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Resultados da pesquisa
O ano de 2025 foi “rico” em notícias que impactam diretamente o imobiliário comercial em Portugal, ou seja, não relacionadas com o segmento residencial. É caso para dizer que os investidores imobiliários, nacionais e estrangeiros, voltaram a estar atentos aos segmentos de retalho (centros comerciais e comércio de rua), logística, escritórios e hotelaria, bem como a negócios relacionados com residências de estudantes. O interesse pelo país e a sua atratividade enquanto destino de investimento e de férias foi notório ao longo do ano, apesar do contexto político e económico interno ter ficado marcado por alguma instabilidade.
A partir de 1 de janeiro de 2026, Paulo Sarmento será o novo Head of Portugal da Cushman & Wakefield (C&W) em Portugal, sucedendo no cargo a Eric van Leuven, que continuará na empresa como Executive Partner. “Estou muito entusiasmado com as oportunidades que temos pela frente, para nós e para os nossos clientes”, disse, em comunicado, o novo diretor-geral da empresa.
O preço da habitação nas principais cidades da América Latina continua a subir, segundo um relatório da Escola de Negócios da Universidade Torcuato Di Tella, em Buenos Aires. O preço médio na região aumentou 6,2%, tomando o dólar norte-americano como referência. Entre os valores mais elevados destacam-se Montevidéu (3.209 dólares/m2), seguida da Cidade do México (2.909 dólares/m2), Monterrey (2.877 dólares/m2), Guadalajara (2.717 dólares/m2) e Buenos Aires (2.622 dólares/m2), valores que, ao câmbio atual, variam entre 2.275 e 2.790 euros por metro quadrado.
O mercado português continua a apresentar altos valores de atratividade no que respeita ao investimento imobiliário comercial. Só até ao final do terceiro trimestre deste ano, houve um crescimento de 72% no volume de investimento, face a igual período do ano passado. Esta atratividade é sustentada pela estabilidade dos fundamentais económicos, pelo interesse de investidores internacionais e pela crescente sofisticação do produto nacional.
A Nhood acaba de anunciar a aquisição da SCC France, um dos principais players de referência em property management. Esta parceria entre as duas empresas representa um projeto ambicioso que valoriza o know-how, reforça a expertise da Nhood num segmento estratégico, permite oferecer uma proposta integrada de alto nível em toda a cadeia de valor do imobiliário comercial e proporciona à SCC France novos recursos.
O mercado de retalho em Portugal tem mostrado uma recuperação robusta em 2025, destacando-se como um dos setores mais dinâmicos do imobiliário comercial nacional. O crescimento abrange diferentes formatos comerciais, com destaque para o retalho de rua, centros comerciais e retail parks, refletindo uma diversificação que responde às novas exigências dos consumidores.
O mercado imobiliário português está em crescimento. No primeiro semestre deste ano, o investimento no imobiliário comercial registou o melhor arranque desde 2020, chegando aos 1,23 mil milhões de euros.
O segmento de alojamento estudantil em Portugal, conhecido como Purpose-Built Student Accommodation (PBSA), emerge como um dos segmentos do mercado imobiliário comercial mais promissores, impulsionado por uma procura crescente, escassez de oferta e rendimentos resilientes face a outros setores alternativos.
O imobiliário comercial em Portugal continua a dar sinais de robustez, tendo atraído mais de 1.230 milhões de euros, no primeiro semestre do ano, o que corresponde a um aumento de 76% face ao mesmo período de 2024.
O primeiro semestre de 2025 foi o melhor dos últimos cinco anos no que respeita a investimento em imobiliário comercial no país.
A Siemens está a negociar, em exclusivo, com a gestora de fundos de investimento imobiliário Square Asset Management a venda e posterior arrendamento (“sale & leaseback”) do complexo de edifícios que possui em Alfragide, na Amadora. A gigante alemã confirmou que está a considerar esta operação, mas acordou com a Square que os detalhes financeiros e contratuais não serão divulgados até ao fecho do processo.
O mercado imobiliário comercial regista oportunidades de valor atrativas em toda a Europa. Esta é a conclusão do recente relatório European Investment Atlas da Cushman & Wakefield (C&W).
O investimento imobiliário em Portugal subiu 78%, em termos homólogos, no primeiro semestre deste ano, para 1.230 milhões de euros, de acordo com dados da consultora imobiliária CBRE.
Luiz Felipe Maia nasceu no Brasil, em Belo Horizonte, formou-se em Marketing em Sydney, na Austrália, e abraçou o mundo da publicidade. Só mais tarde mergulhou no imobiliário, que “foi tanto herdado como inspirado”, conta ao idealista/news. O CEO da Maia International Properties (Maia IP) revela, em entrevista, que a empresa é “mais que uma mediadora tradicional”, operado “como uma boutique de consultoria”. Sobre o segmento residencial premium, deixa um alerta. “Estamos a assistir a uma transformação: muitos clientes já não procuram apenas investir, mas mudar de vida e estabelecer-se em Portugal”.
No primeiro semestre de 2025, o mercado imobiliário europeu demonstrou uma resiliência notável face a um ambiente macroeconómico instável e ao aumento das tensões geopolíticas, de acordo com o último relatório da gestora de activos DWS. A combinação de taxas de juro mais baixas, fundamentos sólidos do sector e condições de financiamento favoráveis reavivou o interesse dos investidores, particularmente em estratégias de empréstimos integrais e subordinados em mercados-chave como o Reino Unido, a Alemanha, a França e o Sul da Europa.
Os investidores estão, definitivamente, de olhos postos no imobiliário comercial em Portugal, nomeadamente nos segmentos de retalho e logística. Prova disso é, por exemplo, a compra de um ativo logístico em Albufeira arrendado à loja de mobiliário Conforama por parte do fundo de investimento imobiliário aberto português Property Core Real Estate Fund, que é gerido pela Square Asset Management (Square AM). A transação foi fechada por 5,5 milhões de euros.
O conglomerado Wanda recebeu luz verde das autoridades chinesas para vender 48 centros comerciais a um consórcio de investidores, numa operação que ascende a 50 mil milhões de yuan (6.084 milhões de euros), avançou a imprensa local esta segunda-feira, dia 26 de maio.O jornal oficial China Daily info
O investimento em imobiliário comercial apresentou uma franca recuperação no primeiro trimestre deste ano, tendo o montante investido quase triplicado face ao mesmo período do ano passado: totalizou 625 milhões de euros transacionados, contra 234 milhões de euros nos primeiros três meses de 2024 (+167%). Em causa estão dados que constam no research trimestral da JLL “Market Dynamics”, que acompanha a atividade de investimento, ocupação e transação do mercado imobiliário nos segmentos comerciais e residencial.
A Lynx Asset Managers, sociedade gestora de fundos de investimento, vai assumir a gestão da Alcapredial – Investimentos e Imobiliário, S.A., promotora imobiliária que apoia a expansão das insígnias do grupo "Os Mosqueteiros" em Portugal, nomeadamente o Intermarché, Bricomarché e Roady.
Depois de uma recuperação de 40% em 2024, o mercado de investimento imobiliário português deverá manter a trajetória positiva este ano, devendo ultrapassar a marca dos 2.000 milhões de euros de volume transacionado.