Imobiliário

Investimento imobiliário comercial no país deve atingir 2,4 mil milhões

O mercado imobiliário português está a entrar numa fase de maturidade e consolidação, devido à estabilidade dos fundamentos macroeconómicos e pelo facto de Portugal ser um dos mercados mais defensivos da Europa em termos de perfil risco-retorno. Depois de um 2025 de expressiva recuperação, em que o investimento comercial chegou aos 2,7 mil milhões de euros (+17% em termos homólogos), espera-se uma normalização da atividade para este ano.
LoureShopping

Quatro centros comerciais no país batem recorde de afluências em 2025

Os quatro centros comerciais geridos integralmente pela Castellana Properties em Portugal registaram individualmente, em 2025, os números de afluência mais altos da sua história. No conjunto, o RioSul, o LoureShopping, o 8ª Avenida e o Forum Madeira superaram as 26 milhões de visitas, o que representa um aumento de mais de 2% em comparação com 2024 e é reflexo da eficácia da gestão ativa da empresa e do atrativo contínuo destes espaços.
Hotel Meliá Lisboa

Hotelaria: Meliá investe 575 milhões até 2026 e reforça aposta no luxo

A cadeia hoteleira Meliá investirá entre 2025 e 2026 um total de 575 milhões de euros, 43% acima dos 400 milhões do biénio 2023-2024, e encerrará este exercício com 400 hotéis, mais 17 do que no ano passado. E as previsões para este ano são muito positivas, com um aumento das reservas registadas superior a 10% em média, segundo o presidente executivo do grupo, Gabriel Escarrer.
Gráfico de investimentos

Investimento em imobiliário comercial cresce e atrai mais portugueses

O ano de 2025 foi bastante positivo no que respeita a investimento imobiliário comercial de rendimento. Com mais investidores portugueses, o ano encerrou com um volume total de 2,82 mil milhões de euros, representando um crescimento de cerca de 22% em comparação com o ano anterior. Este crescimento consolida a recuperação já iniciada em 2024, quando chegou aos 2,3 milhões de euros.
Secil

Empresa espanhola compra cimenteira Secil por 1,4 mil milhões de euros

A Semapa celebrou um acordo vinculativo para a venda de 100% do capital social da Secil à Molins, por um Enterprise Value de 1,4 mil milhões de euros. O fecho da operação está previsto para o primeiro trimestre de 2026, sujeito às condições habituais deste tipo de transação. A transação “integra a estratégia de gestão ativa do portefólio da Semapa, fortalecendo a capacidade de investimento do Grupo dentro da estratégia delineada”, refere em comunicado, permitindo à empresa diversificar os seus investimentos e criar valor sustentável a longo prazo

Hong Kong prepara-se para receber um ícone urbano inovador

Hong Kong prepara-se para receber um novo ícone urbano. O grupo imobiliário Land Development anunciou o arranque do Central Yards, um projeto de uso misto avaliado em 63 mil milhões de dólares de Hong Kong (702 milhões de euros à taxa de câmbio atual). A peça central do design será o chamado ‘landscraper’, uma estrutura horizontal com 400 metros de comprimento, situada numa parcela de 4,8 hectares frente à costa de Hong Kong. Este edifício acolherá escritórios de última geração, lojas inovadoras e um centro cultural vibrante, criando um destino dinâmico e atrativo.
Armazém de logística

Logística: Blackstone tem 8 ativos à venda em Lisboa por 100 milhões

A gestora norte-americana Blackstone colocou no mercado oito ativos de logística localizados na Grande Lisboa, num processo avaliado em cerca de 100 milhões de euros. A operação insere-se na estratégia da empresa de ajustar o seu portefólio imobiliário num momento de elevada procura por espaços logísticos em Portugal.
Pavilhão da Nersant

Pavilhão da Nersant em Torres Vedras desperta interesse de grandes marcas

Os novos proprietários do pavilhão da Associação Empresarial da Região de Santarém – Nersant estão a negociar a venda do espaço, que já desperta interesse de grandes marcas, como a cadeia espanhola Mercadona. O imóvel, adquirido recentemente pelas empresas Imohorizonte e Additional Parade por cerca de 1,9 milhões de euros, poderá passar por alterações significativas, já que os compradores pretendem desenvolver projetos próprios no local.
Vida Ovar

Centro comercial Vida Ovar vendido por mais de 20 milhões

O centro comercial Vida Ovar, com mais de 20 mil metros quadrados (m2) e 61 unidades comerciais, foi adquirido pela gestora de fundos imobiliários francesa Sogenial por um valor superior a 20 milhões de euros. Localizado no distrito de Aveiro, a poucos quilómetros do Porto, o ativo é considerado um polo estratégico para a região e deverá ganhar relevância no setor do retalho e lazer.
IKEA

Mercado chinês leva Ikea a reduzir preços e reforçar aposta no retalho

O grupo sueco Ikea anunciou esta quarta-feira, dia 3 de setembro de 2025, um investimento de 160 milhões de yuan (19,3 milhões de euros) para baixar preços na China, procurando atrair mais clientes e enfrentar a concorrência local, num contexto de fraco consumo e desaceleração económica. De acordo com o portal económico chinês Yicai, a filial chinesa da cadeia de mobiliário já investiu aproximadamente 673 milhões de yuan (81 milhões de euros) com esse objetivo ao longo dos últimos dois anos.
Investimento Direto do Exterior em Portugal

Investimento direto estrangeiro em Portugal em queda

O Investimento Direto do Exterior em Portugal (IDE) caiu 1.063 milhões de euros no primeiro trimestre do ano, especialmente impactado pela redução de dívida. É, de resto, a primeira vez que o IDE recua no país desde o segundo trimestre de 2020, ou seja, em plena pandemia. Já o Investimento Direto de Portugal no Exterior (IPE) aumentou 1.321 milhões de euros. Em causa estão dados divulgados esta terça-feira (27 de maio de 2025) pelo Banco de Portugal (BdP).
Investidores imobiliários

Investidores residenciais estão de olho em imóveis comerciais: porquê?

