Os preços das casas aumentaram 5,1% na zona euro e 5,4% na União Europeia, no segundo trimestre em comparação com o período homólogo, divulgou esta sexta-feira (dia 03 de outubro de 2025), o Eurostat, com Portugal a registar o maior avanço, de 17,2%.
A venda de casas em Portugal continua bem dinâmica, refletindo o atual contexto de baixos juros e elevada adesão dos jovens à garantia pública e isenção de IMT. Mas esta alta procura continua a contrastar com uma oferta residencial insuficiente, tornando a habitação ainda mais cara. Em setembro, os preços das casas para comprar no país subiram 7,6% face ao mesmo mês de 2024, colocando o custo mediano em 2.943 euros por metro quadrado (euros/m2), revela o índice de preços do idealista, editor desta newsletter. Já em relação à variação trimestral, os preços subiram 1,6%.
A venda de casas em Portugal continua bem ativa, tendo-se contabilizado a transação de 42,9 mil habitações entre abril e junho de 2025 (mais 15,5% face há um ano).
O mercado da habitação em Portugal apresenta uma escassez de imóveis, sobretudo, a preços acessíveis. E tudo indica que há cada vez menos casas disponíveis para comprar no país, numa altura em que a procura está bem elevada. A oferta de casas à venda no país caiu 26% desde o máximo histórico atingido no final de 2020, tal como revelam os dados até ao segundo trimestre de 2025 analisados pelo idealista, editor desta newsletter.
Nada parece afastar o interesse dos cidadãos internacionais por Portugal, apesar do fim dos vistos gold, o aperto das regras para residentes não habituais e ainda a nova lei dos estrangeiros, que foi devolvida ao Parlamento cerca de há um mês depois de o tribunal ter detetado inconstitucionalidades.
O custo da habitação em Portugal continua a subir a elevado ritmo. Em agosto, os preços das casas à venda subiram 8,4% face ao mesmo mês de 2024, elevando o custo mediano da habitação para 2.951 euros por metro quadrado (euros/m2), segundo revela o índice de preços do idealista, editor desta newsletter. Já em relação à variação trimestral, os preços das casas subiram 3,5%. Por detrás desta subida está a escassa oferta pressionada por uma alta procura de casas para comprar, numa altura em que o crédito habitação continua mais acessível e se verifica elevada adesão aos novos apoios para os jovens (isenção de IMT e garantia pública).
O valor mediano de avaliação bancária na habitação foi 1.945 euros por metro quadrado em julho, mais 34 euros do que no mês anterior e uma subida de 18,7% face a julho de 2024, avançou o INE, esta terça-feira (dia 26 de agosto de 2025). Em junho, o aumento homólogo tinha sido de 18,1%, apontou o Instituto Nacional de Estatística (INE).
A venda de casas em Portugal continuará a ganhar fôlego até setembro. É isso mesmo que antecipam os agentes imobiliários inquiridos pelo idealista (editor desta newsletter), que acreditam ainda que vão angariar mais casas para pôr à venda mercado. Já no mercado de arrendamento continuam menos otimistas ao nível dos negócios e angariações. Apesar das diferentes dinâmicas esperadas, a maioria dos especialistas espera uma estabilização dos preços das casas para comprar e arrendar no terceiro trimestre de 2025.
O preço das casas em Portugal continua a subir a bom ritmo mês após mês, refletindo a alta venda de casas que tem absorvido a oferta existente. Esta é uma tendência também verificada em julho: o custo da habitação subiu 8,5% face ao mesmo mês de 2024, fixando o preço mediano a nível nacional em 2.926 euros por metro quadrado (euros/m2). Já em relação à variação trimestral, os preços das casas subiram 3,9%, revela o índice de preços do idealista (editor desta newsletter). A explicar este crescimento está um conjunto de fatores, como a escassa oferta residencial, os baixos juros, condições de crédito habitação mais atrativas e os novos apoios para comprar casa destinados aos jovens (isenção de IMT a garantia pública).
O preço dos imóveis é sempre um assunto atual, principalmente num mercado em que a procura é superior à oferta.
A corrida à compra de casa está instalada em Portugal, para aproveitar e época do crédito habitação mais barato, assim como a isenção de IMT e garantia pública por parte dos jovens. Estes fatores ajudam a explicar o facto de cerca de 9% das casas à venda anunciadas em junho terem saído do mercado em menos de uma semana, mostra a análise publicada pelo idealista, editor deste boletim e o Marketplace imobiliário do sul da Europa.
Num retrato à construção e habitação em Portugal, o Instituto Nacional de Estatística (INE) conclui que houve um “crescimento generalizado” no licenciamento e construção de casas, bem como no número de transações em 2024.
Em Portugal, a venda de casas revelou-se bem dinâmica no início de 2025. Foram transacionadas mais de 40 mil habitações, tratando-se de um aumento anual de quase 25%.
A venda de casa em Portugal continua bem dinâmica, alimentada por ofertas de crédito habitação competitivas, juros cada vez mais baixos e novos apoios para os jovens (isenção de IMT e garantia pública). Mas a oferta de habitação continua a não acompanhar esta evolução. É por isso que os preços das casas à venda continuam a subir, tendo registado um aumento de 8% em junho face ao mesmo mês de 2024. Assim, comprar casa em Portugal passou a ter o custo mediano de 2.898 euros por metro quadrado (euros/m2) no final de junho, segundo o índice de preços do idealista (editor desta newsletter). Já em relação à variação trimestral, os preços aumentaram4,4%.
