Isaltino quer construir casas para vender em Oeiras desde 120.000€
A crise habitacional está instalada em Portugal. E perante este cenário, o Governo lançou o pacote “Mais Habitação” para que, em conjunto com os municípios e privados, seja possível aumentar a oferta de casas disponíveis no mercado e baixar os preços. Nesta conjuntura, o presidente da Câmara Municipal de Oeiras veio a público dizer que a autarquia tem capacidade para construir casas e colocá-las à venda com preços a partir dos 120 mil euros. E também para colocar casas no mercado de arrendamento, com rendas a partir de 280 euros por mês.
Câmara do Porto compra 6 casas e coloca-as para arrendamento acessível
A Câmara Municipal do Porto (CMP) comprou seis habitações de um prédio devoluto na Rua Central de Francos e vai agora proceder à sua reabilitação. O objetivo é que as casas estejam prontas a habitar até ao último trimestre deste ano, em regime de arrendamento acessível. Os imóveis em causa têm garagem e áreas que rondam os 100 m2, refere a autarquia. Trata-se de uma iniciativa que vai ao encontro dos objetivos do Governo traçados no pacote “Mais Habitação”. Recentemente, a CMP avançou com oito medidas que visam, sobretudo, baixar as rendas e aumentar a oferta de casas no mercado.
Habitação em Lisboa: Moedas insiste na isenção do IMT para jovens
A Carta Municipal de Habitação de Lisboa foi apresentada esta quinta-feira, dia 23 de fevereiro, pela autarquia. Na ocasião, o presidente da Câmara de Lisboa Carlos Moedas afirmou que a política de habitação tem de ser inclusiva e participativa, sem proibir ou impor, insistindo na isenção do IMT para jovens. Além disso, propôs ainda incluir os bairros municipais na Estratégia Local de Habitação de Lisboa, permitindo assim aplicar os fundos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) na sua reabilitação, tendo identificado "13.150 situações de habitação indigna".
Mais Habitação: 15 dias em consulta pública e sem propostas de lei
Quatro dias depois de ter sido aprovado pelo Conselho de Ministros, o pacote de medidas “Mais Habitação” foi colocado em consulta pública não com propostas ou decretos de lei (como é costume), mas sim com as principais explicações de cada medida para “facilitar” a participação dos cidadãos, empresas e associações. Portanto, os detalhes concretos das medidas que visam aumentar a oferta de habitação no país não são ainda conhecidos. Mas este novo documento, que estará em discussão até 10 de março, adiantou, por exemplo, que quem tem casas devolutas terá um prazo para dar uso ao imóvel, que as casas construídas com apoios públicos têm de ficar 25 anos em arrendamento acessível e que as taxas de esforço vão determinar os apoios ao crédito habitação e o pagamento das rendas. Explicamos o que já se sabe.
Em nome de "mais habitação", Governo vai intervir no mercado
Sem ter conseguido dar uma resposta efetiva à crise habitacional, que por vários motivos se tem vindo a agudizar em Portugal nos últimos anos, António Costa decidiu agora apresentar um novo plano de ataque, chamado "Mais Habitação". Com este novo programa, o Governo promete aumentar a oferta de casas no mercado e facilitar o acesso à habitação no médio prazo, mas também solucionar problemas mais imediatos para as famílias que necessitam de apoio, tanto no arrendamento como no crédito habitação. Para isso, o Governo de maioria absoluta optou agora por uma intervenção direta no mercado, com várias medidas que já estão a gerar polémica e contestação, como o fim dos vistos gold, a introdução de um limite ao aumento das rendas, a penalização ao Alojamento Local, a posse de casas vazias, assumindo o Estado um papel ambivalente de senhorio-inquilino.
