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Comprar casa para arrendar

Comprar casa para arrendar em Portugal rende 6,5% no final de 2025

Uma das soluções para resolver a crise de acesso à habitação em Portugal passa por estimular o mercado de arrendamento, aumentando a oferta, tal como reconhece o Governo. E uma forma de o fazer passa por comprar casas e colocá-las a arrendar, um tipo de negócio que pode ser bem atrativo quer para investidores, quer para famílias com liquidez. Isto porque a compra de casa para arrendar em Portugal apresentou uma rentabilidade bruta de 6,5% no quarto trimestre de 2025, de acordo com os dados do idealista, editor desta newsletter. E este investimento na habitação apresenta menos riscos face ao final de 2024.
Gráfico de investimentos

Investimento em imobiliário comercial cresce e atrai mais portugueses

O ano de 2025 foi bastante positivo no que respeita a investimento imobiliário comercial de rendimento. Com mais investidores portugueses, o ano encerrou com um volume total de 2,82 mil milhões de euros, representando um crescimento de cerca de 22% em comparação com o ano anterior. Este crescimento consolida a recuperação já iniciada em 2024, quando chegou aos 2,3 milhões de euros.
Escritórios

Imobiliário comercial aumentou 10% com o capital estrangeiro a liderar

O investimento em imobiliário comercial em 2025 aumentou 10% em relação ao ano anterior, atingindo cerca de 2.670 milhões de euros, com o capital estrangeiro a representar 60% do total aplicado, segundo a consultora Cushman & Wakefield (C&W). Na distribuição por setores, o retalho manteve a liderança, captando 29% do investimento, seguido pelos escritórios (26%) e pela hotelaria (20%).
Guimarães

Guimarães no top 20 dos melhores destinos do mundo para visitar em 2026

O novo ano já começou e Guimarães aparece como destaque na lista dos 20 melhores destinos do mundo para visitar em 2026, elegidos pela BBC. Ao lado de cidades como Abu Dhabi nos Emirados Árabes Unidos, Ishikawa no Japão, Santo Domingo na República Dominicana, entre outras, o berço de Portugal completa 25 anos da distinção como Património Mundial da UNESCO e o futuro título de Capital Verde Europeia.

Coliving, SOS a três urgências: habitação, qualidade de vida e saúde social

Há uns anos, o coliving era muitas vezes apresentado como uma moda importada. Em 2025, a realidade foi outra (e em 2026 também será): a crise da habitação agravou-se, a mobilidade profissional tornou-se estrutural, o trabalho híbrido normalizou-se e a solidão passou a ser reconhecida como um problema social e de saúde pública. Neste novo contexto, o coliving deixou de ser apenas um formato alternativo de morar para passar a integrar um debate muito mais amplo sobre como vivemos, com quem vivemos e que papel a casa tem na nossa qualidade de vida.
Ricky Martin

Ricky Martin vende o seu luxuoso apartamento em Nova Iorque

O conceituado cantor porto-riquenho Ricky Martin vendeu o seu luxuoso apartamento no exclusivo bairro de Upper East Side, em Manhattan (Nova Iorque), por 6,15 milhões de dólares (5,24 milhões de euros taxa de câmbio atual), depois de quase uma década a tentar vendê-lo. Em 2017, o cantor tinha colocado a propriedade à venda por 8,4 milhões de dólares (7,15 milhões atualmente). No entanto, após mais de oito anos de negociações frustradas, o porto-riquenho acabou por vendê-la por mais de dois milhões menos do que esperava inicialmente.
Contas

O que muda em 2026: na habitação e nos gastos do dia a dia

O ano de 2026 deverá ser marcado por um recuo da taxa de inflação para 2,1% e por um novo alívio no IRS, mas as famílias vão deparar-se com uma subida generalizada dos preços de alguns bens e serviços. Rendas, telecomunicações, bilhetes de transportes e portagens são alguns dos serviços que vão acompanhar ou mesmo ultrapassar a inflação esperada para o próximo ano.