Assim ficou a casa do novo jogador do Benfica em Kiev após ataque russo

Família de Sudakov estava no apartamento em Kiev quando ocorreu o ataque, mas escapou ilesa.
Sudakov
Instagram Sudakov Getty images

Na madrugada de domingo, dia 7 de setembro de 2025, um bombardeamento russo atingiu Kiev e deixou em ruínas o apartamento onde vivem a esposa, a filha e a mãe de Heorhiy Sudakov, reforço do Benfica neste mercado de verão. O jogador, atualmente ao serviço da seleção da Ucrânia, revelou nas redes sociais que a família se encontrava em casa no momento do ataque, mas escapou ilesa.

No Instagram, segundo escreve o jornal O Jogo, Sudakov partilhou fotografias e vídeos que mostram os danos no apartamento, descrevendo a destruição como devastadora. O futebolista revelou que a sua esposa, filha e mãe estavam em casa no momento do ataque, deixando ainda uma nota amarga sobre a forma como a Rússia poderá justificar o ataque. “Vão dizer que tenho equipamento militar guardado na minha casa”.

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Nas redes sociais, o Sport Lisboa e Benfica reagiu ao ataque, manifestando apoio ao jogador ucraniano. "A família benfiquista está contigo", lê-se numa publicação dos encarnados.

O internacional ucraniano encontra-se concentrado na Polónia com a sua seleção, que perdeu na sexta-feira frente à França por 2-0 e tem novo compromisso esta terça-feira (9 de setembro de 2025), frente ao Azerbaijão, para a qualificação do Mundial 2026. Para já, Sudakov viveu à distância momentos de enorme angústia, com a certeza de que a família sobreviveu ao ataque.

A ofensiva russa, que atingiu pela primeira vez o edifício sede do Governo ucraniano, foi considerada o maior ataque com drones a Kiev desde o início da guerra. De acordo com a Lusa, o bombardeamento provocou pelo menos cinco mortos e foi amplamente condenado por líderes europeus, que prometeram endurecer as sanções a Moscovo e reforçar o apoio militar à Ucrânia.

Em declarações públicas, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, acusou a Rússia de “troçar da diplomacia e matar indiscriminadamente”, enquanto Emmanuel Macron e outros líderes reiteraram a determinação em apoiar Kiev. O ataque que deixou Sudakov em choque foi mais um sinal da escalada russa, que tem devastado áreas residenciais e civis em várias regiões do país.

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