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Resultados da pesquisa

Simplex dos licenciamentos

Simplex dos licenciamentos: termo de responsabilidade é "insuficiente"

O bastonário da Ordem dos Engenheiros defendeu esta terça-feira (dia 23 de janeiro) que o termo de responsabilidade técnica, previsto no diploma que simplifica os licenciamentos urbanísticos, “é insuficiente” e que sem uma convalidação das respetivas ordens pode “aumentar a prevaricação e oportunismo”.
IMI 2024

IMI: preço por m2 mantém-se nos 665 euros em 2024

O preço do metro quadrado (m2) para efeitos de cálculo do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) e da avaliação fiscal dos imóveis vai manter-se, em 2024, nos 665 euros, segundo uma portaria publicada em Diário da República (DR).
Terrenos sem dono passam para as mãos do Estado

Terrenos sem proprietário já podem passar para o Estado

Segundo a lei, um terreno rural só é considerado sem dono se não for identificado no Balcão Único do Prédio (BUPi), um processo de sistema de cadastro simplificado que arrancou em 2017 e cuja gratuitidade tem vindo a ser prolongada e alargada a mais municípios. O prazo foi estendido até 31 de dezembro de 2025, ou seja, o Estado só poderá começar a tomar posse das terras sem proprietário em 2026. Mas há uma exceção: terrenos sem dono conhecido que se encontrem em áreas prioritárias. Neste caso, os terrenos em causa podem mudar de mãos já este ano. 
Alojamento local nos Açores

AL nos Açores: nova taxa “oneraria de forma brutal” os empresários

As novas regras para o Alojamento Local (AL), que entraram em vigor a 7 de outubro com o Mais Habitação, não se aplicam de forma homogénea em todo o país. Desde logo, a suspensão de novas licenças de AL não abrange os imóveis situados nas regiões autónomas. E o pagamento da nova contribuição extraordinária sobre o alojamento local (CEAL) depende de cada parlamento regional. Mas João Pinheiro, líder da Associação do Alojamento Local dos Açores (ALA), não tem dúvidas que se este novo imposto andar para a frente nos Açores vai onerar “de forma brutal” os empresários de AL, um setor que tem vindo a dinamizar a região e precisa de ser desburocratizado.
Cancelamentos de AL

Alojamento Local com corrida a licenças - mas recorde de cancelamentos

As novas medidas do Mais Habitação colocaram a atividade de Alojamento Local (AL) a dois ritmos ao longo de 2023. A primeira metade do ano foi marcada pela corrida às licenças de AL em Portugal, de forma a antecipar a suspensão de novos registos proposta. Mas na reta final do ano assistiu-se a um recorde de cancelamentos de AL, para evitar pagar a nova contribuição extraordinária sobre o alojamento local (CEAL) já em 2024. Ainda assim, contas feitas, os números de novos registos de AL superaram - e muito - as desistências em 2023: por cada AL cancelado, foram registados mais de dois.
Registo de propriedades no Balcão Único do Prédio

Balcão Único do Prédio já conta com 2 milhões de propriedades

O projeto do Balcão Único do Prédio (BUPi) já identificou dois milhões de propriedades, adiantou à agência Lusa a coordenadora deste programa, sublinhando que para este resultado contribuíram mais de 300 mil proprietários. Em declarações à Lusa, Carla Mendonça, coordenadora do projeto BUPi, referiu
Simplex dos licenciamentos

Simplex do urbanismo: prós e contras segundo investidores e promotores

Há muito que os vários players do setor imobiliário – promotores, investidores e mediadores, entre outros – reclamam mudanças nos processos de licenciamento. Menos burocracia, mais rapidez, exigem. Tudo em prol do aumento da oferta de casas no mercado. O novo ano trouxe novidades, com a entrada em vigor do simplex dos licenciamentos urbanísticos: o Decreto-Lei n.º 10/2024. “Regra geral, o simplex trouxe notícias animadoras para o setor imobiliário, tendo sido um diploma de vários prós”, começa por dizer ao idealista/news Hugo Santos Ferreira, presidente da Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII). “Levanta-se [no entanto] a dúvida de saber se não terá ido longe de mais em alguns casos”, acrescenta.
Licenciamentos na construção

