Investimento em imobiliário comercial pode bater recordes em 2022
A Cushman & Wakefield (C&W) estima que este ano o investimento em imobiliário comercial, ou seja, escritórios, retalho, indústria e hotelaria, possa atingir 3,6 mil milhões de euros, um “máximo histórico” em Portugal.
Vistos gold: investimento em imóveis comerciais anima setor
A concessão de vistos gold tem sido marcada por alguns momentos polémicos ao longo dos anos. As regras de atribuição dos vistos dourados, como também são chamados, mudaram no início do ano, o que alimentou a discussão em torno continuidade do programa. Recentemente, conforme escrevemos, soube-se que o investimento imobiliário estrangeiro por via deste programa está parado, visto que a plataforma para inserir novas Autorizações de Residência por Investimento (ARI) do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) está congelada e a “aguardar regulamentação”. Os números mais recentes permitem concluir que muitos investidores estão a comprar imóveis comerciais, um segmento que não está abrangido pelas novas regras do programa.
Imobiliária alemã Trei está a vender 50 lojas arrendadas ao Pingo Doce
A imobiliária alemã Trei Real Estate colocou no mercado 50 lojas arrendadas ao Pingo Doce.
Investimento imobiliário comercial quase duplica no arranque de 2022
O investimento imobiliário comercial continua a bom ritmo em Portugal, mostrando a resiliencia do setor.
Preço das casas: “Ritmo de subida vai continuar nas zonas limítrofes”
Primeiro a pandemia, e agora a guerra. O cenário geopolítico alterou-se, a inflação disparou e a anunciada subida das taxas de juro está para breve.
Travão no investimento em imobiliário: mas há muitos negócios na calha
Os números relativos ao investimento em imobiliário comercial em Portugal no primeiro trimestre de 2022 ficaram aquém dos registados no período homólogo – foram investidos 191 milhões de euros, menos 27% que no mesmo período do ano passado –, uma quebra que “não reflete a crescente atividade que o mercado tem demostrado, com várias transações em processo de negociação”, revela a Savills em comunicado. Uma ideia, de resto, que já tinha sido deixada pela JLL. Trata-se, ainda assim, do valor mais baixo registado nos primeiros três meses do ano desde pelo menos 2017.
Investimento em imobiliário comercial em queda: mas cenário é animador
No primeiro trimestre de 2022, foram transacionados apenas cerca de 180 milhões de euros em imobiliário comercial em Portugal, menos 30% que no período homólogo. Este é, de resto, o valor mais baixo registado nos primeiros três meses do ano desde 2017. As perspetivas até final do ano são, no entanto, animadoras, existindo um elevado volume de investimento em pipeline. Paralelamente, o mercado português continua bastante dinâmico. Estas são algumas das conclusões a retirar do mais recente Market Pulse, da JLL.
Investimento imobiliário continua “robusto” - mas derrapa 30% em 2021
Há um ano arrancava 2021, assolado pelos efeitos da pandemia da Covid-19. As restrições à circulação voltaram e os negócios imobiliários abrandaram no primeiro semestre do ano. Pouco a pouco, as medidas de desconfinamento foram vendo a luz do dia e a segunda metade do ano foi mesmo marcada por uma retoma acelerada do investimento imobiliário comercial no país. E, no final, quanto conseguiu atrair Portugal? Várias consultoras presentes no país estimam que, no final de 2021, o volume de transações de investimento em imobiliário de rendimento se situe perto dos 2.000 milhões de euros. Este é um valor 30% inferior ao apurado em 2020, ano em que se atingiu cerca de 2.800 milhões, o terceiro máximo histórico alguma vez registado. E o que se espera em 2022? Que o investimento supere os valores pré-pandemia, atingindo os 3.000 milhões de euros.
O que esperar do imobiliário em 2022, segundo especialistas
Um ano de recuperação. É assim que 2021 é caracterizado pelos especialistas do mercado imobiliário. Depois de mais um ano conturbado pela pandemia da Covid-19, o investimento imobiliário comercial em Portugal deverá conseguir arrecadar quase 2.000 milhões de euros em 2021, um valor, ainda assim, 30% inferior ao registado em 2020. E o que é que se pode esperar de 2022? As perspetivas são otimistas e já há vários negócios em vista. Este é o olhar de várias consultoras presentes em Portugal sobre o futuro do investimento imobiliário no país.
