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“Casas de luxo tendem a criar emoções e oferecem experiências especiais”

“Os clientes têm expectativas mais exigentes quando compram um imóvel de luxo, e existe uma procura cada vez maior de um estilo de vida exclusivo através de serviços personalizados”. Quem o diz é Miguel Poisson, CEO da Portugal Sotheby’s International Realty, em entrevista ao idealista/news. “Os imóveis de luxo tendem a criar emoções e oferecem experiências especiais”, acrescenta, revelando que são muitos os portugueses que estão a investir no segmento residencial premium: “Em 2024, notámos uma distribuição significativa entre os clientes, com 57% nacionais e 43% internacionais (em alguns anos, a percentagem de estrangeiros é superior à de portugueses)”.
Pedro Fontainhas, presidente da APR

Branded residences em Portugal: “Fenómeno está em franco crescimento”

Uma penthouse de dois andares no Parque das Nações (Lisboa) com vista para o rio Tejo é o cenário da conversa com Pedro Fontainhas, Diretor Executivo da Associação Portuguesa de Turismo Residencial e Resorts (APR). O luxo marca presença em todos os cantos do apartamento, que tem, por exemplo, um elevador para fazer a ligação entre os dois andares. Falamos de uma branded residence (residência de marca) que se encontra no último andar do Martinhal Lisbon Oriente e que está disponível no mercado para venda (o valor é desconhecido) e arrendamento, neste caso por cerca de 9.500 euros por noite. E sim, já teve inquilinos. “É um fenómeno mais recente em Portugal, mas que está igualmente em franco crescimento”, diz Pedro Fontainhas, em relação a este tipo de produto imobiliário.

Alta procura e poucas casas: os desafios da promoção imobiliária em 2025

São precisas mais casas em Portugal para dar resposta(s) à procura existente. E casas que possam ser compradas pela generalidade das pessoas, nomeadamente as da chamada classe média. O alerta não é de agora, sendo este um cenário traçado há já muito tempo pelos vários players do setor imobiliário em Portugal. Do lado dos promotores, há vontade para investir e apostar no aumento da oferta de habitação, que ainda não deverá acontecer – pelo menos em escala, de forma a fazer face às necessidades – em 2025, antecipam. E são muitos os desafios existentes, “feridas” de um passado que teimam em não sarar.
Ren Ito

Ren Ito: "A arquitetura é um meio de enriquecer a vida das pessoas”

O português é quase perfeito. Percebe-se, apenas pela forma como fala, que o arquiteto Ren Ito, japonês a viver no Porto desde 2011, tem uma capacidade de ouvir muito especial. Talvez seja esse o segredo para perceber exactamente aquilo que os clientes querem, o respeito e o detalhe com que trabalha. O luxo é descrito como um processo igual a qualquer outro, “apenas com mais liberdade na escolha dos materiais”. Na verdade, é aqui que vive a contradição: os materiais utilizados na construção de luxo são muito mais duráveis e acabam por representar uma maior sustentabilidade financeira ao longo do tempo. “A arquitetura é um meio de enriquecer a vida das pessoas”, explica Ren Ito ao idealista/news para a rubrica Em casa do arquiteto.
Data centers em Portugal

Data centers: primeiro edifício do projeto Sines DC está concluído

O SIN01, o primeiro edifício do projeto Sines DC, desenvolvido pela Start Campus, está concluído, revela em comunicado a Engexpor, que lidera a gestão de construção do SIN01. “Localizado na Zona Industrial e Logística de Sines (ZILS), o edifício é um marco que inaugura um dos maiores data centers da Europa, destacando-se pela integração de tecnologia de ponta e soluções sustentáveis”, lê-se na nota.
Preço das casas em Portugal

Habitação e imobiliário em 2025: como ficam os preços e as tendências?

Está traçado um cenário otimista para o mercado imobiliário em Portugal e na Europa em 2025, tendo em conta as perspetivas de crescimento económico, recuperação de poder de compra e de queda dos juros. Todos estes fatores vão continuar a dar ânimo à compra de casas e ao investimento em escritórios, logística e retalho, que iniciaram a rota de recuperação no ano passado. E também deverão incentivar a construção de casas e de outros projetos imobiliários. Mas será na medida certa? Não há dúvidas entre especialistas de que a oferta de casas a preços acessíveis vai continuar a ficar aquém das necessidades da procura, antecipando-se um agravamento da crise na habitação em 2025 no país.