Sem-abrigo em Portugal

Ainda há mais de 10.500 sem-abrigo – mas 2.500 deixaram de ser desde 2020

Mais de 10.700 pessoas viviam na condição de sem-abrigo em 2022, segundo dados oficiais divulgados esta quarta-feira (20 de dezembro de 2023), em que pela primeira vez foi feito um levantamento em todos os municípios de Portugal continental. Segundo a síntese de resultados do Inquérito de Caracterização das Pessoas em Situação de Sem-Abrigo para o ano de 2022, “foram sinalizadas 10.773 pessoas em situação de sem-abrigo”. Paralelamente, cerca de 2.500 pessoas deixaram de viver na condição de sem-abrigo nos últimos três anos, entre 2020 e 2022.
Poder de compra sobe em Portugal

Poder de compra em Portugal sobe para 78,7% da média europeia em 2022

Em 2022, o Produto Interno Bruto (PIB) per capita de Portugal, expresso em Paridades de Poder de Compra (PPC), situou-se em 78,7% da média da União Europeia (UE), segunda dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) esta quinta-feira (14 de dezembro de 2024). Trata-se de um valor superior em 3,4 pontos percentuais (p.p.) face ao registado em 2021 (75,3%).
Juros do BCE em pausa

Cortes dos juros diretores do BCE estão longe de vista, admite Lagarde

Muitos analistas de mercado têm antecipado que os primeiros cortes dos juros do BCE vão acontecer em 2024. Mas o regulador europeu coloca essa hipótese, para já, longe de vista. “Não discutimos nenhum corte nas taxas”, afirmou Christine Lagarde, presidente do BCE, defendendo que este não é o momento de "baixar a guarda" na luta contra a inflação na Zona Euro. O que é certo é que, agora, o guardião do euro está convicto que as taxas de juro têm de permanecer elevadas durante o tempo que for necessário para garantir que a inflação retorna ao objetivo dos 2%. E, neste sentido, decidiu manter os juros diretores inalterados entre os 4% e os 4,75% na reunião de política monetária realizada esta quinta-feira, dia 14 de dezembro.
Inflação está a descer em Portugal

Inflação desce em Portugal para 1,5% e já está abaixo da meta do BCE

A taxa de inflação homóloga continua a descer em Portugal, tendo diminuído de 2,1% em outubro para 1,5% em novembro, mais que o estimado inicialmente pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) – as previsões apontavam para 1,6%. Trata-se de um valor muito inferior ao verificado há um ano – em novembro de 2022 a taxa de inflação homóloga situou-se em 9,9% –, sendo também uma boa notícia para as famílias portuguesas, que viram o poder de compra cair a pique nos últimos dois anos. E mais: a inflação em Portugal está já abaixo dos 2%, a meta definida pelo Banco Central Europeu (BCE) para assegurar a estabilização dos preços.
Juros no Reino Unido

Banco de Inglaterra mantém taxa de juro em 5,25% pela 3ª vez

O Banco da Inglaterra manteve esta quinta-feira, dia 14 de dezembro de 2023, as taxas de juros em 5,25% pela terceira vez consecutiva, depois de a entidade ter decidido anteriormente até 14 aumentos para controlar a subida da inflação. No final da reunião de hoje, o comité de política monetária do
Subida dos salários

Subida dos salários deve ser “prudente” para conter inflação e juros

O mercado de trabalho encontra-se robusto na Zona Euro. E o atual perfil salarial está alinhado com a estabilidade de preços. Por isso mesmo, o governador do Banco de Portugal (BdP) defende que deve haver “prudência” na hora de decidir os aumentos dos salários, para evitar que haja espirais salários-preços na área euro, ou seja, que o reforço dos rendimentos das famílias impulsione a inflação. Isto porque o Banco Central Europeu (BCE) pode voltar a aumentar as taxas de juro diretoras para travar a inflação se considerar necessário.
Inflação em Portugal a descer

