Novo Banco vende 4 edifícios no Marquês, que estavam pensados para expansão da sede do BES
O Novo Banco acaba de alienar um conjunto de quatro edifícios contíguos à sede, na Avenida da Liberdade e na Rua Rosa Araújo, no centro de Lisboa. O comprador é um fundo anglo-saxónico, que se estreia no investimento em Portugal, e a transação terá sido fechada à volta dos 30 milhões de euros.
Radiografia do dia: Evolução da absorção e da taxa de desocupação de escritórios em Lisboa
O segmento de escritórios viveu em 2014 um dos seus melhores anos. No ano passado, após o mínimo histórico atingido em 2013, o mercado assistiu a um aumento claro da atividade de ocupação. Foram fechados em 2014 na Grande Lisboa cerca de 240 negócios, totalizando mais de 128.600 m2 de espaços ocupados. O setor cresceu 65% face a 2013.
EDP vende mais um imóvel no Marquês de Pombal
A EDP acaba de fazer mais um negócio imobiliário no Marquês de Pombal, em Lisboa. Desta vez, o Fundo de Pensões da elétrica portuguesa alienou o número 46 da Rua Camilo Castelo Branco. O imóvel foi vendido no final do ano passado ao grupo segurador francês SMA, que opera em Portugal através da subsidiária Victoria Seguros.
Frente Ribeirinha, a próxima zona top de Lisboa
O mercado imobiliário obteve resultados históricos nos últimos anos. Só em 2014, na área de investimento e promoção, registou-se um volume de negócios superior a 850 milhões de euros, quase o triplo do verificado em 2013. Para 2015, as perspetivas também são otimistas, garante Francisco Horta e Costa, diretor geral da consultora CBRE. Faltam, no entanto, grandes áreas de escritórios, as mais procuradas pelos investidores. A Zona Ribeirinha pode ser a solução.
Lisboa: arrendamento de escritórios no nível mais elevado desde 2008
Em setembro foram absorvidos 25.000 m2 de escritórios em Lisboa, o que representa o valor mais elevado dos últimos seis anos (desde 2008). Nos primeiros nove meses do ano, foram absorvidos 78.482 m2 de escritórios, mais 76% que no mesmo período do ano passado e mais que os 77.802 m2 arrendados em 2013.
Lisboa: estrangeiros compram escritório devoluto na Avenida da Liberdade
Um escritório devoluto localizado na Avenida da Liberdade nº 245, em Lisboa, foi vendido a dois investidores estrangeiros privados. O negócio, cujos números não foram divulgados, foi intermediado pela consultora imobiliária CBRE, que representou um fundo imobiliário português na venda. O escritório será colocado posteriormente no mercado de arrendamento.
Lisboa: segmento escritórios cresceu 61% face a 2013
A área de escritórios contratada na Grande Lisboa no primeiro semestre do aumentou bastante (61%) face ao mesmo período do ano passado. Segundo dados da consultora Worx Real Estate, registaram-se 117 operações entre janeiro e junho relacionadas com escritórios na Grande Lisboa, o que representou uma área total de 41,020 metros quadrados. Por outro lado, os preços das lojas comerciais também estão mais caros, tendo aumentado 1% do 1º para o 2º trimestre, a nível nacional.
Lisboa: área de escritórios contratada sobe 34% num ano
A área de escritórios contratada em julho totalizou 5.337 metros quadrados (m2), menos 41% que no período homólogo (9.090 m2). Ainda assim, e segundo um estudo realizado pela consultora Aguirre Newman (AG), a área de escritórios contratada na capital nos primeiros sete meses deste ano foi superior 34% à registada no mesmo período do ano passado: 46.357 m2 contra 34.603 m2.
Village Underground Lisboa: trabalhar em escritórios que são contentores ou autocarros por 150 euros (vídeo)
Alguma vez te passou pela cabeça trabalhar num contentor marítimo ou num autocarro da Carris? Agora imagina esse cenário e numa zona privilegiada de Lisboa, em Alcântara, paredes meias com o rio Tejo. O idealista News foi conhecer o Village Underground Lisboa (VUL), um espaço localizado dentro da Estação de Santo Amaro, onde também se encontra o Museu da Carris. A cidade “precisava definitivamente de um espaço destes”, conta Mariana Duarte Silva, cofundadora do projeto.
