em Portugal subiu 42,1% em dez anos
Com a mobilidade profissional – e até familiar - que existe nos dias de hoje, o mercado de arrendamento torna-se um regime mais atrativo para muitas famílias, dada a sua flexibilidade. E há cada vez mais famílias a optar por arrendar casa em Portugal. Os dados definitivos dos Census 2021, publicados esta quarta-feira, dia 23 de novembro, mostram que o número de casas arrendadas em Portugal aumentou 16% nos últimos dez anos. E como a oferta de casas para arrendar não acompanhou a procura, o valor médio das rendas deu o salto de 42,1% numa década.

Prestação da casa está em máximos de 2012 com nova subida de juros
Em Portugal, a grande maioria dos contratos de crédito habitação são de taxa variável (mais de 90%). Isto quer dizer que as famílias veem os juros a aumentar sempre que há revisões das taxas Euribor, a que estejam indexados. Os dados mais recentes do INE espelham esta realidade: a taxa de juro implícita no conjunto dos empréstimos habitação fixou-se em 1,328% em outubro, o valor mais elevado desde janeiro de 2015. E a subida dos juros nos últimos meses tem levado a um “aumento significativo” do valor médio da prestação da casa, que se situou nos 279 euros em outubro. É preciso recuar ao início de 2012 para encontrar uma prestação da casa tão elevada.

Preços das casas em Portugal sobem mais do dobro da média da Zona Euro
Portugal ficou entre os países da Zona Euro que maior valorização das casas registou na reta final de 2015. Os preços das habitações no mercado nacional registaram um aumento 5% no quarto trimestre, em comparação com o período homólogo, quase duplicando o crescimento médio do espaço da moeda única, segundo os mais recentes dados divulgados pelo Eurostat.

Preço das casas em Portugal sobe 1,53% num ano
No primeiro trimestre, o preço das casas aumentou em 25 dos 38 países analisados pelo site Global Property Guide. Irlanda, Hong Kong e Estónia lideram as subidas e em sentido inverso encontram-se Ucrânia, Rússia e China. Em Portugal, o preço da habitação subiu 1,53% face aos primeiros três meses de 2014.

radiografia do dia: evolução do preço da habitação na ue e na zona euro
o gráfico em cima mostra a evolução do preço das casas nos países da união europeia (ue) e da zona euro nos últimos anos. segundo dados do eurostat, o preço da habitação em portugal diminuiu 4,6% no segundo trimestre, face ao mesmo período do ano passado.

os dez mercados imobiliários mais quentes dos eua
san josé, detroit ou san diego são cidades muito diferentes, mas têm em comum uma característica: são três dos mercados imobiliários mais quentes dos eua. isto porque são alguns dos locais onde o preço da habitação mais aumentou no último ano.