Escondida entre as oliveiras da Península de Peloponeso, no sul da Grécia, encontra-se esta espetacular mansão que salta à vista, desde logo, pela sua peculiar arquitetura: faz lembrar uma nave espacial enterrada no chão e tem um teto de terra que a isola e “protege” do calor, fazendo também com que se integre de forma natural na zona envolvente.
Viver em casas minúsculas, em verdadeiros micro-apartamentos, é uma solução para cada vez mais pessoas em todo o mundo. O espaço existente nas grandes cidades é, cada vez mais, um bem precioso e... caro. Não é de estranhar, por isso, que arquitetos e designers apostem forte na conceção deste tipo de habitações: são pequenas, é verdade, mas repletas de modernidade e conforto.
São várias as cidades banhadas pelo mar que estão ameaçadas pelas alterações climáticas. É o caso, por exemplo, de Amesterdão (Holanda) ou de Alexandria (Egito), que correm o risco de ficar submersas se o aquecimento global levar à subida do nível do mar 0,6 metros até 2070. Muitas destas cidades estão bem protegidas por eficientes sistemas de contenção de águas, mas as tempestades podem ser destruidoras.
A pergunta que se impõe é: porque é que alguém decide construir uma casa com apenas 3,5 metros de largura? A resposta é no mínimo curiosa: prejudicar um irmão. O nascimento da histórica “casa delgada” de Boston remonta aos tempos da Guerra Civil norte-americana. Um dos filhos de uma família rica da capital do estado de Massachusetts decidiu alistar-se para combater no lado da União para a liberdade e do fim da escravidão. Esteve ao serviço durante quatro anos e... contra todas as probabilidades sobreviveu.
O que fazer quando não há espaço para construir? Há duas opções: demolir edifícios antigos e substitui-los por outros mais modernos ou ser criativo e tentar encontrar espaço nos terraços/telhados para construir uma casa nas alturas. É isso que estão a fazer alguns nova-iorquinos, que com a falta de espaços residenciais em Manhattan decidiram construir o seu próprio lar no topo de edifícios históricos. Este é um dos segredos imobiliários melhor guardados da cidade dos arranha-céus.
O conhecido Palais Maeterlinck (Palácio Maeterlinck) foi construído nos anos 1920 nos arredores de Nice (França) como hotel de luxo para a aristocracia gaulesa. Após a Segunda Guerra Mundial, o escritor e poeta Maurice Maeterlinck comprou o empreendimento para transformá-lo na sua residência. Agora, depois de ser convertido num hotel-palácio – no início do milénio –, o imóvel renasceu como condomínio residencial de luxo.
Apesar de parecer mentira, há uma melhor opção, e mais barata, para trocar mobiliário urbano estragado. Qual? O truque passa por colocar um par de olhos artificiais em janelas, paragens de autocarro, caixotes do lixo, postes e até no chão de forma a dar-lhes vida, humanizá-los.
Se há país que bate recordes no que diz respeito à construção de infraestruturas absolutamente inúteis é a China. A prová-lo está, por exemplo, a estação Caojiawan da linha seis do metro de Chongqing, a cidade em maior crescimento do país asiático. A estação foi inaugurada em 2015 e pensada no desenvolvimento da cidade, que em 20 anos – entre 1997 e 2017 – cresceu de forma absurda, tendo agora cerca de 8,5 milhões de habitantes. Até aqui tudo normal, o problema é que as saídas desta estação de metro dão para uma espécie de depósito de lixo. Curioso?
Nos últimos anos, os festivais de verão entraram definitivamente no radar dos jovens europeus, que se fazem à estrada para não perder pitada dos eventos que se realizam um pouco por todo o mundo. E a verdade é que em muitas ocasiões o êxito dos concertos musicais depende tantos dos artistas como do lugar onde estes se realizam. É caso para dizer que música e arquitetura estão cada vez mais de mãos dadas.
Em Grenoble, no coração dos Alpes franceses, encontra-se uma casa única. A aura misteriosa que envolve a sua pouco normal arquitetura transformou-a numa das protagonistas silenciosas do filme “Rios Vermelhos” (2000), um sinistro e surpreendente thriller protagonizado por Jean Reno e Vincent Cassel. O filme, realizado por Mathieu Kassovitz, foi um êxito e transformou este espetacular edifício num dos mais assustadores do cinema europeu.
As consequências do fim da Cortina de Ferro e do colapso da URSS tiveram repercussões em todas as antigas repúblicas soviéticas, que pouco a pouco foram conquistando a sua independência. A confusão e desorientação inicial deram lugar a novos líderes políticos que tentaram criar uma nova identidade nacional da noite para o dia. E uma das bases dessa nova “pátria” foi conseguida através da arquitetura. Edifícios grandiosos e pomposos foram construídos desde o Mar Negro até à Ásia Central.
Os designers do Croft Lodge Studio conseguiram algo que parecia ser impossível: transformar um edifício em ruínas de finais do século XVII numa moderna casa, mantendo o seu fantasmagórico encanto. O projeto foi pensado pelos arquitetos Kate Darby e David Connor e consistia em cobrir os restos do antigo imóvel de campo com materiais modernos à base de vidro e de placas metálicas.
Itália quer que sejam os jovens do país a recuperar o seu património histórico. A Agenzia del Demanio, a versão italiana da Direção Geral do Património Cultural (DGPC), decidiu “oferecer” 103 edifícios históricos situados em ambiente rural, entre eles alguns castelos e “villas”, a jovens empreendedores com menos de 40 anos que apresentem um plano para reabilitá-los e transformá-los em polos de atração turística.
