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CGD entra na guerra dos spreads: baixa (também) a margem mínima para 1,23%

Wikimedia commons
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Autor: Redação

A guerra dos spreads no crédito à habitação está ao rubro. A Caixa Geral de Depósitos (CGD) foi o último banco a ceder e a rever em baixa a margem mínima cobrada aos clientes. Desde o início do ano seis entidades já baixaram os respetivos spreads mínimos, tendo o banco público “imitando” o EuroBic, o BPI, o Crédito Agrícola, o Santander Totta e o Montepio.

A CGD, que não revia o spread mínimo desde junho de 2018, desceu agora a margem mínima para 1,23%, deixando de ter o valor mais elevado entre os 10 principais bancos. Ao mesmo tempo, fica abaixo de alguns dos seus principais concorrentes: BCP, Novo Banco (NB) e BPI, que já “mexeu” nos spreads este ano. Segundo o Jornal de Negócios, o NB não faz alterações nos “preçários” desde maio de 2018 e o BCP desde meados de 2017.

Com esta decisão, a CGD “apresenta uma taxa competitiva num mercado que é importante e relevante para o banco”, disse fonte oficial da instituição, citada pela publicação.

De referir que o Bankinter continua a ter a taxa de juro mais baixa do mercado (1%), pelo que está “no ar” a hipótese dos spreads mínimos baixarem essa barreira.