Arrendamento acessível: Governo oferece isenção de IMI, IMT e IRS
O Governo está empenhado em promover a colocação de mais casas para arrendar a preços acessíveis. E, por isso mesmo, apresentou um conjunto de medidas no pacote “Mais Habitação” esta quinta-feira aprovado em Conselho de Ministros. Além incentivar a transferência do Alojamento Local para o parque habitacional e de querer mobilizar o património devoluto, António Costa também anunciou uma série de benefícios fiscais ao arrendamento acessível, que passam pela isenção de IMI, IMT e IRS. Para o todo o mercado de arrendamento, prevê ainda a redução das taxas de IRS aplicadas aos rendimentos prediais.
1º Direito: Famalicão vai comprar 79 casas por 10,5 milhões de euros
A dificuldade em aceder a uma casa digna é uma questão já identificada em Vila Nova de Famalicão, como em todo o território nacional. E, para dar resposta aos problemas habitacionais do concelho, a autarquia famalicense vai comprar 79 casas por 10,5 milhões de euros, através de uma Oferta Pública de Aquisição de Imóveis. Estas habitações destinam-se ao mercado de arrendamento no âmbito do Programa 1.º Direito.
“Programa Nacional de Habitação veio para ficar e vai evoluir”
A proposta de lei do PS sobre o Programa Nacional de Habitação foi esta sexta-feira, dia 20 de janeiro, apresenta e aprovada no Parlamento, contando com 22 medidas e um investimento total de 2.377 milhões de euros. Na sua apresentação, Marina Gonçalves, ministra da Habitação, garantiu que há muito trabalho nesta matéria que está a ser feito no terreno para dar casas dignas às famílias, embora admita que os resultados são “mais lentos” do que o esperado. “O Programa Nacional de Habitação não é uma inversão da política em curso, veio para ficar e vai ser reforçado”, garantiu a ministra.
“É quase impossível construir habitação acessível” em Portugal
A falta de habitação digna é uma questão urgente em Portugal. Há várias políticas de habitação em marcha, como é o caso do Programa 1º Direito, que vai contar com um reforço do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Mas não chega para dar casas dignas e a preços acessíveis a todas as famílias que delas precisam. “Com a carga fiscal e todos os custos de contexto, é quase impossível construir habitação acessível, tanto pela via privada como pela pública”, partilham com o idealista/news os autores do livro “Políticas Locais de Habitação” Álvaro Santos, Miguel Branco-Teixeira e Paulo Valença.
Monte Pedral no Porto vai ter residência de estudantes com 5 mil m2
Vai nascer uma residência de estudantes com cerca de 5.000 metros quadrados (m2) no antigo Quartel do Monte Pedral no Porto, parte daquele que será o maior projeto de habitação de arrendamento acessível lançado em Portugal. O escritório de arquitetura MASSLAB será o responsável pelo desenho deste novo espaço de alojamento estudantil.
Arrendamento acessível: Braga isenta senhorios do pagamento do IMI
A Câmara de Braga aprovou, por unanimidade, o Regulamento Municipal de Arrendamento Acessível, que isenta os senhorios do pagamento de IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis) durante o período de vigência dos contratos de arrendamento. Para o município, esta medida constitui-se "como um incentivo adicional" para os senhorios aderirem ao programa.
Lisboa vai relançar rendas acessíveis em Benfica e Parque das Nações
A Câmara Municipal de Lisboa (CML) vai lançar dois concursos no âmbito do Programa de Renda Acessível — Concessões (PRA) para a construção de 923 novos fogos, 613 dos quais para arrendamento acessível, em Benfica e no Parque das Nações. O investimento total estimado para os projetos ronda os 155 milhões de euros.
Viver em Lisboa: vereadora insiste em renda acessível para residentes
A vereadora da Habitação na Câmara de Lisboa vai voltar a propor um programa especial de renda acessível dirigido a quem vive ou tenha residido nos últimos 10 anos na cidade, proposta anteriormente chumbada pela oposição.
