Comprar casa para arrendar

Comprar casa em Portugal e colocá-la a arrendar rendeu 7,3% em 2023

O contexto económico e político vive momentos de incerteza, mas há quem tenha poupanças e procure oportunidades de investimento, tendo o imobiliário no centro das atenções, pelo retorno que dá. Até porque, embora o mercado de arrendamento tenha estado no centro das atenções em 2023, havendo várias mudanças desencadeadas pelo Mais Habitação - como o travão de 2% na subida das rendas nos novos contratos -, comprar casa para arrendar continua a ser um bom negócio. Desde logo, a rentabilidade da habitação subiu no ano que acaba de terminar (mas os riscos também): comprar casa em Portugal para colocá-la no mercado de arrendamento rendeu 7,3% no último trimestre do em 2023, um ponto percentual (p.p) superior à rentabilidade calculada para o mesmo período de 2022 (6,3%), revelam os dados do idealista, o marketplace imobiliário do sul da Europa.
Apoio à renda

Apoio à renda: como funciona e quem tem direito?

Entre as medidas anunciadas no pacote Mais Habitação, há um apoio destinado aos inquilinos com contrato de arrendamento habitacional e taxa de esforço elevada. Estas pessoas podem receber um apoio mensal ao arrendamento. O valor do apoio pode chegar aos 200 euros. 
Rendas das casas a subir

Onde é que as rendas mais subiram em 3 anos? Lisboa e Porto no top 10

O mercado de arrendamento tem vindo a ser pressionado dos últimos três anos por via da procura. Há cada vez mais famílias a procurar casas para arrendar em Portugal, mas a oferta não tem acompanhado esta tendência. E os resultados estão à vista: as rendas medianas das casas arrendadas a nível nacional subiram 28% desde 2020. Mas vários municípios populosos viram as rendas aumentar ainda mais, como é o caso do Funchal, Setúbal e Cascais, onde os valores medianos cresceram na ordem dos 50%. Também Lisboa e o Porto estão na lista dos 10 municípios onde as casas para arrendar ficaram mais caras nos últimos três anos.

Alojamento Local no olho do furacão: Governo aperta o cerco ao negócio

O negócio do arrendamento de casas de curta duração, mais conhecido em Portugal como Alojamento Local (AL), voltou a dar que falar em 2023. Uma polémica que já vinha de trás e que ganhou expressão – e novos contornos – ao longo do ano. O Governo, através do controverso programa Mais Habitação, apertou o cerco ao AL, alegando que a atividade encarece o preço da habitação, sobretudo em Lisboa e no Porto, contribuindo, desta forma, para a crise habitacional que se vive no setor. Uma ideia criticada vezes sem conta por vários players do setor. Também a União Europeia (UE) se mostra atenta ao negócio do arrendamento de casas a turistas. 
Arrendar casa em Portugal

Casas para arrendar escassas e mais caras em 2023 – e há novos apoios

O mercado de arrendamento em Portugal continuou bem dinâmico ao longo de 2023. Não só porque a procura de casas para arrendar continuou a ser bem superior à oferta aumentando - ainda mais - as rendas das casas, mas também porque este mercado foi alvo de várias mudanças legislativas. O Mais Habitação reforçou vários apoios às rendas (como o Porta 65) e também criou várias medidas para aumentar a oferta de habitação colocada no mercado de arrendamento, sendo o arrendamento coercivo de casas devolutas a medida mais polémica de todas. E ainda ficou definido que as rendas das casas em 2024 vão mesmo poder ser atualizadas de acordo com a inflação, ou seja, até 6,94%.
Documentos pedidos pelas mediadoras para arrendar casa

Arrendar casa: que documentos podem pedir as mediadoras?

Que documentos pode solicitar uma mediadora imobiliária a um potencial cliente que visitou uma casa com o intuito de a arrendar? Poderão as mediadoras pedir aos consumidores que apresentem, por exemplo, recibos de vencimento e a declaração de rendimentos? Explicamos tudo sobre este assunto no artigo desta semana da Deco Alerta.
Arrendar casa em Portugal

