O edifício Cais 5, localizado na Rua Dom Luís I, no Cais do Sodré, em Lisboa, acaba de atingir uma taxa de ocupação de 80%. Neste momento, apenas o piso térreo se encontra disponível, com uma área de cerca de 1.100 metros quadrados (m2).
Esta taxa de ocupação foi alcançada com a chegada de uma Fintech sueca, que arrendou totalmente os pisos um e dois do edifício. Trata-se de uma plataforma global de pagamentos ‘open banking’, presente em Portugal desde 2020. O Cais 5 conta ainda com várias outras empresas de referência, como a TagEnergy e a HAVI, tendo esta última expandido a sua presença no edifício ao arrendar mais um piso.
O rooftop de uso comum no 7º piso, com vista panorâmica de 360º, e o terraço privativo no 2º piso (com cerca de 600 m2), além da excelente oferta de transportes públicos na sua envolvente, foram fatores decisivos para o novo inquilino. O edifício conta ainda com estacionamento privativo, distribuído por três pisos e com capacidade para 54 automóveis, 45 motociclos e 75 bicicletas.
Os interiores foram integralmente renovados e foi instalada uma nova fachada envidraçada. O fator sustentabilidade não foi deixado de lado no projeto de reabilitação, ao serem usados materiais ecológicos e instalados painéis fotovoltaicos que permitiram obter as certificações LEED Gold e WELL Gold.
O Cais 5 está a ser comercializado, em regime de co-exclusividade, pela Cushman & Wakefield (C&W) e pela CBRE, mandatadas pela Signal Capital Partners.
Em comunicado, Pedro Salema Garção, Head of Offices da C&W, destaca a “identidade, qualidade e posicionamento” do edifício, “num contexto de oferta limitada na zona ribeirinha de Lisboa”. Para o responsável, “o facto de o edifício se encontrar praticamente ocupado, com apenas o piso térreo disponível, demonstra não só o sucesso da estratégia de comercialização, mas também a forte procura por espaços que combinam localização, imagem e experiência”, sendo um ativo que se afirma como “uma referência para empresas que procuram mais do que um escritório tradicional”.
Por sua vez, António Almeida Ribeiro, Investor Leasing Offices Director da CBRE, explica que, atualmente, “as empresas procuram mais do que área de escritórios: procuram experiência, bem‑estar e conectividade”. António Ribeiro sublinha as mais-valias do Cais 5, como a “localização, flexibilidade, espaços exteriores e uma forte ambição de sustentabilidade”, afirmando ser “um edifício preparado para atrair empresas de referência, pelo seu ambiente de trabalho contemporâneo, inspirador e com uma diversidade de modelos de utilização”.
Gareth Richardson, Director of Asset Management da Signal Capital Partners, destaca a “forte validação da estratégia de reposicionamento definida para este ativo”, ao ter atingido 80% na taxa de ocupação. “O compromisso do novo inquilino, juntamente com a expansão da HAVI, reflete a procura por espaços de trabalho de elevada qualidade, bem localizados e orientados para a sustentabilidade em Lisboa. Com apenas o piso térreo ainda disponível, estamos confiantes de que o Cais 5 ficará totalmente ocupado em breve, consolidando‑se como uma das ofertas de escritórios mais atrativas da frente ribeirinha de Lisboa”, conclui.
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