Uma antiga zona mineira nos Andes peruanos transformou-se, com o passar dos anos, na cidade “mais alta” do mundo – a vida em La Rinconada (Peru) “acontece” a mais de 5.100 metros de altura. Entre 2001 e 2009, a população da cidade cresceu de apenas algumas centenas de habitantes de um campo de exploração mineira para uma cidade rudimentar com mais de 35.000 pessoas. O motivo: a existência de ouro, um metal muito valorizado na altura.
Ver sem ser visto. Essa parece ser a razão de ser desta espetacular casa projetada pelo estúdio de arquitetura estónio ÖÖD. Em apenas 20 m2, os designers conseguiram criar um espaço habitável acolhedor pensado para solteiros ou casais. Tem chão aquecido, iluminação LED e um sistema de som da marca Bose. Vista de fora, a casa faz lembrar um cubo espelhado.
Na região chinesa de Fujian há cerca de 3.000 edifícios residenciais de forma circular, são as chamadas “casas redondas” ou as “tulou”. Mas apenas 46 são reconhecidas como património da Unesco, as maiores ou mais raras. Todas as outras, de menor dimensão ou importância, vão-se deteriorando com os anos, não havendo um plano estatal que ajude à sua conservação. Todas as iniciativas para salvar estes curiosos imóveis, originários do século XII – e nos quais podem chegar a viver cerca de 80 famílias –, são privadas.
Os grandes designers inspiram-se em muitas áreas da vida para produzir os seus vestidos de alta costura. A arquitetura também influencia as obras de estilistas como Balenciaga, Marchesa ou Dolce & Gabana, entre muitos outros. O Museu Guggenheim de Bilbao, o Parque Güell de Barcelona e o edifício da Ópera de Sidney são alguns dos imóveis que serviram de inspiração ao mundo da moda. Ora vê:
Thomas Dambo trabalha tornando reais os sonhos de qualquer criança: constrói gigantes com madeira reciclada. Este artista urbano dinamarquês propôs-se a encher o mundo com as suas criativas estátuas. A sua última obra é uma espetacular caça ao tesouro pensada e projetada para crianças numa floresta perto de Copenhaga. As pistas do precioso tesouro estão guardadas em seis fantásticos gigantes construídos com a madeira de 600 paletes.
A casa da família Abbate em Staten Island (Nova Iorque, EUA) não parece uma casa, pelo menos por fora. A entrada é feita numa pequena porta vermelha que se encontra no final de uma empinada escada de metal. A garagem é um portão enorme, também pintado de vermelho, onde até há pouco tempo descansava um grande carro de bombeiros, um daqueles que faz as delícias das crianças. É que o lar de Anthony e Susannah Abbate e dos seus dois filhos é um antigo quartel de bombeiros abandonado.
A Mansão Howey viveu a sua época de esplendor nos anos 20 e 30 do século passado. O Magnata dos cítricos, William John Howey, montou o seu império junto a esta propriedade localizada na Florida (EUA). Criou a sua própria povoação, Howey-In-the-Hills, onde vivia a maioria dos seus trabalhadores. Após a sua morte, em 1938 , a mansão foi entrando em decadência até ficar na posse do banco. Agora está à venda por 480.000 dólares (440.00 euros).
Se queremos que alguém nos visite só precisamos de dar-lhe a morada exata da nossa casa e o Google Maps fará o resto. Mas muitas vezes as pessoas que procuram as casas mais “escondidas”/difíceis de encontrar pensam que estão equivocadas quando chegam ao destino dado pelos residentes.
O Governo de Macau anunciou que vai reduzir os limites do rácio de empréstimos para a compra de casa e a imóveis em construção. A medida, que entra em vigor esta sexta-feira (dia 5) e visa combater a especulação imobiliária, não vai afetar os empréstimos a residentes de Macau destinados à compra do primeiro imóvel, disse Lau Hang Kun, diretora-adjunta do Departamento de Supervisão Bancária da Autoridade Monetária de Macau (AMCM).
Há uma semana (28 de abril) a Apple abriu a loja número 495… E esta não foi uma inauguração qualquer. O novo estabelecimento, no Dubai, é um dos mais luxuosos e espetaculares do mundo da marca da maçã. Projetada pelo estúdio de arquitetura de Norman Foster tem uma fantástica varanda envidraçada de 57 metros com vistas privilegiadas para o Burj Khalifa, o edifício mais alto do mundo.
O aproveitamento de contentores marítimos está na moda. Muitas vezes são usados como alojamentos de férias, escritórios ou mesmo casas prefabricadas. Mas podem ter ainda outro uso: a empresa canadiana Modpool decidiu transformar estes gigantes metálicos em curiosas piscinas domésticas que se montam em apenas alguns minutos.
Viver na Market Square Tower de Houston (EUA) não é barato. Os preços dos 463 apartamentos começam nos 2,3 milhões de dólares (2,1 milhões de euros), no caso dos T1, e terminam nos 18,7 milhões de dólares (17,2 milhões de euros), o valor de venda da penthouse mais cara. O edifício mais luxuoso do Texas oferece todo o tipo de comodidades aos residentes, dispondo, por exemplo, de ginásio, infantário, supermercado, salão de jogos, bares e... uma espetacular piscina de vidro que se encontra no 40º andar, a mais de 150 metros de altura. Curioso?
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