Rendas começam a dar sinal de arrefecimento nos preços

O acesso à habitação está a deteriorar-se em Portugal. As famílias sentem dificuldades em comprar casa, devido aos elevados preços, altos juros nos créditos habitação e apertado poder de compra. E também sentem dificuldade em arrendar casa, já que as rendas não param de subir. É isso mesmo que mostram os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgados esta sexta-feira, dia 22 de dezembro: a renda mediana subiu 10,5% no verão de 2023 face ao mesmo período do ano passado, fixando-se em 7,25 euros por metro quadrado (euros/m2). E, em resultado, foram selados menos contratos de arrendamento (-2%). Mas face ao trimestre anterior, a realidade é outra: verifica-se uma ligeira descida das rendas e um aumento dos contratos.
Comprar casa na Madeira

Viver na Madeira: o acesso à habitação é o desafio dos locais

Rodeada pelo oceano Atlântico, a região da Madeira tem-se destacado como um local ideal para visitar e também para viver. A beleza natural, clima ameno, segurança e qualidade de vida que a Madeira oferece tem agarrado os madeirenses às suas origens e tem também encantado cada vez mais nómadas digitais e estrangeiros. Mas nem tudo corre bem nestas ilhas portuguesas: o acesso à habitação para os residentes locais tornou-se mais desafiante, devido à crescente procura por cidadãos internacionais, a par do elevado custo de vida e dos juros no crédito habitação. Como os estrangeiros têm maior poder de compra, acabam por impulsionar a procura, elevando os preços das casas, que ficam menos acessíveis aos bolsos dos madeirenses. É precisamente isto que dizem os especialistas ouvidos pelo idealista/news, nesta reportagem que aborda o estado da habitação na Madeira.
Mediação imobiliária e Inteligência Artificial

Tecnologia aliada da mediação imobiliária – mas ética acima de tudo

Conseguir criar empatia, valorizar as pessoas, apostar na marca pessoal, saber tirar o máximo proveito possível da tecnologia, nomeadamente da Inteligência Artificial (IA), ser profissional e nunca descurar a ética. Estas foram algumas das ideias deixadas pelos profissionais que participaram na conferência “Mediação Imobiliária à Prova de Futuro!", que se realizou dia 15 de dezembro de 2023 no Art's Business e Hotel Centre, em Lisboa (no Parque das Nações). Um evento organizado pela mediadora imobiliária Principal Star, que em 2024 se passará a chamar Capital Star – o idealista foi media partner.
Arrendar casa em Portugal

Dois em cada 3 jovens arrenda casa por falta de dinheiro para comprar

As famílias portuguesas preferem ser proprietárias da sua residência. Mas nem todas têm capacidade financeira para ter uma casa própria, sobretudo as mais jovens. Já em 2020, dois em cada três jovens arrendatários admitiram que preferiam comprar casa, mas não tinham condições financeiras para o fazer. E, hoje, tudo indica que o acesso à habitação para comprar por parte dos jovens terá piorado, um momento em que o poder de compra diminuiu, as casas à venda continuam caras e os juros no crédito habitação estão bem mais elevados.
Os desafios da mediação imobiliária em Portugal

Futuro da mediação imobiliária debatido em Lisboa esta sexta-feira

O setor imobiliário está em constante mudança, nomeadamente o segmento da mediação, e sente necessidade de se adaptar aos novos tempos e à tecnologia, bem como às adversidades da conjuntura. Todos estes desafios estarão em discussão na conferência “Mediação Imobiliária à Prova de Futuro!", que se realiza esta sexta-feira (15 de dezembro de 2023) no Art's Business e Hotel Centre, em Lisboa (no Parque das Nações), das 14h às 18h. Trata-se de um evento organizado pela mediadora imobiliária Principal Star, sendo o idealista media partner.
Rendas das casas a subir

Arrendar casa em Portugal: preços voltam a estabilizar em novembro

São muitas as famílias que estão a ser empurradas para o mercado de arrendamento em Portugal, numa altura em que comprar casa está mais difícil, devido aos elevados preços das casas à venda, a par dos juros altos no crédito habitação e da perda de poder de compra. Como resultado, e com uma oferta inferior à procura de casas para arrendar, as rendas das casas subiram em cinco grandes cidades em novembro face ao mês anterior, Porto incluído (+0,5%). Mas também há casos em que as rendas das habitações se mantiveram praticamente estáveis, em linha com a realidade nacional, como é o caso de Lisboa, aponta o índice de preços do idealista.
Arrendar casa para viver sozinho

