Taxa de juro média dos novos depósitos a prazo em Portugal

Taxa de juro média dos novos depósitos a prazo em máximos de 2014

A taxa de juro média dos novos depósitos a prazo de particulares aumentou de 1,69% em julho para 1,81% em agosto, o valor mais alto desde abril de 2014, indicou esta quarta-feira (4 de outubro de 2023) o Banco de Portugal (BdP). Em causa está uma subida de 0,12 pontos percentuais (p.p) em termos mensais. 
Poupança das famílias em queda

Poupança dos portugueses está a cair para mínimos de 23 anos

As poupanças dos portugueses subiram a pique durante a pandemia da Covid-19. Mas, a partir daí, têm vindo a cair. Os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE) revelam que no primeiro trimestre de 2023 a taxa de poupança das famílias foi de apenas 5,9%, um dos valores mais baixos dos últimos 23 anos. Por detrás desta queda está a subida das prestações da casa, da descida do poder de compra e a falta de incentivos à poupança.
taxas de juro nos depósitos

Juros dos depósitos sobem para valor mais alto em 9 anos

Estando a penalizar o custo do dinheiro, no que respeita ao financiamento, o lado positivo da subida das taxas diretoras do Banco Central Europeu (BCE) também já se está a fazer notar na carteira dos portugueses, com as suas poupanças, a nível de depósitos, a serem melhor remuneradas.
Depósitos das famílias nos bancos

Depósitos das famílias sobem em junho pela primeira vez em 2023

Os depósitos das famílias têm vindo a cair em 2023, sobretudo, devido às baixas remunerações dadas pelos bancos. A este fator soma-se ainda a necessidade de ter poupanças disponíveis para fazer face ao alto custo de vida impulsionado pela inflação e pela subida de juros nos créditos habitação. Mas em junho verificou-se uma inversão desta tendência, de acordo com os dados do Banco de Portugal (BdP) esta quarta-feira divulgados: o stock de depósitos das famílias subiu em junho face ao mês anterior para 174,9 mil milhões de euros. Este é mesmo o primeiro aumento mensal registado em 2023.
Certificados de aforro a crescer

Poupanças em Portugal: certificados de aforro a crescer (mas menos)

Os certificados de aforro aumentaram 2,2 mil milhões de euros em junho, o primeiro mês de comercialização da nova série F. Em causa estão dados divulgados esta segunda-feira (24 de julho de 2023) pelo Banco de Portugal, que confirmam que o dinheiro aplicado pelas famílias em produtos de poupança do Estado está a subir há 15 meses seguidos.
Certificados de Aforro com novas regras

Certificados de Aforro: o que são e o que muda nas regras?

O Governo mexeu nas regras dos Certificados de Aforro (CA), tendo suspendido a série E e iniciado a comercialização da série F, que oferece uma taxa de juro base bruta de 2,5% – mais baixa que a da série anterior, que era de 3,5%. Uma medida que está a gerar polémica, visto que além de ter condições piores para os aforradores dá luz verde aos bancos para venderem também CA. E mais: surge numa altura em que os bancos têm alertado para a fuga das poupanças das famílias de depósitos tradicionais para este produto de poupança do Estado. Confuso? Preparámos um guia no qual explicamos todas as novidades dos CA.
Portugueses tiram poupanças dos bancos

Poupanças das famílias saem dos bancos há quatro meses consecutivos

Os portugueses estão, cada vez mais, a tirar dinheiro do banco, ou para fazerem investimentos ou porque precisam de um encaixe financeiro para fazer face à crise instalada na sequência da subida da taxa de inflação que se fez sentir nos últimos meses – apesar de agora estar a abrandar. Os dados mais recentes do Banco de Portugal (BdP) mostram isso mesmo, havendo em abril “apenas” 174,4 mil milhões de euros em depósitos. 
Certificados de aforro em Portugal

Certificados de Aforro: nova série começa hoje a ser comercializada

Começa a ser comercializada esta segunda-feira (5 de junho de 2023) uma nova série de Certificados de Aforro (CA), a 'F', que oferece uma taxa de juro base bruta de 2,5%. Tal acontece depois da suspensão da 'série E', que levou a oposição a tecer várias críticas. De acordo com a portaria que regula as condições destes novos CA, os títulos desta 'serie F' terão um prazo máximo de 15 anos, findo o qual 'regressam' à conta bancária a que estão associados. De referir ainda que os bancos vão também poder começar a vender CA.
Taxa de poupança das famílias em queda

Taxa de poupança das famílias cai para 6,1% em 2022

A taxa de poupança das famílias caiu para 6,1% do rendimento disponível em 2022, uma redução de 3,8 pontos percentuais face a 2021, divulgou esta sexta-feira o Instituto Nacional de Estatística (INE). Segundo o instituto estatístico, “comparativamente com 2021, o RDB [rendimento disponível bruto] aumentou 7,8% em 2022”, mas este crescimento “não foi suficiente para compensar o aumento da despesa de consumo final, que se fixou em 12,5%, o que determinou a redução da taxa de poupança de 9,9% em 2021 para 6,1% em 2022”.
Amortização antecipada do crédito

Amortizar o crédito habitação ou planear a reforma: o que é melhor?