Via verde no licenciamento: mais casas com o simplex mas mais riscos

O simplex entrou em vigor no início deste ano e promete reformar e simplificar os licenciamentos urbanos em Portugal, depois de anos de reclamações por parte de promotores, mediadores e investidores imobiliários. Tendo em vista colocar mais casas no mercado de forma rápida, e dar resposta à alta procura com habitação a preços acessíveis, este diploma traz várias vantagens, como o avanço de projetos imobiliários por deferimento tácito, novos casos de comunicação prévia (sem licença) ou ainda uma fácil reconversão de imóveis comerciais para habitação. Os especialistas ouvidos pelo idealista/news não têm dúvidas que o simplex - que contempla também a compra de casas sem exibir licenças - vai trazer mais celeridade dos processos urbanísticos e ainda menores custos. Mas também alertam para os “riscos significativos”, em especial ao nível da segurança jurídica.
Comprar casa sem licença

Comprar casa sem apresentar licença: tudo o que muda no simplex

Comprar casa sem exibir licença é uma das novidades do simplex do licenciamento que está a gerar uma nova vaga de preocupações, por ser uma potencial fonte de problemas, caso seja mal aplicada. Se antes era obrigatório apresentar uma licença de utilização no ato da venda, agora deixou de o ser. Ao criar este mecanismo, a ideia do Governo socialista - agora em gestão - era aumentar a oferta de casas no mercado português, agilizando transações, reduzindo custos, e tornando assim o mercado imobiliário mais dinâmico. Mas também há riscos a serem considerados, desde logo a compra de casa sem licença, com construções ilegais, bem como a dificuldade em contratar um crédito habitação. Para ajudar as famílias e os investidores a estarem mais protegidos na hora de comprar casa em Portugal no âmbito da nova legislação, o idealista/news foi ouvir o Banco de Portugal (BdP) e vários especialistas sobre o que muda na compra e venda de casas. E preparou este guia que não podes perder: aqui encontras todos os prós e contras da medida do novo simplex do urbanismo explicados ponto por ponto, com fundamento jurídico.

Residências de estudantes: "Licença de uso específica” aumentava oferta

A crise na habitação atinge vários segmentos do setor imobiliário em Portugal, sendo o alojamento estudantil um deles. Um estudo recente da JLL confirmou isso mesmo, concluindo que faltam cerca de 46.000 camas em residências de estudantes em Lisboa e no Porto. Significa isto, portanto, que continua a haver um grande desequilíbrio entre a oferta e a procura. Como resolver este problema? Para aumentar a oferta, será necessário "agilizar processos de licenciamento e, acima de tudo, criar uma licença de uso especifica de residências de estudantes, que não existe”, adianta Maria Empis, Head of Work Dynamics da JLL, em entrevista ao idealista/news. 
Hotel da Escola de Hotelaria e Turismo será residência de estudantes

Hotel da Escola de Hotelaria e Turismo será residência de estudantes

O hotel da Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa – de aplicação para ações formativas – vai ter um novo uso, passado a funcionar como residência de estudantes a partir do próximo ano letivo. Em causa está um edifício anexo à Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa, localizado na Rua Saraiva de Carvalho. O objetivo é aumentar a oferta de alojamento neste segmento do mercado. 
Atualização de rendas em novos contratos de arrendamento

Fixação de rendas para novos contratos: Deco alerta para dúvidas

Em 2023, a subida das rendas ficou limitada a 2%. Mas em 2024 as rendas das casas vão poder ser atualizadas até 6,94%, em linha com a inflação. Uma atualização, no entanto, que não abrange os novos contratos de arrendamento, que têm um limite de rendas inferior: podem subir até 2% face aos valores celebrados nos cinco anos anteriores. Esta é, de resto, uma medida que deixa dúvidas, tendo a Deco questionado a fixação de valores de rendas para novos contratos de arrendamento. Explicamos tudo sobre este assunto no artigo desta semana da Deco Alerta.
Melhorar a eficiência energética da casa

Viver em casas ineficientes: portugueses sem dinheiro para fazer obras

A maioria dos portugueses vive em casas com problemas de eficiência energética. Esta é uma questão crítica que afeta a saúde, o bem-estar, assim como a qualidade de vida das famílias. Mas resolver este problema parece estar fora do alcance das famílias, apesar de haver hoje apoios públicos neste sentido. O mais recente inquérito realizado pelo Portal da Construção Sustentável revela que a maioria dos portugueses não planeia realizar obras para melhorar a eficiência energética da casa, ou porque não tem dinheiro ou porque consideram os “preços proibitivos”, ou até por não conseguirem financiamento bancário.