Inflação em Portugal desce para 1,6% em novembro

A inflação em Portugal continua a descer. Os dados provisórios do Instituto Nacional de Estatística (INE) esta quinta-feira divulgados indicam que a inflação terá descido de 2,1% em outubro para 1,6% em novembro, sobretudo, devido à desaceleração dos preços dos alimentos. Esta é uma boa notícia para as famílias portuguesas que têm sentido o poder de compra pressionado nos últimos dois anos. Até porque, se os dados vierem a ser confirmados no próximo dia 14 de dezembro, significa que a inflação em Portugal está abaixo dos 2%, a meta do Banco Central Europeu (BCE) para assegurar a estabilização dos preços.
Conflito em Israel preocupa BCE

Guardiões da economia internacional preocupados com guerra em Israel

A incerteza na economia mundial voltou a agravar-se desde o passado dia 7 de outubro, quando o grupo islamita palestiniano Hamas avançou com um ataque sem precedentes a Israel, que gerou uma reação israelita imediata, com o cerco da Faixa de Gaza. Os desenvolvimentos deste conflito no Médio Oriente têm sido acompanhados com olhar atento pelos organismos internacionais, desde o FMI à Comissão Europeia. O Banco Central Europeu (BCE) admite mesmo haver riscos sobre a evolução da inflação na Zona Euro, por via do potencial aumento dos custos da energia. E todo este cenário pode comprometer as metas do regulador europeu, que se pode ver obrigado a aumentar as taxas de juro diretoras, depois de ter feito uma pausa nas subidas em outubro. O idealista/news conta agora qual é o possível rumo da inflação, dos juros do BCE e do comportamento do PIB, a par de outras variáveis, com a ajuda de especialistas e dados oficiais.
Riscos do conflito do Médio Oriente no imobiliário

Venda de casas e investimento em risco com conflito no Médio Oriente?

O conflito armado no Médio Oriente já dura há mais de um mês, deixando um rasto de destruição em Israel e na Faixa de Gaza e somando milhares de mortos e feridos em ambos os territórios. Mas os efeitos desta guerra não se fazem sentir apenas localmente. Atravessam oceanos e continentes, impactando a economia e os negócios na Europa e em Portugal, através do aumento dos custos da energia, das matérias-primas, da inflação e dos juros, e contribuindo para um arrefecimento do desenvolvimento económico, que acaba por sentir-se na vida das famílias a vários níveis. Nomeadamente, há risco de o conflito no Médio Oriente ter efeitos também no universo da habitação e do imobiliário, traduzindo-se na subida dos custos da construção, no aumento dos juros do crédito habitação, na redução da venda de casas e ainda na queda de investimento imobiliário, agudizando a crise habitacional que se vive em Portugal e na Europa, tal como antecipam vários especialistas ouvidos pelo idealista/news.
Renda das casas a subir

Rendas das casas aumentaram 5% em outubro – a maior subida de sempre

Arrendar casa em Portugal está cada vez mais caro. O Instituto Nacional de Estatística (INE) revelou esta quinta-feira que as rendas da habitação subiram 5,0% em outubro face ao período homólogo. E, olhando para o horizonte, verifica-se que este é mesmo o maior aumento anual das rendas de sempre, tendo superado o máximo registado em 2014.
Fixar prestação da casa

Fixar a prestação do crédito habitação em tempos de crise: sim ou não?

A crise bateu à porta da casa de muitas famílias, que viram a prestação do crédito habitação subir em flecha – quem tem o empréstimo indexado a taxas Euribor variáveis – desde meados do ano passado. O Governo, de forma a mitigar este cenário, deu luz verde à possibilidade de fixar as prestações da casa durante dois anos. A adesão a esta medida implica, no entanto, que se paguem mais de juros no final do empréstimo. Será, então, que vale a pena fixar a prestação do crédito habitação? Explicamos tudo sobre este assunto no artigo desta semana da Deco Alerta. 
Inflação dá tréguas em Portugal

