Certificados de aforro a render mais e com limite máximo alargado

Rentabilidade do produto de poupança do Estado subiu para 2,2% em maio. Montantes máximos de subscrição foram aumentados.
Certificados de aforro
Foto de cottonbro studio no Pexels

Os certificados de aforro estão a tornar-se mais atrativos para quem procura rentabilizar as suas poupanças. Desde logo, porque a remuneração subiu em maio para quase 2,2% à boleia da Euribor a 3 meses. Além disso, é possível aplicar mais dinheiro, uma vez que os montantes máximos de subscrição foram alargados pelo Governo.

Quem pretende subscrever um novo certificado de aforro poderá fazê-lo na série F, que é a única que está ativa. E quem avançar em maio conta com uma taxa de remuneração do produto de poupança do Estado de 2,195%, mais atrativa face aos 2,138% aplicados em abril. Este aumento da rentabilização deve-se às recentes subidas da Euribor a 3 meses, geradas pelo atual contexto de guerra no Irão, escreve o Público.

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Importa recordar que esta nova taxa de remuneração dos certificados de aforro aplica-se às novas subscrições na série F em maio, mas também às revisões trimestrais de juros que venham a ocorrer nesse mês. E a esta taxa base somam-se ainda prémios de permanência, atribuídos em função do tempo de manutenção das aplicações, refere o mesmo jornal. 

Outra novidade é que o montante máximo aplicado aos certificados de aforro foi alargado por despacho do Governo. Portanto, os limites máximos dos valores de subscrição na série F por conta aforro, passa a ser 250.000 euros ao invés dos atuais 100.000 euros. E o limite máximo de certificados da série F acumulado com certificados da série E (que já não aceita novas subscrições) por conta aforro, passa a ser 500.000 euros em vez de 350.000 euros.

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