Equipa do idealista/news

Decorar a casa em 2023: 5 ideias para triunfar

Ano novo, casa nova. Nada melhor para receber 2023 de braços abertos do que uma nova decoração para a casa. Querem-se espaços confortáveis, neutros e aconchegantes, privilegiando-se a luz natural, o mobiliário com curvas e ainda os materiais naturais. A Engel & Volkers apresenta 5 tendências de decoração para o próximo ano. 

Morreu o arquiteto japonês Arata Isozaki, vencedor de um Pritzker

O famoso arquiteto japonês Arata Isozaki, autor de obras como o Palau Sant Jordi em Barcelona, ​​a Casa del Hombre (Domus), na Corunha, ou o Museu de Arte Contemporânea de Los Angeles, (EUA), Prémio Pritzker de Arquitetura em 2019, morreu aos 91 anos. Projetou dezenas de edifícios de destaque, como a Torre Allianz, em Milão, o Museu Nacional da Civilização Egípcia, no Cairo, o Centro Nacional de Convenções do Qatar ou a Sala de Concertos de Kyoto.
Setor imobiliário mostra a sua força em 2022

2022 à lupa: imobiliário dá provas de força

Terá o setor da construção e do imobiliário escapado entre os pingos da chuva de uma tempestade chamada guerra que assolou o continente europeu? Sem aviso prévio, a Europa viu-se a braços com um conflito armado que parece estar para durar e que teve – e está a ter – impacto direto nas economias dos países e nas finanças pessoais. A inflação escalou em 2022. E o Banco Central Europeu (BCE) começou a aumentar os juros diretores para travar a subida generalizada dos preços, uma decisão que fez disparar os encargos com o crédito habitação. Com este pano de fundo, os custos da construção continuaram a subir em flecha, assim como os preços das casas. Tudo isto num cenário que se crê que seja de pós-pandemia. Mas a fileira da construção e do imobiliário dá sinais de estar, ainda assim, resiliente, dando provas de força. 
remodelar a casa

Ter a casa de sonho para viver melhor: obras e decoração triunfam

Nunca se fizeram tantas obras e remodelações em casa durante e no pós-pandemia. Trata-se de um investimento rentável que garante bem-estar e qualidade de vida a longo prazo até porque, além de um património físico, a casa é um local de lazer, convívio, conforto e descanso. E atribui-se cada vez maior importância à necessidade de adaptar os espaços para se viver melhor. Seja intervenções de fundo, pequenas remodelações, arrumação e limpeza, ou simples mudanças na decoração: tudo valeu em 2022 para ter uma casa mais bonita, funcional e acolhedora.
escritórios

Logística e escritórios fortes em 2022 e na mira dos investidores

Apesar da incerteza e da crise instalada, Portugal continuou no radar do investimento imobiliário em 2022. A liquidez acumulada e falta de oportunidades em alguns setores tradicionais tem levado os investidores a canalizar o seu capital para ativos alternativos. E a verdade é que nacionais e estrangeiros continuam atentos ao país, e a dar impulso a vários segmentos de negócio. A logística e escritórios destacaram-se em 2022 pela robustez e capacidade de resiliência, sendo dos setores mais atrativos para quem investe.
Arrendar casa em Portugal

Arrendar casa: interesse aumenta, mas preços também (e falta oferta)

“Arrendar casa: a dinâmica de um mercado com falta de oferta”. Este foi o título do resumo anual que escrevemos no final ano passado, em jeito de balanço do segmento do arrendamento em Portugal em 2021. Título esse que faria sentido, de certa forma, usar também neste artigo, relativo ao comportamento do mercado em 2022. A verdade é que continua a ser uma necessidade a existência de mais senhorios e inquilinos no país, de forma a aumentar a oferta, até porque o arrendamento continua a atrair famílias para viver. O problema é que os preços praticados continuam a escalar, apesar da conjuntura atual, marcada por alta inflação, subida de taxas de juro etc. 
Compra de casa por estrangeiros

Vistos gold em brasa - mas estrangeiros compram mais casas em 2022

Em 2022, Portugal provou que continua a ser um país de eleição para o investimento imobiliário estrangeiro, mesmo num clima marcado pela incerteza, alta inflação e pela subida das taxas de juros. A venda de casas às famílias oriundas de outros países não parou de crescer. E mesmo com os vistos gold a navegarem por mares agitados durante todo o ano - passando pela suspensão da plataforma ARI e pelo facto de o Governo estar a avaliar o fim do programa - conseguiram atrair 474 milhões de euros para o mercado imobiliário entre janeiro e novembro de 2022, mais 24% do que no ano anterior.
Construção de casas e promoção imobiliária em Portugal

Casas novas chegam ao mercado – mesmo com custos de construção a subir

O ano de 2022 arrancou repleto de saúde e confiança para a promoção imobiliária, depois de um 2021 marcado por uma chuva de empreendimentos e por uma aposta clara em projetos residenciais de obra nova. Mas ninguém contava que, após uma pandemia, o mundo tivesse de lidar com os danos colaterais de uma guerra. A invasão da Rússia à Ucrânia veio mudar um pouco as regras do jogo, tendo impacto direto no setor da construção. Problemas como os atrasos nos processos de licenciamento voltaram a dar que falar, mas o tema do aumento dos custos de construção e dos materiais e a falta de mão de obra ganharam expressão com o eclodir da guerra. A promoção imobiliária continua, ainda assim, a dar sinais de estar resiliente. 

Novos tipos de construção continuam a fazer furor em 2022

Casas pré-fabricadas (de madeira, betão ou aço), casas modulares, casas móveis, casas em contentores ou casas passivas. Tudo novos tipos de construção que continuam a conquistar o mercado, ano após ano - e 2022 não foi diferente. São uma alternativa à construção tradicional, e assumem uma posição cada vez mais forte no mercado. A procura aumentou, e a oferta tenta dar resposta com propostas inovadoras, também no universo da arquitetura e design. Cá dentro e lá fora, passamos em revista alguns projetos que marcaram o ano.
Setor imobiliário de pedra em cal em tempos de guerra

Imobiliário à prova em 2022: entrevistas que mostram a força do setor

2022 é um ano que entra para a história, desde logo pelo facto de ter ficado marcado pelo eclodir de uma guerra na Europa, que acontece depois do mundo ter sido obrigado a dar resposta a uma crise também inesperada, denominada pandemia. E a fatura acabou por ser também passada em nome do setor imobiliário. Mas resiliência parece continuar a ser palavra de ordem, mesmo num cenário de alta taxa de inflação, de custos de construção a subir e de taxas de juro a escalar. Os desafios persistem, bem como as incertezas, mas há vontade e força por parte dos vários palyers em manter vivo o setor.