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incerteza quanto ao resgate de ppr para pagar a casa dura até março

várias entidades serão ouvidas no parlamento sobre o tema
Autor: Redação

a associação portuguesa dos utilizadores e consumidores de serviços e produtos financeiros (sefin) foi a primeira entidade a ser ouvida sobre a legislação que permite o resgate de planos poupança-reforma (ppr) para pagamento das prestações da casa sem perda de benefícios fiscais. trata-se de um tema polémico e que parece não gerar consenso, sendo que, segundo o diário económico, a indefinição em torno da lei deve manter-se até março

de acordo com a publicação, na audiência que decorreu sexta-feira (dia 15), os membros da direcção da sefin defenderam os moldes em que a lei dos ppr foi desenhada e mostraram-se contra a imposição de um “tecto máximo” para o montante anual desse resgate, o qual está a ser ponderado pelos deputados. “entendemos que a utilização dos ppr para essa finalidade deve ser irrestrita", referiu luís natal marques, presidente da sefin. “a utilização do ppr faz todo o sentido, até por que os ppr têm uma evolução de remuneração absolutamente rastejante", acrescentou

já o banco de portugal, que também será ouvido no parlamento sobre o resgate de ppr para pagar a mensalidade da casa ao banco, considera que a cobrança de comissões para que se possa usar as poupanças para efeitos de crédito à habitação deve "ser ponderada"

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