Inflação em Portugal aproxima-se da meta do BCE: cai para 2,1%

Agora é oficial: o Instituto Nacional de Estatística (INE) confirmou que a variação homóloga da taxa de inflação diminuiu para 2,1% em outubro, sendo inferior em 1,5 pontos percentuais (p.p.) à observada em setembro (3,6%). Este é, de resto, o valor mais baixo desde outubro de 2021 (1,8%), sendo também muito menor face ao verificado há um ano – 10,1% em outubro de 2022 –, aproximando-se da meta definida pelo Banco Central Europeu (BCE), que é de 2%. 
Poder de compra a aumentar em Portugal

Poder de compra cresce em Portugal no segundo trimestre

Depois de no primeiro trimestre o rendimento real per capita das famílias nacionais ter contraído 1,24%, no segundo trimestre o cenário mudou de figura, tendo aumentado 1,52%. Significa isto que, entre abril e junho, as famílias portuguesas ganharam poder de compra, inclusive para um nível inclusive acima da média dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económica (OCDE).
Evolução das taxas de juro na Zona Euro, Reino Unido, Japão e EUA

Taxas de juro a subir na Zona Euro, EUA e Reino Unido – Japão resiste

Vários bancos centrais optaram, no último ano, por aumentar as taxas de juro diretoras, de forma a tentar dar resposta à alta taxa de inflação. Foi assim, por exemplo, na Zona Euro, nos EUA e no Reino Unido, que agora decidiram, no entanto, tirar o “pé do acelerador”. O banco central do Japão mantém-se, no entanto, firme, com a taxa de juro diretora a permanecer em terreno negativo desde 2016. 
WeWork declara falência nos EUA e Canadá

Escritórios partilhados: WeWork vai declarar falência nos EUA e Canadá

O gigante norte-americano dos escritórios partilhados WeWork, em sérias dificuldades há vários anos, anunciou esta segunda-feira (6 de novembro de 2023) que vai declarar falência para negociar com os credores uma redução "significativa" da dívida – rondará os 18.600 milhões de dólares (17.325 milhões de euros) – e reestruturar as atividades.
Investimento em imobiliário comercial em Portugal

Investimento em imobiliário comercial em queda – recua 46%

Nos primeiros nove meses do ano, o investimento em imobiliário comercial somou 1.050 milhões de euros em Portugal, valor que apresenta uma quebra na ordem dos 46% face ao mesmo período de 2022. Em causa estão dados que constam no mais recente Market Pulse, da JLL. Trata-se de um recuo que se deve ao facto de haver “uma postura mais cautelosa dos investidores” e “um atraso na concretização de muitas operações, reflexo da crescente incerteza devido ao quadro macroeconómico e geopolítico”, refere a consultora. Esta é, de resto, “uma tendência global que está a afetar também Portugal”. 
Resgatar PPR para pagar a prestação da casa

Resgates de PPR para pagar a casa disparam - em 2024 ainda será possível?

Os reembolsos excecionais (sem penalização) de Planos-Poupança Reforma (PPR), nomeadamente para efeitos de amortização do crédito habitação ou para ajudar a pagar a prestação da casa ao banco dispararam, à boleia dos aumentos das taxas de juro. Para já, a regra está em vigor até final do ano. Para esta ajuda se manter no próximo, terá de haver uma alteração legislativa, que até ver não está prevista e/ou contemplada no Orçamento do Estado para 2024 (OE2024). 
Banco de Inglaterra mantem juros inalterados

Banco de Inglaterra mantém taxas de juro diretoras em 5,25%

O Banco de Inglaterra manteve esta quinta-feira (2 de novembro de 2023) as taxas de juro diretoras em 5,25%, pela segunda vez consecutiva, depois de numerosas subidas no último ano para controlar a inflação. Uma decisão idêntica à tomada pela Reserva Federal dos EUA (Fed), que manteve as taxas de juro inalteradas entre 5,25% e 5,5%, e pelo Banco Central Europeu (BCE), que após dez aumentos consecutivos manteve a taxa de refinanciamento bancário em 4,5%, o nível mais alto desde 2001.