Turismo em Portugal teve em 2014 "o melhor ano de sempre"

Turismo em Portugal teve em 2014 "o melhor ano de sempre"

Os dados ontem revelados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) confirmam, segundo o Governo, que 2014 foi o melhor ano de sempre do turismo em Portugal, com crescimentos superiores a 10% face ao ano recorde, tanto em número de dormidas, como de hóspedes ou os proveitos do setor da hotelaria.

O secretário de Estado do Turismo congratula-se com estes dados destacando que confirmam 2014 como “o melhor ano de sempre” do setor e traduzem um crescimento das dormidas três vezes superior a Espanha", diz citado pela agência Lusa.

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Salientando que “nenhum destino turístico se constrói em três anos”, Adolfo Mesquita Nunes reitera que estes resultados demonstram que “há muita gente a fazer muita coisa muito bem feita há muitos anos, das empresas aos seus trabalhadores, das escolas de hotelaria aos seus alunos, das regiões e autarquias às suas populações, dos vários governos, deste e do anterior”.

As dormidas na hotelaria em Portugal mantiveram em novembro de 2014 um crescimento homólogo de dois dígitos, aumentando 11,4% para 2,4 milhões, mas com uma ligeira desaceleração, sobretudo no mercado interno, divulgou hoje o INE.

Entre os principais mercados emissores, destaque para os crescimentos registados pela Bélgica (+57,1%), França (+37,7%), Brasil (+21,1%) e Irlanda (+20,8%), tendo Espanha sido a exceção, ao recuar 9,0%.

A estada média na hotelaria em novembro foi 2,53 noites (+2,3%) e a taxa líquida de ocupação-cama 29,1% (+1,9 p.p.), tendo os proveitos totais aumentado 15,8% e os de aposento 14,7%, em linha com o mês anterior (+15,2% e +16,3%), para 113,4 e 75,3 milhões de euros, respetivamente.

De acordo com o INE, no mês em análise o RevPAR (rendimento por quarto disponível) foi 20,4 euros (+10,3% em novembro e +11,6% em outubro).

Em novembro de 2014, os estabelecimentos hoteleiros registaram 929,3 mil hóspedes e 2,4 milhões de dormidas, o que representa aumentos homólogos de 8,8% e 11,4%, respetivamente, abaixo dos 14,0% e 13,9% de outubro.

 

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