vítor gaspar, ministro de estado e das finanças, revelou que com a revisão em baixa das previsões macroeconómicas o governo terá de antecipar medidas que guardava "como reserva para dificuldades orçamentais". o governante adiantou, no entanto, que "não será necessária qualquer contenção da despesa interna", já que a balança corrente e de capital apresentou, pela primeira vez em dez anos, um excedente
citado pelo dinheiro vivo, o titular da pasta das finanças disse que "a procura interna está finalmente alinhada com o produto" e que, por isso, não é necessário “ter diminuições adicionais da procura interna". segundo gaspar, este é um dos aspectos que indicam que portugal está no "princípio do fim do programa de ajustamento"
o governante, que falava durante as “segundas jornadas da consolidação, crescimento e coesão” do psd, em lisboa, defendeu a existência de "alterações profundas" no "sistema político", mas não as especificou, defendendo que "a ênfase deve ser posta na estabilização da economia num primeiro passo e no lançamento das condições de recuperação num segundo passo". “a nossa prioridade imediata deve ser criar condições para recuperação económica como fase de transição para o crescimento sustentado e criação de emprego", afirmou
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