Quem tem algumas poupanças, pode ficar na dúvida entre investir num plano de pensões ou amortizar o crédito habitação, até porque agora as famílias podem pagar antecipadamente os empréstimos de taxa variável sem pagar quaisquer comissões ou impostos. Ambas as opções possuem vantagens e desvantagens e, dependendo do caso, pode ser mais vantajoso optar por uma alternativa ou por outra. O idealista/news analisou os principais pontos chave que te podem ajudar a decidir entre amortizar o crédito da casa ou investir as poupanças num plano de pensões.
Como poupar em 2023

Como proteger a carteira da inflação: dicas para começar a poupar

O ano de 2023 já arrancou e este é o momento ideal para iniciar a gestão do orçamento familiar. Isto é especialmente importante num momento em que a inflação e a subida dos juros no crédito habitação têm pressionado – e muito – os rendimentos dos portugueses. Para te ajudar nesta tarefa, o idealista/news reuniu várias dicas para começares a poupar e a proteger a tua carteira da subida generalizada dos preços.
certificados de aforro

Certificados de aforro: poupança atinge valor mais elevado desde 2006

As entradas de dinheiro em certificados de aforro em dezembro ascenderam a 1.994 milhões de euros, elevando para 19.626 milhões de euros o saldo aplicado neste tipo de poupança, o mais alto desde pelo menos 2006. A subida das Euribor – indexante usado para a determinação da taxa de juro dos certificados de aforro – que se tem vindo a registar nos últimos meses, tem sido acompanhada de um reforço da poupança dos particulares nestes títulos de dívida pública.
Certificados de aforro em alta

Certificados de Aforro em alta: taxa de juro já ultrapassa os 3%

Os Certificados de Aforro voltaram, pela primeira vez em mais de dez anos, a remunerar os aforradores com taxas de juro acima dos 3%. A taxa de juro bruta para novas subscrições e capitalizações de Certificados de Aforro em janeiro será de 3,016%, sendo necessário recuar até 2009 para encontrar uma remuneração semelhante destes títulos de dívida do Estado desenhados para os pequenos aforradores.
Poupanças nos depósitos

Poupanças nos depósitos voltam a engordar com juros mais altos

Colocar poupanças num depósito bancário é uma forma de proteger o dinheiro num momento de alta inflação, muito embora até há bem pouco tempo os depósitos a prazo pouco ou nada rendiam. Mas este cenário está, agora, a mudar em Portugal e na Europa: as taxas de juro nos depósitos a prazo estão a subir depois de o Banco Central Europeu (BCE) ter subido as taxas de juro diretoras em 250 pontos base. E, em resultado, as poupanças nos depósitos (a prazo e não só) têm engordado no nosso país. Em novembro, totalizavam 182,3 mil milhões de euros, permanecendo no maior patamar de sempre.
certificados de aforro

Certificados de aforro: valor aplicado em outubro supera total de 2021

Os certificados de aforro (CA) registaram a entrada de 1.487 milhões de euros em novas subscrições durante o mês de outubro, valor que supera as emissões anuais registadas de 2016 a 2021. A procura por certificados de aforro tem-se intensificado nos últimos meses, refletindo a subida da Euribor a três meses e o consequente aumento da taxa de remuneração dos certificados– já que aquele indexante integra a fórmula de cálculo da taxa de juro deste produto de poupança.
Taxa de poupança em Portugal é inferior à da média da UE

Portugal é o quinto país da UE onde as famílias menos poupam

Em 2021, em plena pandemia da Covid-19, as famílias portuguesas pouparam apenas 9,8% dos seus rendimentos. Portugal é, de resto, o quinto país da União Europeia (UE) onde as famílias menos pouparam no ano passado, encontrando-se apenas atrás de Dinamarca (9,3%), Lituânia (5,8%), Grécia (3,7%) e Polónia (2,8%). Em causa estão dados divulgados recentemente pelo Eurostat.