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Venda de casas “derrapa” em março devido à Covid-19

Números do INE mostram que houve decréscimo de transações face ao mês anterior e ao período homólogo.

Katya Shkiper on Unsplash
Katya Shkiper on Unsplash
Autor: Redação

A pandemia do novo coronavírus deixou marcas na economia, nomeadamente no setor imobiliário e da construção. Uma das consequências da Covid-19 foi a quebra na venda de casas, segundo mostram os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE). “Em março de 2020, foram vendidos cerca de 6 alojamentos por mil alojamentos familiares clássicos em Portugal o que compara com vendas de 6,15 em março do ano anterior e 6,66 em fevereiro de 2020”. 

Segundo o INE, a nível regional, “com exceção da Área Metropolitana de Lisboa (AML) e do Algarve, as restantes regiões apresentaram um número de vendas por mil alojamentos familiares inferior à referência nacional, destacando-se com valores inferiores a 5, o Centro
(4,49) e o Alentejo (4,70)”.

A AML e o Algarve, apesar de verificarem um valor de vendas por mil alojamentos familiares clássicos acima da referência nacional, registaram, em março de 2020, uma diminuição deste valor face ao período homólogo: -2,1% e -0,9%, respetivamente. 

No que diz respeito ao mercado de arrendamento, registaram-se a nível nacional, em março, 2,2 novos contratos de arrendamento por mil alojamentos familiares clássicos. “Ao nível regional, com exceção da AML e do Algarve, as restantes regiões apresentaram um número de novos contratos de arrendamento por mil alojamentos familiares clássicos inferior à referência nacional”, conclui o INE.