No 1º trimestre, o Índice de Custo do Trabalho aumentou 4% face ao período homólogo. Há um ano, a subida homóloga foi de 6,6%.
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Custos de trabalho em Portugal
INE

No primeiro trimestre de 2025, o Índice de Custo do Trabalho (ICT), que mede os custos do trabalho por hora efetivamente trabalhada, aumentou 4% em relação ao período homólogo de 2024, sendo que tinha aumentado 10,1% no trimestre anterior. Em causa estão dados divulgados recentemente pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), que permitem ainda concluir, por exemplo, que o ICT em termos homólogos baixou bastante face ao primeiro trimestre dos últimos dois anos: 6,6% nos dois casos. 

“Tanto os custos salariais (por hora efetivamente trabalhada) como os outros custos do trabalho (também por hora efetivamente trabalhada) aumentaram 4,0% (10,1% no trimestre anterior). No primeiro trimestre de 2025, os custos salariais aumentaram 5,1% nos Serviços, 4,8% na Construção, 2,6% na Indústria e 2,6% na Administração Pública. Comparativamente ao trimestre anterior, o acréscimo observado neste trimestre foi menor em todas as atividades: Serviços (9,5% no trimestre anterior), Construção (13,5%), Indústria (9,8%) e Administração Pública (10,5%)”, conclui o INE.

Segundo o instituto, os custos não salariais registaram aumentos de 5,2% nos Serviços, 4,8% na Construção, 2,7 % na Indústria e 2,5% na Administração Pública. Já em relação ao trimestre anterior, à semelhança dos custos salariais, registou-se um aumento menor em todas as atividades: Serviços (9,5% no trimestre anterior), Construção (13,6%), Indústria (9,8%) e Administração Pública (10,4%).

“O aumento menos acentuado dos custos, salariais e não salariais, ficou a dever-se, essencialmente, ao menor acréscimo dos custos médios (salariais e não salariais) por trabalhador, bem como ao acréscimo do número de horas efetivamente trabalhadas por trabalhador. O acréscimo do ICT foi explicado pelo aumento de 5,4% do custo médio por trabalhador (tinha aumentado 6,5% no trimestre anterior) e pelo acréscimo de 1,5% no número de horas efetivamente trabalhadas por trabalhador (tinha diminuído 3,3% no trimestre anterior)”, lê-se na nota

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