Frederico Gonçalves

Frederico Gonçalves

Fred foi o primeiro a chegar ao idealista/news em Portugal, em 2010, depois de ter estudado jornalismo e passado por redações. Desde então, dedica-se a conhecer a fundo o setor imobiliário, assumindo o desígnio de escrever sobre o mercado com dedicação, garra e qualidade. E sempre com um sorriso.

Investimentos imobiliários de Messi

Dos relvados para a Bolsa: fundo imobiliário de Messi brilha em Espanha

O futebolista Lionel Messi, que joga no Inter Miami (EUA), surge como presidente do conselho da Edifício Rostower Socimi em documentos publicados pela Portfolio Stock Exchange, considerado um pequeno mercado europeu alternativo. O único acionista da Edificio Rostower é o fundo de investimento imobiliário que pertence à família do craque argentino: Limecu Espana 2010.
Habitação acessível em Portugal

Habitação acessível: Programa 1º Direito com execução inferior a 3%

Os projetos promovidos pelas autarquias no âmbito do Programa de Apoio ao Acesso à Habitação, conhecido por 1º Direito, estão a apresentar um ritmo de concretização lento. Os números mais recentes do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) confirmam esse cenário: até 30 de setembro de 2024 foram entregues 1.700 casas, menos de 3% da meta de 59.000 habitações fixada para 2030.
Garantia pública no crédito da casa para apoiar jovens

Garantia pública no crédito da casa: bancos já marcam escrituras

Os bancos já estão a agendar as primeiras escrituras para a compra de casa ao abrigo da garantia pública do Estado no crédito habitação, devendo os primeiros contratos ser celebrados ainda em janeiro. O interesse por parte dos jovens – os interessados têm de ter até 35 anos, sendo este um dos requisitos – parece estar a ser elevado, havendo muita procura nestes primeiros dias de comercialização.
Lei dos solos

Partidos contra lei dos solos – ministro fala em “mudança estrutural”

BE, PCP, Livre e PAN requereram, esta quinta-feira (2 de dezembro de 2025), a apreciação parlamentar do decreto-lei que flexibiliza a lei dos solos – o decreto-lei n.º 117/2024 altera o Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial (RJIGT) e já foi publicado em Diário da República –, argumentando que o diploma contribui para a especulação imobiliária e não responde aos problemas na habitação. Opinião diferente tem o ministro Adjunto e da Coesão Territorial, Castro Almeida, que considera que a alteração ao RJIGT visa “aumentar a oferta de terrenos para construir habitação como forma de baixar o preço das casas”, sendo esta “uma mudança estrutural”.
Inflação a subir em Portugal

Inflação acelera há quatro meses – sobe para 3% em dezembro

Depois de aumentar em setembro, outubro e novembro para 2,1%, 2,3% e 2,5%, respetivamente, a taxa de inflação homóloga terá voltado a acelerar no último mês do ano para 3%, segundo estimativas divulgadas esta segunda-feira (30 de dezembro de 2024) pelo Instituto Nacional de Estatísticas (INE) – os dados definitivos serão conhecidos dia 13 de janeiro.
Preço das casas

Portugal tem sido incapaz de pôr um travão à subida dos preços das casas

Os preços das casas em Portugal subiram muito nos últimos anos, sendo esta uma tendência que tende a manter-se caso a oferta de habitação no mercado não aumente, conforme sustentam vários especialistas. Os indicadores que vêm do exterior apontam para outro dado revelador: Portugal integra um pequeno conjunto de países da OCDE – composto por Luxemburgo, Países Baixos e Alemanha – que no pós-pandemia viu os preços das casas disparar e não está a conseguir por um travão ao fenómeno.
Setor imobiliário em 2024 em revista

Adeus 2024: habitação e imobiliário centram atenções de olho no futuro

São precisas mais casas para dar resposta à crise na habitação na qual se encontra Portugal. Esta certeza não é de agora, tal como não é a de que é crucial dinamizar o mercado de arrendamento. Para tal é fundamental aumentar a oferta de casas no mercado, até para que os preços – que continuam a subir – possam baixar. Estará o novo simplex dos licenciamentos urbanos já a trazer resultados nesse sentido? E as alterações à lei dos solos serão positivas para o mercado imobiliário, nomeadamente no segmento residencial? Damos respostas a estas e outras perguntas neste artigo, no qual passamos em revista o que de mais importante se passou no país em 2024 no setor imobiliário.

Os negócios imobiliários que marcaram o ano de 2024

O ano de 2024 mostrou que Portugal continua a ser um destino atrativo e uma espécie de porto seguro para os investidores imobiliários nacionais e internacionais. Uma terra de oportunidades, apesar das incertezas existentes e das críticas de alguns players do setor, nomeadamente às burocracias existentes e à instabilidade fiscal. Foram vários, de resto, os negócios que movimentaram milhões de euros ao longo do ano. Passamos em revista algumas dessas transações.

Retalho, escritórios, logística, hotéis… Imobiliário comercial em alta

É caso para dizer que “há vida” no setor imobiliário além do segmento residencial. O ano de 2024 fica marcado por relatos de notícias animadoras, com vários negócios e/ou investimentos consumados ou em vias de ter luz verde. O retalho e a logística centraram atenções e o setor hoteleiro, alavancado pelo turismo e pela atratividade de Portugal enquanto destino de férias, também deu sinais de resiliência. Mais animado mostrou estar ainda o segmento de escritórios, que parece estar a ganhar uma segunda vida após o “fantasma” da pandemia. Passamos em revista o ano de 2024 no que diz respeito ao imobiliário comercial.