Inflação está a retirar poder de compra aos portugueses

Inflação chega à alimentação: preços sobem 13,9% e famílias adaptam-se

A subida da taxa de inflação, que em julho fixou-se em 9,1%, o valor mais alto desde 1992, está a retirar poder de compra aos portugueses, que apesar de estarem a ganhar mais estão também a gastar mais nos vários produtos e bens que compram, nomeadamente os essenciais. Isto porque o custo de vida também encareceu, nomeadamente os gastos com a fatura da eletricidade (subiu mais de 30% num ano) e com a alimentação (despesas aumentaram mais de 13,9%).
inflação familiar

PCP pede ao Governo para travar subida das rendas e despejos

O PCP pediu, esta quarta-feira (dia 17 de agosto de 2022), a intervenção do Governo para travar a atualização das rendas - devido à alta inflação, que afeta os salários reais e o poder de compra - proteger as famílias da denúncia de contratos de arrendamento e suspender a execução dos cont
Portugueses ganham mais mas perdem poder de compra

Salário Vs inflação: portugueses ganham mais mas perdem poder de compra

A subida da inflação não está a dar tréguas em Portugal e no mundo. Um fenómeno que está a fazer soar os alarmes a nível nacional, visto que o ritmo de crescimento dos salários não está a acompanhar – ou está a revelar-se insuficiente para acompanhar – a subida dos preços, que dispararam em flecha nos últimos meses à boleia da taxa de inflação, que em Portugal já está nos 9,1%. 
Inflação faz descer salários médios reais em Portugal

Alta inflação rouba 4,6% aos salários reais no 2º trimestre

Além de estar a contribuir para aumentar o custo de vida, a alta inflação que se faz sentir em Portugal está a fazer com que os salários médios em termos reais diminuam. Os dados mais recentes divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) mostram isso mesmo: no segundo trimestre do ano, a variação da remuneração bruta total média em termos reais – descontando o efeito da inflação – sofreu uma redução de 4,6% face ao período homólogo. Trata-se de uma queda superior quando comparada com a verificada no primeiro trimestre (2,2%).
Rendas a subir à boleia da inflação:

Rendas a subir à boleia da inflação: podem aumentar 5% em 2023

Arrendar casa está cada vez mais caro, tendo as rendas aumentado 2,7% num ano, em julho de 2022 face ao período homólogo. Um cenário que se deverá manter, visto que, como se esperava, o indicador que serve de referência para a atualização automática das rendas no próximo ano voltou a crescer em julho, fixando-se em 4,79%. Aproxima-se, desta forma, dos 5%, que seria o valor mais elevado desde a década de 1990.
Inflação nos EUA alivia de máximos de 40 anos e abranda para 8,5%

EUA: inflação alivia de máximos de 40 anos e abranda para 8,5%

A inflação homóloga nos EUA desacelerou para 8,5% em julho, o que se deve principalmente à descida do preço dos combustíveis, segundo o índice de preços no consumidor (CPI) divulgado esta quarta-feira (10 de agosto de 2022) pelo Departamento do Trabalho. Em junho, a inflação homóloga tinha ficado em 9,1%, o nível mais alto desde novembro de 1981. Na comparação com o mês anterior, os preços mantiveram-se estáveis.
Inflação sobe mesmo para 9,1% em julho

Inflação sobe mesmo para 9,1% em julho – o valor mais alto desde 1992

Agora é oficial: a variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) - taxa de inflação - foi 9,1% em julho, um valor superior em 0,4 pontos percentuais (p.p.) face ao verificado no mês anterior, sendo, de resto, a taxa de inflação mais elevada desde novembro de 1992. Em causa estão dados divulgados esta quarta-feira (10 de agosto de 2022) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Mediação imobiliária em alta em Portugal

Mediação imobiliária finta guerra e inflação: “2022 começou em força”

Se há setor que deu boa resposta à pandemia da Covid-19 foi o da mediação imobiliária. Os desafios atuais são muitos, nomeadamente tendo em conta o momento que se vive, de guerra na Europa, de inflação em alta e de juros a subir. Mas otimismo é a palavra de ordem, apesar da incerteza existente. No caso da ERA, “o ano de 2022 começou em força, mantendo a tendência de crescimento que se tem vindo a verificar no setor, apesar da conjuntura não ser a melhor”, diz em comunicado Rui Torgal, CEO da mediadora imobiliária.
Atualização de rendas das casas

Atualização das rendas em 2023: inflação de referência sobe para 4,79%

Não há boas notícias para os inquilinos. A inflação que se faz sentir no país - e que chegou aos 9,1% em julho - terá impacto no coeficiente de atualização das rendas. A taxa média de inflação nos 12 meses terminados em julho já vai em 4,79%. É em agosto que o Instituto Nacional de Estatística (INE) publica o valor final que vai contar para o cálculo. E a continuar a subir a este ritmo, as rendas das casas poderão subir 5% em 2023.
Rendas a subir à boleia da inflação em 2023?

Rendas a subir à boleia da inflação? Senhorios falam em “bom senso”

Com a inflação em alta, também as rendas a cobrar pelos senhorios aos inquilinos podem aumentar em 2023. Segundo as estimativas do INE para junho, o indicador utilizado para esta atualização já vai em 4,1%, sendo que a atualização é automática e feita com base na inflação registada em agosto. Ou seja, o valor poderá ainda subir e rondar os 5%. As associações de proprietários consideram, no entanto, que “há bom senso”, que os senhorios estão atentos à situação política e económica atual e que, nesse sentido, a maioria não irá aumentar as rendas com base no coeficiente de atualização.
Taxas de juro estão a aumentar nos EUA

EUA: Fed aumenta taxas de juro em 75 pontos base

A Reserva federal norte-americana (Fed) decidiu aumentar as taxas de juro em 75 pontos base, a quarta subida este ano, foi anunciado esta quarta-feira (27 de julho de 2022). As taxas de referência vão agora situar-se entre 2,25% e 2,50%, o valor mais alto desde 2018.
Construção de casas em Gaia

Skyline: prédio mais alto do país vai custar mais 30 milhões

É em Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, que o prédio mais alto do país vai ser edificado. O projeto Skyline – assim se chama – vai ser construído pela mão dos israelitas da Fortera Properties com um investimento de 150 milhões de euros, mais 30 milhões do que o previsto inicialmente. E são as “alterações ao projeto” e os “expressivos aumentos no setor da construção” que estão por detrás desta subida do valor do investimento, admite a promotora imobiliária.