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O interesse em construir casas em Portugal existe, num momento em que a falta de oferta é gritante. E prova disso é a chegada de promotoras imobiliárias ao mercado. É o caso da New Life, que nasceu em Braga há cerca de dois anos e prepara a expansão para outras geografias, graças a um “método construtivo rápido e diferenciador”. Mas a atividade não é imune ao contexto de inflação. “Nós tentámos ao máximo manter o valor das nossas moradias, mas não conseguimos aguentar”, admite Manuel Pedrosa, fundador da New Life, em entrevista ao idealista/news.
Quando o assunto é viajar, alguns turistas não poupam a gastos. E algumas cidades são ideais para atraí-los. Da luxuosa metrópole do Dubai à cidade da luz e do amor, Paris, muitos viajantes internacionais buscam experiências opulentas que se foram perderam quando a pandemia da Covid-19 paralisou o mundo, em 2020.
“Tudo no Home Staging é fazer com que a outra pessoa queira comprar tudo, desde o pormenor dos limões na cozinha, às almofadas, às plantas... Para tudo o que está em cada sítio existe um porquê, nada é colocado porque fica bonito e bem. Há sempre uma razão. É importante despertar emoções específicas”. Quem o diz, ao idealista/news, é Rita de Miranda, que fundou a APHS - Associação Portuguesa de Home Stagers em 2021, em plena pandemia da Covid-19, para, de certa forma, “proteger o trabalho do home stager”, conta.
O setor imobiliário está a atravessar um momento agridoce. A resiliência mantém-se, mas a incerteza também. A procura de casas continua alta, mas a oferta ainda é escassa. Sintomas de uma “doença” antiga e que teima em não ter cura à vista. Diz quem anda no terreno que é preciso construir e vender casas para a classe média nacional e dar finalmente vida ao mercado de arrendamento. Mas como? A verdade é que, paralelamente, continuam a vender-se muitas casas no país, e a maioria a portugueses. Isto num contexto marcado por uma alta taxa de inflação e elevadas taxas de juro, que roubam poder de compra. Os promotores imobiliários não atiram a toalha ao chão, mas reclamam mudanças no setor. Expectativa e confusão caminham lado a lado nesta equação, nomeadamente com aquilo que será o programa do Governo Mais Habitação, que será debatido no Parlamento esta sexta-feira (19 de maio de 2023).
O Tribunal de Contas Europeu (TCE) instou o Banco Central Europeu (BCE) a “redobrar os esforços” de supervisão da gestão dos riscos de crédito, nomeadamente o de não pagamento dos empréstimos, alertando para o aumento do malparado.
O ano ainda não vai a meio, mas a habitação em Portugal já podia ser eleita como tema central de 2023. A crise agudizou-se com a escalada inflacionista e subida repentina dos juros, e o mercado não está a conseguir dar resposta às necessidades da procura. O imobiliário continua a viver dias de dinamismo, mas também de incerteza. As casas já demoram mais tempo a vender-se, ainda assim, os preços mantêm-se estáveis – quer nos imóveis novos, quer usados –, e é provável que assim permaneçam, até porque o país continua a debater-se com um grande problema: a falta de oferta quer para comprar, quer para arrendar.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) sugeriu a constituição de uma reserva de capital destinada a reforçar a resiliência da banca portuguesa face aos “riscos macrofinanceiros da exposição ao setor imobiliário”. “Para reforçar a resiliência do setor bancário face aos riscos macrofinanceiros da exposição ao setor imobiliário, as autoridades portuguesas poderiam considerar a introdução gradual de uma reserva de capital de risco sistémico setorial, desde que se evitem efeitos pró-cíclicos”, lê-se no relatório da missão do FMI a Portugal ao abrigo do Artigo IV, divulgado esta terça-feira (9 de maio de 2023).
Um conjunto de investidores privados internacionais estão a instalar na Baía das Gatas, ilha cabo-verdiana de São Vicente, um hotel flutuante com 16 quartos e quatro suítes, no âmbito do projeto Baía Beach Club, avaliado em 1,3 milhões de euros. O projeto Baía Beach Club prevê a construção de u
Foi durante a pandemia que surgiu o programa Bairros Saudáveis, tendo em vista apoiar intervenções locais de melhoria das condições de saúde e qualidade de vida em territórios vulneráveis em Portugal continental. E desde julho de 2020 (data em que foi criado) até hoje foi alvo de várias prorrogações. Esta quinta-feira, dia 27 de abril, o Governo de António Costa decidiu, uma vez mais, prolongar o programa Bairros Sustentáveis até dia 30 de junho de 2023.
Bairros de lata. Bairros clandestinos, sobrelotados, sem luz, água potável ou saneamento básico, onde a saúde era colocada em risco e o conforto térmico era uma miragem. Assim vivia parte substancial da população portuguesa na altura do 25 de abril de 1974, a data que marcou a Revolução dos Cravos, pela democracia e liberdade de expressão. E também marcou o início da reivindicação pelo direito à habitação, numa altura em que quase tudo estava por fazer ao nível político. De lá para cá, o país evoluiu e a qualidade das casas também. Mas milhares de portugueses continuam a viver em condições indignas, em situação de pobreza energética. E o acesso à habitação por parte da classe média voltou para o centro do debate público com o Mais Habitação. Nesta viagem entre o passado e o presente, o idealista/news explica como era a habitação em Portugal no 25 de abril e o que mudou (ou não) em quase 50 anos de democracia.