Há uma nova tendência identificada no mercado imobiliário português. Os habituais investidores em habitação estão a olhar cada vez mais para imóveis comerciais, como lojas de rua, pequenos hotéis ou supermercados. Isto acontece por vários motivos, como a procura por retornos mais elevados, segurança e gestão descomplicada dos seus ativos.
Retail Park da Póvoa de Varzim

Retail Mind investe 150 milhões em 4 retail parks em Portugal até 2027

O Grupo Retail Mind, gestor e consultor ibérico fundado em 2012 e especialista em retalho, está a desenvolver quatro novos retail parks em Portugal, com inaugurações previstas até janeiro de 2027. Em causa estão espaços comerciais localizados em Felgueiras, Ponta Delgada, Póvoa de Varzim e Cantanhede que “representam um investimento global de mais de 150 milhões de euros e estarão na origem de cerca de 2.000 postos de trabalho diretos e indiretos”, adianta a empresa em comunicado.
investimento imobiliário

Investimento em imobiliário cai 50% - hotéis e retalho destacam-se

O imobiliário atravessou um momento de maior turbulência em 2023, fruto do contexto socioeconómico global. Em Portugal, assistiu-se a uma diminuição de 50% do investimento imobiliário em comparação com o ano anterior. A entrada de capital em imóveis comerciais totalizou 1.600 milhões e os setores de hoteleira e retalho "brilharam”, captando a maior parte do investimento (40% e 35%, respetivamente).
Logística em alta em Portugal

Logística em Lisboa: Panattoni Park Lisbon-City concluído em 2025

O segmento da logística em Portugal continua no radar dos investidores. O Panattoni Park Lisbon-City, o segundo da promotora imobiliária logístico-industrial norte-americana no país – o primeiro encontra-se em Valongo –, vai nascer em Santa Iria da Azóia (Loures), às portas de Lisboa. Terá 85.000 metros quadrados (m2) de Área Bruta Locável (ABL), distribuídos por diversos espaços de armazém e de escritórios, e estará concluído no final de 2025. “Será um dos projetos logísticos com maior expressão da Grande Lisboa”, referem em comunicado a Savills e a Cushman & Wakefield (C&W), responsáveis pela comercialização do ativo. 
Investimento em imobiliário comercial em Portugal

Investimento em imobiliário comercial cresce 17% no primeiro semestre

A atividade de investimento em imobiliário comercial registou um volume de negócios de 749 milhões de euros no primeiro semestre de 2023, mais 17% que no período homólogo. Foram feitas cerca de 40 operações, tendo o valor médio por transação rondado 20 milhões de euros. Em causa estão dados que constam na 41ª edição do Marketbeat Portugal, da Cushman & Wakefield (C&W), que revelam ainda que os ativos de retalho concentraram 38% do volume total investido, seguindo-se a hotelaria (36%).
Imobiliário em Lisboa

Inflação e juros levam imobiliário a dois ritmos - que setor brilha mais?

O mercado imobiliário continua a dar provas de resiliência. Mas não é imune ao atual contexto económico pautado pela alta inflação e subida de juros. A verdade é que o desempenho da atividade imobiliária em Portugal deu-se a dois ritmos nos primeiros três meses de 2023: enquanto o investimento comercial, a venda de casas e a ocupação de escritórios desaceleraram, a atividade da logística, retalho e hotelaria brilhou, superando os patamares registados nos últimos dois anos.  
Primeira loja da Mercadona em Lisboa será no Lumiar

Mercadona “aterra” em Lisboa: câmara aprova loja no Lumiar

O plano de expansão da Mercadona em Portugal vai ganhar um novo capítulo, com a chegada a Lisboa da cadeia de supermercados espanhola. A primeira loja da marca na capital vai nascer no Lumiar, em concreto num edifício na Quinta do Lambert que terá dois pisos e uma área comercial de 3.422 metros quadrados (m2). 
Investir em imobiliário em Portugal

Investimento em imobiliário a bater recordes – “2022 é ano estranho”

“É um ano muito estranho este que estamos a viver. A nós corre bem. É um sentimento um pouco esquizofrénico”. É desta forma que Eric van Leuven, diretor-geral da Cushman & Wakefield (C&W) em Portugal, inicia a apresentação da 39ª edição do Marketbeat Portugal. Segundo a consultora, 2022 pode ser um ano de recordes em termos de investimento em imobiliário comercial, com vários negócios em pipeline e em vias de “sair do papel” até final do ano, o que permite concluir que Portugal continua no radar dos investidores estrangeiros. Não há, no entanto, como fugir ao contexto atual, marcado por alta inflação, taxas de juro a subir e elevados custos de construção, por exemplo, pelo que se antevê que haja um travão no investimento em 2023.