Lisboa: mercado de escritórios cresce 60% num ano
O mercado de escritórios da Grande Lisboa está a aquecer, dando indícios de estar em recuperação. Nos primeiros seis meses do ano foram fechados 120 negócios, totalizando cerca de 41.100 metros quadrados (m2) de espaços ocupados. Trata-se de um aumento de 60% face ao período homólogo e de 11% quando comparado com a média dos cinco anos anteriores.
Lisboa: arrendamento de escritórios sobe 42% face ao ano passado
Estão a arrendar-se mais escritórios em Lisboa. Segundo dados da consultora imobiliária Jones Lang LaSalle (JLL), as empresas arrendaram, nos primeiros três meses do ano, 17.258 m2 de espaços de escritórios na capital, mais 42% que no mesmo período do ano passado (12.128 m2).
Lisboa: já é possível trabalhar em contentores e autocarros
Abre hoje ao público o Village Underground Lisboa, um espaço de escritórios criados em contentores de navios e autocarros desativados empilhados. O espaço, localizado em Alcântara e com vista para o rio Tejo, é ideal para acolher pessoas e empresas criativas, sendo que por 150 euros está garantia eletricidade, internet e… convívio.
A cidade mais cara do mundo para ter um escritório é…
Londres é, pelo segundo ano consecutivo, a cidade com os escritórios mais caros do mundo.



Contentores e autocarros transformados em escritórios
O Village Underground Lisboa, um espaço de escritórios criados em contentores de navios e autocarros desativados empilhados, localizado em Alcântara e com vista para o rio Tejo, abre ao público dia 9 de abril.
Arrendamento de escritórios está “mais ativo” mas é “pouco expressivo”
O mercado de arrendamento de escritórios esteve “mais ativo” no terceiro trimestre do ano, embora se mantenha “muito pouco expressivo”.
lisboa: ocupação de escritórios desceu 28% num ano
no primeiro semestre, o mercado de escritórios de lisboa registou o nível mais baixo de ocupação desde que é apurada esta informação, tendo sido arrendados menos 28% de espaços que no ano passado.
há em lisboa 530 mil m2 de escritórios vazios
nunca houve tantos escritórios desocupados em lisboa. dados da consultora cushman & wakefield (c&w) concluem que a área de escritórios vazios na capital atingiu um novo máximo histórico no ano passado, havendo mais de 530 mil m2 de espaços livres, o equivalente a 12,1% do total existente.
mercado de escritórios de lisboa cresce quase 100% num ano
o mercado de escritórios em lisboa cresceu 17% no terceiro trimestre do ano, quando comparado com o segundo trimestre, e 92% em relação ao mesmo período de 2011.
ocupação de escritórios em lisboa aumenta 125% face a 2011
o mês de agosto foi o terceiro mais dinâmico do ano em termos de ocupação de escritórios em lisboa, registando uma absorção de 7.292 m2, de acordo com o estudo "office flashpoint", da consultora jones lang lasalle (jll).
colocação de escritórios em lisboa duplica face ao ano passado
em maio, a colocação de escritórios em lisboa foi 100% superior face à registada no mesmo mês do ano passado.
lisboa tem 304 edifícios de escritórios vazios
existem em lisboa 304 edifícios de escritórios que não estão ocupados, o equivalente a 548 mil m2. dos espaços por ocupar, que podem ser arrendados ou vendidos, 217 mil m2 (90 edifícios) nunca chegaram a ter “dono” enquanto 331 mil m2 (214 edifícios) já foram usados.
lisboa é a 45ª cidade com os escritórios mais caros do mundo
311 euros por m2/ano é quanto custa um espaço para escritórios em lisboa.
arrendamento de escritórios em lisboa aumenta em abril
em abril, o mercado de escritórios em lisboa registou uma "ligeira recuperação em termos mensais (11%)", revelou o último "office flashpoint" da consultora jones lang lasalle.
arrendamento de escritórios em lisboa é o pior da década
a área de escritórios contratada em lisboa no primeiro trimestre do ano foi a pior da década. segundo o jornal destak, que se baseia numa análise da consultora aguirre newman, a área contratada entre janeiro e março foi de 13.530 m2, menos 60% à registada em igual período do ano passado.
lisboa com menos 88% de procura de escritórios em março
o mercado de escritórios de lisboa caiu 88% em março, depois de em fevereiro ter deixado indícios de recuperação com uma subida de 13,5%.