A procura por compra de casa em Portugal continua elevada, alimentada por incentivos como a descida dos juros, a isenção de IMT Jovem e a garantia pública para menores de 35 anos, a par dos altos custos do arrendamento. Ainda assim, o mercado mostra sinais de estabilização no ritmo de subida dos preços das casas à venda. Em maio, o custo mediano de comprar casa atingiu os 2.851 euros por metro quadrado (euros/m2), segundo o índice de preços do idealista (editor desta newsletter), refletindo uma subida homóloga de 7,4% — o mesmo aumento anual registado em abril. Em termos trimestrais, o aumento dos preços das casas foi de 4%.
Vender uma casa a um investidor imobiliário significa renunciar à típica transação imobiliária em que o comprador é um indivíduo ou uma família à procura de uma residência principal. Dependendo das tuas circunstâncias, esta pode ser a opção mais adequada para vender casa rápido. Ainda que o mercado residencial seja um foco de grande interesse para os investidores, o recurso a estes pode trazer algumas vantagens e desvantagens. Neste artigo damos-te a conhecer estas duas perspectivas.
Vender casas de luxo requer uma abordagem especializada e diferenciada. A contratação de um consultor imobiliário experiente é crucial para otimizar cada etapa do processo, garantindo uma transação bem-sucedida num mercado competitivo.
Vender casa é, muitas vezes, um momento decisivo e emocional. Seja a primeira vez ou não, este processo pode tornar-se longo e complicado sem o apoio certo. Um dos grandes obstáculos?
Não há nada mais atrativo para um cliente do que poder escolher o sítio onde irá construir a sua casa. Poder criar e perspetivar tudo desde o início, tendo em conta todos os detalhes, extras e acabamentos que procura numa casa. A localização, as vistas, o espaço para as comodidades exteriores que pretende, podem ser conseguidas com o terreno certo. Para isso é fundamental o acompanhamento profissional personalizado e efetivo. Damos-te a conhecer as melhores estratégias para vender terrenos destinados a casas de luxo, maximizando o seu valor e atratividade para compradores de alto padrão.
Vender o teu apartamento num curto espaço de tempo e a um bom preço depende, em grande medida, de todos os passos anteriores ao processo de compra e venda. Deves ter em conta uma série de parâmetros, que englobam uma decoração e limpeza impecáveis, um processo de negociação profissional e transparente, uma planificação de visitas bem organizada e um tratamento educado e honesto.
Pode parecer inusitado, mas acontece. Por vezes, surgem contratempos pessoais que nos obrigam a fazer mudanças significativas na nossa vida. Vender uma casa cinco anos depois de a ter comprado, ainda que pareça desafiador, é possível, desde que te organizes e trates de toda a burocracia com tempo. Este artigo dá-te a conhecer alguns dos passos que deves seguir para garantir que tudo corre bem na transação.
Nos últimos anos o certificado energético tem sido muito falado no mercado imobiliário. É um documento essencial para vender ou arrendar uma propriedade e que avalia a eficiência energética. E porque é tão importante na venda de uma casa? Pode influenciar o valor e o interesse de um imóvel, dependendo da letra designada. Explicamos-te em seguida como é que o certificado pode impactar a venda da tua casa e quais as implicações legais associadas.
A compra de casa em Portugal ganhou um novo dinamismo em meados de 2024. E assim deverá continuar ao longo deste ano, perante as descidas dos juros e os novos incentivos fiscais destinados aos jovens (isenção de IMT e garantia pública). Mas a habitação disponível para venda continua escassa e, muitas vezes, apresenta preços muito superiores ao que uma família de classe média consegue pagar. Afinal, este desequilíbrio entre a procura e a oferta continua a encarecer a habitação no nosso país: os preços das casas subiram 4,3% em janeiro face ao mesmo mês de 2024. Assim, comprar casa passou a ter o custo mediano de 2.693 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de janeiro, mostra o índice de preços do idealista, editor desta newsletter.
A compra de casa em Portugal ganhou um novo fôlego na segunda metade de 2024, alimentada pela descida dos juros no crédito habitação e isenção de IMT para os jovens. E este aumento na venda de imóveis residenciais ajuda a explicar a desaceleração sentida na subida de oferta de casas à venda em Portugal: cresceu apenas 2% no final de 2024 face ao mesmo período do ano anterior (no trimestre anterior tinha subido 5%), segundo revelam os dados analisados pelo idealista, o principal Marketplace imobiliário do sul da Europa e editor desta newsletter.
As descidas dos juros e a isenção de IMT para jovens ajudaram a animar a compra de casas em Portugal durante o ano passado – e espera-se que assim continue. Mas, ao contrário do que se possa pensar, a venda de casas não vai aumentar exponencialmente em 2025, porque há um fator estrutural que deverá limitar estes negócios: a falta de habitação no mercado. É isso mesmo que antecipam os mediadores imobiliários ouvidos pelo idealista/news, prevendo que a venda de casas deverá abrandar o crescimento ao longo deste ano e, consequentemente, também se sentirá uma desaceleração da subida do preço da habitação.
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