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Resultados da pesquisa
As dificuldades em conseguir cumprir com os pagamentos dos empréstimos ganharam contornos impactantes durante a pandemia e foi a pensar na proteção das famílias e das empresas que o Governo avançou com medidas excecionais que passaram pela suspensão do pagamento dos empréstimos.
Com Portugal a
A economia da China deu sinais de retoma, em outubro, com as vendas a retalho e a indústria transformadora a crescerem, embora o setor imobiliário continue a contrair, indicam dados oficiais divulgados esta quarta-feira, 15 de novembro de 2023.
Em setembro de 2023, movimentaram-se nos aeroportos portugueses 6,7 milhões de passageiros, um novo máximo histórico para este mês, segundo dados divulgados esta segunda-feira (13 de novembro de 2023) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Dezembro é o último mês do ano. É o mês onde se reflete sobre o ano que passou, sobre as conquistas, fracassos, sabores e dissabores que vivemos. É o mês onde nos preparamos para dar as boas vindas ao novo ano com uma taça de champanhe na mão, onde celebramos a vida, a família, a união.
O gigante norte-americano dos escritórios partilhados WeWork, em sérias dificuldades há vários anos, anunciou esta segunda-feira (6 de novembro de 2023) que vai declarar falência para negociar com os credores uma redução "significativa" da dívida – rondará os 18.600 milhões de dólares (17.325 milhões de euros) – e reestruturar as atividades.
A política monetária restritiva do Banco Central Europeu (BCE) está a dar frutos.
A Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA), que começou formalmente a trabalhar dia 29 de outubro de 2023, herdou 327 mil pedidos de residência pendentes que estavam na posse do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), que ficou oficialmente extinto com a entra em funções da AIMA. Um número que representa mais do dobro dos títulos concedidos pelo SEF em todo o ano de 2022.
O PIB de Portugal deverá crescer 16% entre 2019, ano imediatamente anterior ao aparecimento da pandemia, e 2028, o que coloca o país no 11º lugar do ranking da Zona Euro, ou seja, entre 20 países. Alargando o espetro, a economia nacional ocupa a posição 138, entre 190 países analisados a nível mundial. Em causa estão projeções recentes do Fundo Monetário Internacional (FMI).
A fixação da prestação da casa durante dois anos, aprovada pelo Governo, para mitigar o impacto da subida dos juros nos créditos habitação, não terá impacto na margem financeira dos bancos, prevê a DBRS.
A pandemia da Covid-19 “obrigou” as pessoas a ficarem em casa, em teletrabalho, e agora continua a haver muitas no regime de trabalho híbrido, em que uns dias da semana ficam em casa e nos outros vão ao escritório. Irá esta tendência manter-se? Jorge Bota, presidente da Associação de Empresas de Consultoria e Avaliação Imobiliária (ACAI), considera que não, havendo “claramente uma pressão muito grande por parte das empresas para fazer regressar as pessoas ao escritório”. Porquê? Porque “a produtividade, afinal, ressentiu-se” e porque “o espírito de equipa, de camaradagem, de colaboração dos empregados das empresas foi seriamente afetado”, diz em entrevista ao idealista/news.
O ambiente macroeconómico atual é desafiante, caracterizado por uma inflação ainda elevada e por altas taxas de juro que afetam a rentabilização dos negócios. Mas neste contexto incerto, investir no mercado imobiliário pode ser mesmo a primeira linha de defesa para proteger o capital. É precisamente isso que defende Markus Waeber, chefe de consultoria e inteligência imobiliária na Julius Baer, que destaca ainda seis tendências do mercado global, que os investidores imobiliários podem considerar para navegar no ciclo atual. Entre elas está o investimento em habitações para arrendar, a aposta na construção sustentável, na logística e em escritórios flexíveis.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) estima que os preços das casas em Portugal estejam sobrevalorizados em 20%, embora estejam a descer, e avisa que os bancos devem preparar-se para eventuais riscos relacionados com incumprimentos no crédito habitação.
Em agosto de 2023, movimentaram-se nos aeroportos nacionais 7,2 milhões de passageiros, +13,2% que no período homólogo e mais 11% que em agosto de 2019, ou seja, no período pré-pandemia Covid-19. Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), continuam a verificar-se, este ano, máximos históricos nos valores mensais de passageiros nos aeroportos portugueses.
No primeiro trimestre deste ano, o volume de créditos não produtivos em Portugal – um cenário financeiro também conhecido como crédito malparado ou non-performing loan (NPL) – desceu para cerca de 6.400 milhões de euros, face aos 7.800 milhões de euros verificados no ano passado. Em causa estão dados da agência de rating DBRS.
O grupo espanhol Meliá Hotels International vai construir no Parque da Cidade, em Viana do Castelo, um hotel de quatro estrelas, com 129 quartos, revelou esta quinta-feira, 28 de setembro, a câmara municipal, que emitiu o respetivo alvará.
Arrendar casa é uma tarefa cada vez mais difícil em Portugal. Seja pela escassa oferta, que não consegue dar resposta à procura, seja pelos preços, que continuam a subir mês após mês. No segundo trimestre de 2023, as rendas das casas voltaram a aumentar, desta vez 11% em termos homólogos, fixando-se no valor mediano de 7,27 euros por metro quadrado (m2), um novo recorde nacional. Em sentido contrário, foram celebrados menos contratos de arrendamento. Trata-se de uma quebra de 1,2% no número de documentos assinados, face a igual período do ano passado.
A ligação de Carlos Cercadillo ao imobiliário português é antiga. O investidor espanhol chegou ao país há 20 anos, através da empresa Hercesa, que vendeu em 2006. Nesse ano, criou a Cerquia e mais tarde, em 2018, a CleverRed, e também a Clever Real, spin off, gestora que teve como parceiro a Acciona, uma empresa de referência espanhola ligada à construção, energia e imobiliário, com o objetivo de expandir a sua presença em Portugal no setor residencial e assumir-se como um promotor de referência no país. Agora, com o país mergulhado numa crise habitacional, Carlos Cercadillo faz-se valer da experiência adquirida ao longo dos anos no setor do imobiliário e mete o dedo em algumas feridas, como por exemplo a incerteza gerada com os processos de licenciamento. “O que está a acontecer é que há um bloqueio no urbanismo”, denuncia em entrevista ao idealista/news, avisando que “os investidores imobiliários já estão a questionar os investimentos em Portugal”.
O mercado imobiliário de 2023 estará longe da “explosão” pós-pandemia. Mas o futuro será mais brilhante, mesmo que nenhum boom esteja no horizonte. Esta é uma das conclusões do retrato do mercado imobiliário europeu traçado pelo European Outlook 2024, apresentado no 31° Forum di Scenari Immobiliari, em Itália. Em entrevista ao idealista/news, o presidente Mario Breglia antecipa as perspetivas para o mercado imobiliário nos próximos anos.
A incerteza que paira sobre o mercado de habitação, sobretudo devido aos elevados juros no crédito habitação, tem vindo a travar a compra de casas. É isso mesmo que mostram os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE): entre abril e junho de 2023 foram transacionadas 33.624 habitações, menos 23% do que no mesmo período do ano anterior. E esta foi uma realidade sentida em todas as regiões portuguesas, sem exceção. Foi precisamente no Algarve, na Madeira e na Grande Lisboa onde se observou um maior recuo na venda de casas entre estes dois momentos, tendo sido superior a 25%. Por conseguinte, o investimento em habitação também caiu.
O contexto atual é desafiante. As famílias que têm crédito habitação indexado à Euribor estão a sentir as prestações da casa subir a pique.