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Escritórios em Lisboa

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Alegria One chega ao mercado este ano com “uma oferta de escritórios diferenciadora”

Foi construído no final do século XX e, mais tarde, tornou-se destino obrigatório dos amantes de eletrónica, por ali funcionar uma das primeiras empresas que vendia componentes eletrónicos em Portugal, a DIMOFEL. Falamos do edifício situado na esquina entre a Avenida da Liberdade e a Praça da Alegria, em Lisboa, que está a ser reabilitado – o projeto deve estar concluído no terceiro trimestre de 2021. O Alegria One, como se chama, sai do papel após um investimento de 11 milhões de euros da EastBanc e promete trazer “uma oferta de escritórios diferenciadora”. 

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Renovação de escritórios acelera em pandemia: Cofidis, Google e BPI ganham nova vida

Os escritórios estão a deixar “de ser espaços estáticos para se tornarem em locais mais dinâmicos que promovem a inovação e o trabalho de equipa”, disse-nos recentemente Duarte Aires, CEO da Vector Mais, empresa portuguesa que desenvolve projetos de conceção e construção de espaços interiores. Entre os projetos que tem em carteira estão a renovação dos escritórios da Cofidis, da Google e do BPI.

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EastBanc coloca no mercado um renovado edifício de escritórios em Lisboa

A EastBanc Portugal, promotora imobiliária do norte-americano Anthony Lanier que “aterrou” em território nacional há cerca de 20 anos, tendo comprado vários imóveis, nomeadamente palácios e palacetes na zona do Príncipe Real, comercializa este ano o seu primeiro projeto fora do glamoroso bairro lisboeta. Em causa está um edifício de escritórios localizado na esquina da Avenida da Liberdade com a rua que sobe para a Praça da Alegria. Foi aí que durante anos funcionou a antiga loja da Dimofel, de peças de eletrónica. 

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Escritórios em Lisboa: Edifício Duarte Pacheco 26 tem 1.800 m2 disponíveis para arrendamento

O Edifício Duarte Pacheco 26, localizado na Avenida Eng. Duarte Pacheco, em Lisboa, tem 1.800 metros quadrados (m2) disponíveis para arrendamento. Até 2017, o imóvel, que é gerido pela Norfin - SGOIC, empresa de gestão e consultoria de investimentos imobiliários, foi ocupado na sua maioria pela sociedade de advogados Vieira de Almeida, tendo atualmente como principais inquilinos a BBDO, a Roland Berger e a EGEAC.

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Estado compra edifício de escritórios em Lisboa com 3.200 m2 e 11 pisos

O Edifício 5 de Outubro 124, localizado numa zona central de Lisboa, foi comprado pelo Fundo Especial de Investimento Imobiliário Aberto (FEIIA) Imopoupança, gerido pela Fundiestamo, do grupo Parpública, que gere o património imobiliário do Estado. O imóvel de escritórios – tem uma área de cerca de 3.200 metros quadrados (m2), distribuídos por 11 pisos acima do solo – estava nas mãos do fundo EREF I, que tem como investment adviser a Explorer Investments. O valor do negócio não foi revelado.

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Fundo do BPI compra escritórios nas Amoreiras por 6,7 milhões

O Imofomento, fundo de investimento imobiliário do BPI, comprou o 16º piso na Torre 2 das Amoreiras, em Lisboa, ao grupo Laje Capital, por 6,7 milhões de euros. A operação foi concluída em dezembro do ano passado.

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Espanhola Mabel Capital (do tenista Rafael Nadal) compra edifício de escritórios em Lisboa

A Mabel Capital, sociedade espanhola controlada por Abel Matutes Prats e Manuel Campos – entre os investidores está ainda o tenista Rafael Nadal –, continua a apostar forte no imobiliário português, tendo comprado um edifício de escritórios em Lisboa, na Avenida Conde de Valbom 96-98, junto à Praça Duque de Saldanha e à Fundação Calouste Gulbenkian. 

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Escritórios em 2021: “Vamos assistir a maiores renegociações e reduções de área”

Como é que o mercado de escritórios se vai comportar em 2021, um ano que continua a ser marcado pela pandemia da Covid-19? O teletrabalho vai “obrigar” as empresas a mudar ou a repensar o seu modelo de negócios? Segundo Pedro Salema Garção, Head of Agency da Worx, os principais negócios serão avançados por empresas de grande dimensão. “Vamos assistir a maiores renegociações, reduções de área e, nos casos onde a mudança não é uma prioridade, um maior atraso nos processos”. 

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