Viver sozinho? Arrendar um estúdio custa o dobro de um quarto

Quem vai viver sozinho tem uma primeira preocupação central: conseguir um espaço para viver a um preço compatível com o seu rendimento. Mas o acesso à habitação é uma tarefa cada vez mais difícil sobretudo nos grandes centros urbanos, seja para quem passe por um divórcio ou separação, seja para os estudantes e profissionais deslocados. Muitos enfrentam um dilema na hora de escolher uma casa para habitar: arrendar um estúdio para morar sozinho ou optar por arrendar um quarto numa casa partilhada? As diferenças económicas entre os dois são expressivas, uma vez que a privacidade de um estúdio acaba por sair duas vezes mais cara do que arrendar um quarto, mostram os dados mais recentes do idealista.
Arrendar casa em Portugal

Rendas no OE2024: limite da subida chumbado mas aprovada redução no IRS

O Parlamento voltou, esta segunda-feira (27 de novembro de 2023), a chumbar um teto para o aumento das rendas, tendo o Governo explicado que o objetivo é estabilizar o mercado perante críticas do PCP e BE pela falta de respostas para a “situação dramática” dos inquilinos. Paralelamente, foi aprovada a redução de 40 euros na retenção na fonte do IRS para trabalhadores por conta de outrem que vivem em casa arrendada. Em causa está a votação na especialidade do Orçamento do Estado (OE2024), sendo que a votação final global da versão final do documento está agendada para esta quarta-feira.
Arrendar a casa rápido

Arrendamentos expresso: 17% da oferta fica menos de 24h no mercado

O mercado de arrendamento em Portugal continua sob forte pressão. Há falta de casas para arrendar para responder à elevada procura. E este desequilíbrio tende a agravar-se ainda mais num momento em que é mais difícil comprar casa própria, devido aos juros e preços das casas à venda em alta, a par da queda do poder de compra. Este contexto também tem alimentado as rendas das casas, que continuam em escalada - e vão poder subir até 6,94% no próximo ano -, pelo que encontrar casas no mercado de arrendamento a preços acessíveis é cada vez mais difícil, sobretudo nos grandes centros urbanos. E, por isso, assim que surgem casas para arrendar a preços convidativos tendem a desaparecer depressa, tal como mostram os dados mais recentes do idealista: 27% das casas arrendadas em menos de 24 horas através do portal imobiliário custavam menos de 750 euros por mês (euros/mês).
Renda da casa a subir

Arrendar casa: rendas recentes são três vezes superiores às antigas

As rendas de casa cobradas pelos senhorios aos inquilinos dispararam nos últimos tempos em Portugal, tendo a discrepância entre os valores dos contratos antigos e os dos mais recentes aumentado. Em 2021, à data dos últimos Censos, a renda média dos contratos de arrendamento mais recentes correspondia a mais do triplo daquela que se verificava nos contratos antigos. Paralelamente, apoiar o descongelamento das rendas antigas para preços de mercado – ou seja, compensar os senhorios – custaria 653 milhões de euros por ano. Estas são algumas das conclusões do estudo "Arrendamento Habitacional em Portugal", publicado esta segunda-feira (20 de novembro de 2023) pelo Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU).
Vender casa em 2024

Como vender casas com sucesso no atual contexto de incerteza

Advinham-se tempos desafiantes para a mediação imobiliária em Portugal. O contexto internacional não é animador, estando pautado pela guerra na Ucrânia e pelo conflito no Médio Oriente. Todos estes fatores geopolíticos, se escalarem, têm o poder de aumentar a inflação e, consequentemente, elevar os juros e travar o desenvolvimento económico. Com o clima de incerteza a escalar, a venda de casas deverá continuar a arrefecer no nosso país em 2024, o que não são boas notícias para os agentes imobiliários. Com este contexto de pano de fundo, somado à crise política interna, o importante é que os profissionais da mediação imobiliária continuem a inovar e a ajustar a gestão do negócio aos novos desafios, aconselha Massimo Forte, consultor, coach, formador especializado em imobiliário, neste artigo preparado para o idealista/news.
Renda das casas a subir

Rendas das casas aumentaram 5% em outubro – a maior subida de sempre

Arrendar casa em Portugal está cada vez mais caro. O Instituto Nacional de Estatística (INE) revelou esta quinta-feira que as rendas da habitação subiram 5,0% em outubro face ao período homólogo. E, olhando para o horizonte, verifica-se que este é mesmo o maior aumento anual das rendas de sempre, tendo superado o máximo registado em 2014.