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Porto: mítica livraria Leitura renasce como projeto residencial e terá 25 apartamentos

Preços dos imóveis do Post Scriptum 70 começam nos 145.000 euros.

JLL
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Autor: Redação

Chama-se Post Scriptium 70 e é um projeto residencial composto por 25 apartamentos de tipologias T0, T0+1, T1 e T2 – com áreas entre os 29 e os 101 metros quadrados (m2), incluindo algumas unidades com áreas exteriores – que vai ser desenvolvido na sequência da reabilitação do edifício que viu nascer a icónica livraria Leitura, situado na esquina das ruas de Ceuta e de José Falcão, no centro do Porto. Os preços dos imóveis começam nos 145.000 euros.

“O projeto de reabilitação pretende não só homenagear a memória histórica deste edifício que foi ponto incontornável da cena literária da cidade e do país desde meados do século XX, como a sua herança arquitetónica. Situado nos números 70 a 78 da rua de Ceuta e no número 70 da rua de José Falcão, este edifício constitui, de ponto de vista arquitetónico, uma importante manifestação do movimento moderno na cidade do Porto, de que a própria rua de Ceuta é um exemplo marcante na cidade”, refere em comunicado a consultora JLL, responsável pela comercialização do projeto, juntamente com a Predibisa. 

Segundo Patrícia Barão, Head of Residential da JLL, “o Post Scriptum é um projeto de reabilitação urbana de excelência”, sendo “ideal para habitar ou investir”. “Situa-se numa zona do coração do Porto que tem hoje uma nova vida, mas que continua a manter o carisma e a história da cidade, que está bem marcada na arquitetura e na oferta cultural. Esta dualidade está bem presente preservando e valorizando um edifício histórico, ao mesmo tempo que lhe confere o que de mais moderno existe na habitação atual”, acrescenta.

Também citado na nota, António Magalhães, Senior Director da Predibisa, considera que “este é mais um projeto de reabilitação urbana na Baixa do Porto com uma forte personalidade, tal como todos os projetos originais do arquiteto Mário Bonito”. “O Post Scriptum 70 incorpora todo o simbolismo de uma zona histórica, que mistura memória com contemporaneidade”, conclui.