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Mercado laboral

Taxa de desemprego sobe para 7,8% – e população desempregada dispara 45,1%

A taxa de desemprego subiu em flecha em Portugal em tempos de pandemia, tendo-se fixado, no terceiro trimestre, em 7,8%, mais 2,2% e 1,7% que no trimestre anterior e no homólogo, respetivamente. Já a população desempregada foi estimada em 404,1 mil pessoas, mais 45,1% (125,7 mil) que no trimestre anterior, o que corresponde à taxa de variação trimestral mais elevada da série iniciada em 2011, e 24,9% (80,7 mil) face ao mesmo período do ano passado. Em causa estão dados divulgados esta quarta-feira (4 de novembro de 2020) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

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Covid-19: portugueses que ganham menos têm mais probabilidades de ficarem desempregados

A pandemia da Covid-19 colocou um travão ao crescimento económico de vários países, o que levou ao encerramento de muitas empresas. Outras não fecharam mas foram forçadas a colocar muitos trabalhadores em lay-off. Os números pós-pandemia no mundo laboral não são, por isso, animadores. Segundo dados recentes do Eurostat, em Portugal, a “probabilidade de perder o emprego é duas a três vezes maior” para as pessoas que ganham menos. Um cenário que também se verifica em Espanha, Irlanda ou Itália.

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O mercado laboral no “mundo” do desporto e do ‘fitness’ na UE em tempos de Covid-19

No segundo trimestre de 2020, em plena pandemia da Covid-19, havia 801.700 pessoas com mais de 15 anos na União Europeia (UE) a trabalhar no setor do desporto e do ‘fitness’. Em Portugal eram mais de 200 trabalhadores por cada 100 mil habitantes, o que coloca o país ligeiramente acima da média da UE, segundo dados divulgados esta terça-feira (27 de outubro de 2020) pelo Eurostat.

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Evolução do número de desempregados inscritos no IEFP – dispara 36% num ano

No final do mês de setembro de 2020, estavam registados nos Serviços de Emprego do Continente e Regiões Autónomas 410.174 indivíduos desempregados, número que representa 74% de um total de 553.928 pedidos de emprego, revelou recentemente o IEFP, acrescentando que o total de desempregados registados no país foi superior ao verificado no mesmo mês de 2019 (+108.892/+36,1%) e face ao mês anterior (+843/+0,2%).

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Trabalhar à distância desde um destino paradisíaco? Nas Ilhas Caimão é possível, mas só para alguns...

O desafio é, no mínimo, aliciante. Ganhar bem e trabalhar num local paradisíaco. Falamos do Programa Global Citizen Concierge, lançado recentemente, através do qual as Ilhas Caimão estão a convidar trabalhadores bem remunerados – têm de aufirir pelo menos 100.000 dólares anuais (mais de 84.000 euros) – a trabalhar até dois anos à distância, a partir do seu território, mais concretamente nas ilhas do Grand Cayman, Cayman Brac e Little Cayman. 

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Salário mínimo em Genebra passa a 3.785 euros/mês - como é noutros pontos do mundo?

O novo salário mínimo da cidade suíça de Genebra, uma das metrópoles mais caras do mundo – a Suíça não tem um salário mínimo nacional – passou recentemente a 3.785 euros por mês, bem mais que o que está em vigor na Austrália (2.180 euros), país que regista o segundo maior salário mínimo do mundo. A nível europeu, o valor pago aos trabalhadores de Genebra será muito superior ao praticado em países como Luxemburgo (2.141 euros) e Alemanha (1.584 euros). E no resto da Europa, como será?

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Millennials sofrem de ‘workaholism’ – e situação terá agravado com a Covid-19

Antes da pandemia da Covid-19 a geração millennial já sofria de ‘workaholism’, ou seja, estava demasiado dependente do trabalho. Disso mesmo deu conta uma pesquisa publicada em 2019 na revista Forbes, que concluiu que a situação afetava 66% dos millennials. Uma tendência que se terá agravado com a chegada do novo coronavírus, conclui agora a Adecco, líder mundial em soluções de recursos humanos.

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A “arte” de acumular profissões: geração 'slasher' ganha força em Portugal

Ter mais que uma profissão e conjugá-las com a vida pessoal não será fácil, nem uma habilidade para todos. Por necessidade ou decisão própria, para conciliar o sustento com trabalhos por vocação, há cada vez mais pessoas a fazer muitas coisas ao mesmo tempo. E (muito) diferentes umas das outras. A chamada geração 'slasher' – este termo foi usado, pela primeira vez, no contexto da polivalência profissional nos EUA, em 2007, num artigo escrito pela colunista do The New York Times Marci Alboher – começa agora a ter peso em Portugal.

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