Venda de casas poderá atingir 30.000 milhões em 2021 - um novo máximo
O imobiliário continua a mostrar-se resiliente aos choques da pandemia da Covid-19. E os resultados previstos mostram isso mesmo: o setor imobiliário deverá fechar o ano com 33 mil milhões de euros transacionados, um valor 10% superior ao registado em 2020. E a rainha neste mercado é mesmo a habitação. A compra de casa deverá ter movimentado um total de 30.000 milhões de euros, mais 15% que no ano passado, estabelecendo novos máximos de mercado.
Escritórios, logística, residências de estudantes… Portugal atrai investimento
Não é só do segmento residencial que vive o setor imobiliário. E se o negócio da compra e venda de casas voltou a dar que falar em 2021, tal como o do arrendamento, o imobiliário comercial também esteve em alta.
Investidores recuperam confiança e imobiliário retoma crescimento em Portugal
O mercado imobiliário em Portugal está em fase de recuperação da trajetória de crescimento que registava antes da pandemia da Covid-19, um fortalecimento muito impulsionado pela recuperação da confiança dos investidores. Esta é uma das conclusões da Savills à conjuntura imobiliária portuguesa, que prevê que o crescimento do setor se mantenha em 2022.
Investimento em imobiliário comercial a acelerar em Portugal
O investimento em imobiliário comercial em Portugal atingiu os 1.173 milhões de euros até setembro deste ano e pode chegar aos 2.500 milhões de euros no final do ano, de acordo com dados divulgados pela JLL no seu mais recente Market Pulse, o estudo trimestral desenvolvido pela consultora com a anál
Construção: insolvência de empresas está a aumentar em Portugal e na Europa
A pandemia da Covid-19 não fez parar o setor da construção. Mas as atuais condições neste mercado, hoje, não são as melhores. Os atrasos de pagamentos a par da deterioração das margens de lucro estão a agravar o risco de incumprimento das empresas.
Quinta da Fonte: gestora britânica compra 15 edifícios por 150 milhões
O investimento imobiliário segue a bom ritmo no terceiro trimestre de 2021. E agora houve mais uma transação fechada. Trata-se de 15 edifícios da Quinta da Fonte, em Oeiras, que foram adquiridos pela gestora britânica Sixth Street e pela Acacia Point Capital.
Imobiliário residencial atrai investidores – mas retalho sofre com a Covid
São várias as marcas que pandemia da Covid-19 está a deixar no imobiliário. O setor residencial tornou-se mais apetecível aos olhos dos investidores. Mas o retalho nem por isso.
"Interesse dos investidores estrangeiros no mercado português continua bem vivo"
“O interesse dos investidores estrangeiros no mercado português continua bem vivo”. A afirmação é de Paulo Sarmento, Partner e Diretor de Capital Markets da Cushman & Wakefield (C&W), que considera, em comunicado, que “os principais ‘players’ do mercado reconhecem a boa resposta que o país teve face à pandemia”.
Antiga fábrica "A Napolitana" em Lisboa vai ser convertida numa escola internacional
Os icónicos edifícios da antiga fábrica de massas "A Napolitana", localizados em Alcântara, Lisboa, vão ser transformados numa escola internacional, a primeira em Lisboa do 'Artemis Education Group', que se dedica ao desenvolvimento de novos projetos escolares em todo o mundo. O valor tota
Eventual sobrevalorização dos preços das casas requer acompanhamento
O governador do Banco de Portugal considera que a situação atual de crise requer acompanhamento ao setor imobiliário, depois de a instituição ter alertado para o risco que tem para a economia e para o sistema financeiro o cenário de correção dos preços das casas, que continuaram a aumentar em p
Banco de Portugal alerta para riscos do fim dos apoios e da correção dos preços do imobiliário
O elevado endividamento das administrações públicas e o aumento das responsabilidades contingentes, no âmbito da crise causada pela pandemia, constituem uma vulnerabilidade da economia portuguesa, refere o Relatório de Estabilidade Financeira do Banco de Portugal (BdP).“O elevado endividamento das a