A tecnologia, a pandemia, a inflação, a subida dos juros, a instabilidade legislativa. Todos os ventos que sopram no panorama económico e social vão tocando no imobiliário, ditando tendências. Hoje, a procura de casas já não é igual a antes: as atenções estão voltadas para casas com menores áreas, mais modernas e eficientes, com maior luminosidade e espaços exteriores. E já não se procuram casas para a vida. Agora, Severino Ponte, CEO do grupo Construções Vila Maior (CVM), não tem dúvidas que a evolução da construção passará por "casas mais standard, menos personalizadas", que permite "um custo de construção mais acessível". E ainda que “o mercado de arrendamento é o grande mercado do futuro”. E, por isso mesmo, este grupo, que reúne uma equipa de "alfaiates da construção" bem a norte do país, já está a desenhar aquele que será o seu primeiro projeto build to rent em Espinho.
A diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, afirmou esta quinta-feira, dia 6 de abril, que a economia mundial deverá crescer abaixo dos 3% este ano, menos que os 3,4% em 2022, o que aumenta o risco de fome e pobreza global.
O setor imobiliário na China começou a dar os primeiros sinais de recuperação após o final do ano em que o colapso do investimento e a transação de casas particulares causaram um cenário convulsivo no imobiliário asiático. O investimento dos promotores contraiu 5,7% nos dois primeiros meses do ano. Esse dado, embora negativo, é bem melhor do que os 12% que caíram em dezembro e a queda média de 10% acumulada ao longo de 2022, segundo o El Economista.
O mercado de arrendamento está cada vez mais caro. E é, sobretudo, nos grandes centros urbanos junto ao litoral onde as rendas das casas são mais elevadas. É, por isso, que na hora de arrendar casa importa olhar bem para os preços medianos praticados em cada município do nosso país, tal como mostra o mapa preparado pelo idealista/news. A boa notícia é que em, pelo menos, 166 concelhos é possível arrendar casa a um preço inferior à mediana nacional, de 6,52 euros/m2, registada em 2022, mostram os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE). Vem daí descobrir quais são os 10 municípios mais baratos para arrendar casa em Portugal. E fica a conhecer ainda qual é a renda mediana registada no concelho onde resides.
Somam-se cada vez mais desafios aos negócios imobiliários. Primeiro a pandemia, depois a alta inflação e a subida dos juros no crédito habitação. E, mais recentemente, a crise financeira decorrente da falência dos bancos nos EUA, a que acresce o polémico Mais Habitação, que muito tem inquietado o mercado. Mesmo perante este cenário, o setor imobiliário tem resistido de boa saúde: as expectativas de negócios das casas estão em alta para 2023. Mas é verdade que a procura vai-se adaptando, com as famílias de classe média de olho em casas mais baratas e em terrenos. E as famílias de classe alta a retraírem as transações devido à instabilidade que o programa Mais Habitação trouxe ao mercado, segundo explicaram os especialistas presentes no Imobinvest – Salão do Imobiliário ao idealista/news na passada sexta-feira, dia 24 de março.
Nada parece travar o negócio das casas em Portugal. Mesmo num contexto de instabilidade económica, alta inflação e de subida dos juros no crédito habitação, o mercado residencial somou recordes em 2022. Quem o diz é o próprio Instituto Nacional de Estatística (INE) revelando que foram transacionadas 167.900 habitações em Portugal durante o ano passado, o que constitui o registo mais elevado de sempre. E também os preços das casas subiram 12,6% em 2022, “a taxa de variação anual mais elevada na série disponível”.
Passamos 60% das nossas vidas em casa e, por isso, "melhorar as condições de habitabilidade pode salvar vidas, prevenir doenças e melhorar a qualidade de vida". A recomendação é eda Organização Mundial da Saúde (OMS), incluída nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, e assume especial importância no momento em que remodelamos a casa.
Já alguma pensaste em largar a tua vida agitada dos condomínios e apartamentos citadinos e mudares-te para uma casa rústica e grande?
Tens parquet em casa: na sala, nos quartos e dá-te o aconhego que adoras e precisas...mas, ai, as manchas! Podem ser uma verdadeira "dor" de cabeça se não souberes como removê-las. Ainda assim, há que manter a tranquilidade. É possível tirar manchas feias, aplicando o produto certo, e devolver a luminosidade e beleza ao pavimento. Contamos-te tudo.
O investimento imobiliário no sul da Europa (Espanha, Itália e Portugal) atingiu um valor recorde em 2022, com 31,7 mil milhões de euros, e o mercado português foi o que registou maior aumento, segundo dados da consultora Savills. De acordo com a consultora imobiliária internacional, os fundame