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O que fazer antes de investir dinheiro? Seis dicas que podem ser muito úteis

Uma espécie de guia de investimento para “iniciantes” em tempos de pandemia da Covid-19.

Precondo CA on Unsplash
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Autor: Redação

O Dia Mundial da Poupança celebra-se amanhã (31 de outubro de 2020). Uma efeméride importante e que ganha ainda mais “peso” nos tempos que vivemos, de crise pandémica. Poupar pode ser, por isso, uma “conduta” a ter em conta. O mesmo acontece com os investimentos a fazer. Mas por onde começar e o que fazer antes de se investir o dinheiro que se poupou durante anos? Apresentamos um conjunto de dicas que são uma espécie de guia de investimento para “iniciantes” e que podem ser muito úteis.

Importa desmistificar, então, a ideia de que investir e/ou aplicar dinheiro tem tudo para ser “uma dor de cabeça”. As seis dicas que agora mostramos foram elaboradas pela seguradora Zurich para “orientar as famílias portuguesas no mundo dos investimentos”.

“Apesar de existirem várias estratégias de otimização da gestão financeira familiar, a verdade é que várias pessoas já pensaram em apostar na rentabilização do seu dinheiro e investir, mas ainda lhes falta dar um passo em frente. Se é uma dessas pessoas, certamente já se questionou sobre o melhor investimento e que vantagem traz para a sua carteira. Pois bem, fazer um ou mais investimentos é nada mais, nada menos que alocar uma determinada quantia na aquisição de ativos – que podem ser móveis ou imóveis – com o objetivo de obter retorno desse mesmo investimento no futuro”, refere a Zurich, em comunicado.

Segundo a seguradora, apesar de parecer ser “um processo simples, investir dinheiro é um ato que implica avaliar um conjunto de fatores essenciais para garantir que se faça a escolha mais adequada à realidade financeira de cada família”.

Estas são seis dicas a ter em conta antes de se investir:

1 – Equilibre a sua gestão financeira antes de começar a investir

Importa, numa primeira fase, analisar a gestão das finanças pessoais, avaliando as despesas fixas periódicas ou até mesmo as linhas de crédito que possui e, posteriormente, reduzir alguns desses encargos, no sentido de conseguir amealhar mais dinheiro que permita, depois, passar à fase de investimento. 

2 – Avalie os níveis de risco e o seu perfil de investidor

Todos os produtos de investimento apresentam níveis de risco que correspondem, por sua vez, a diferentes perfis de investidores. De forma ascendente no que ao nível de risco diz respeito, os perfis são: “conservador”, “moderado” e “dinâmico”. Por exemplo, enquanto um “investidor conservador” procura produtos de investimento de capital garantido mas de baixo retorno, o “investidor dinâmico” aposta em produtos de retorno bastante superior mas ao mesmo tempo com maior risco de perda de capital.

3 – Conheça as soluções do mercado

Existem hoje várias opções disponibilizadas por diferentes entidades, entre elas os seguradores, que apresentam os seguros de investimento 'unit-linked' (seguros de vida ligados a fundos de investimento). Esta opção pressupõe que cada pessoa pague um determinado montante ao segurador (de forma periódica ou única), que, por sua vez, o irá investir com o propósito de obter retorno para o seu contrato de seguro. 

4 – Defina um plano de investimento

Identifique quais os objetivos que pretende atingir, assim como o nível de retorno que espera obter e em que espaço de tempo, de forma a conseguir avaliar quanto terá de investir, por quanto tempo, e qual o nível de risco desse mesmo investimento.

5 – Diversifique os seus investimentos

Uma vez que ao investir estará a lidar com o risco de os ativos valorizarem ou desvalorizarem, a recomendação passa por apostar num equilíbrio entre o risco e o retorno, e não investir apenas num único produto de investimento. 

6 – Informe-se junto do seu segurador

Sendo novato neste mundo dos investimentos, contacte o seu segurador diretamente para esclarecer todas as dúvidas sobre os diferentes produtos de investimento ou visite o site do seu segurador.