Incentivos às rendas: fundos imobiliários vão ter benefícios fiscais
O Governo quer tornar o programa de arrendamento acessível apetecível para os fundos de investimento imobiliário e, para isso, pretende alterar a lei para conceder benefícios fiscais a estes organismos. A medida consta da proposta de lei do Programa Nacional de Habitação (PNH) enviada pelo Executivo ao Parlamento.
“Não há razão nem desculpa para haver 160 mil imóveis vazios na AML”
A falta de habitação é uma questão bem presente na Grande Lisboa. Com a subida dos preços das casas, cerca de 62% das famílias que vivem na Área Metropolitana de Lisboa (AML) têm de despender mais de 40% do seu rendimento para conseguir arrendar ou comprar casa. Mas, apesar da elevada procura e de haver vários incentivos à reabilitação de imóveis, há ainda cerca de 160.000 casas vazias na Grande Lisboa. “Não há, de facto, razão nem desculpa para estes imóveis estarem vazios”, sublinha Ana Pinho, ex-secretária de Estado da Habitação, em entrevista ao idealista/news.
Construção de casas para arrendamento acessível: "É um dia histórico"
O ministro das Infraestruturas e da Habitação classificou esta quarta-feira (16 de novembro de 2022) como histórico o arranque da primeira obra de construção de raiz de habitação para renda acessível pelo Estado, o que não se verificava há mais de 40 anos.
Rendas acessíveis: vão ser construídas (para já) 208 casas em Almada
O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), que é tutelado pelo Ministério da Habitação, vai avançar com a construção de 24 habitações de renda acessível em Alcaniça, Monte da Caparica (na Margem Sul de Lisboa), num investimento de cerca de quatro milhões de euros. Esta será a primeira fase do Plano Integrado de Almada (PIA), que prevê ainda a construção de 28 habitações na Quinta do Olho de Vidro e 156 em Alfazina. Serão construídas, desta forma, 208 casas, num investimento de 31,1 milhões de euros financiados no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
Renda acessível: há 7% de casas disponíveis para 30 mil candidaturas
A falta de casas para arrendar é um problema estrutural do país. O Programa de Arrendamento Acessível (PAA), criado em 2019, prometeu ajudar a resolver a questão, colocando no mercado 100 mil casas de renda acessível em dez anos destinadas à classe média.
Semana da Reabilitação Urbana volta ao Porto de 22 a 24 de novembro
A celebrar a sua 10.ª edição, a Semana da Reabilitação Urbana (SRU) está de regresso à cidade do Porto, de 22 a 24 de novembro. O evento vai decorrer no Palácio da Bolsa e dará destaque a temas relacionados com o acesso à habitação, a sustentabilidade e o investimento imobiliário. Uma vez mais, a iniciativa conta o apoio do idealista enquanto portal oficial.
Madeira: Governo vai atribuir mais de 800 casas a rendas acessíveis
O Governo da Madeira vai investir 98 milhões de euros na aquisição de 533 fogos para habitação a custos acessíveis e construir diretamente mais 270 apartamentos, prevendo o início da conclusão destes processos nos finais de 2023, foi anunciado este sábado (1 de outubro de 2022).
Renda acessível no Porto: Rui Moreira quer apoio fiscal para senhorios
O presidente da Câmara do Porto defendeu, esta segunda-feira (12 de setembro de 2022), que os proprietários cujas habitações se encontram em regime de renda acessível deveriam ser compensados fiscalmente, temendo que se o Governo não o fizer se “mate à nascença” o arrendamento acessível. “Corremos o risco de que estes proprietários prescindam deste instrumento e optem por rendas de mercado”, afirmou Rui Moreira, durante a reunião do executivo. As considerações do autarca surgiram no decorrer da recomendação apresentada pelo PS para que as rendas dos inquilinos municipais fossem congeladas no próximo ano.
Arrendamento jovem: aumento das rendas máximas do Porta 65 só em 2023
Há alterações à vista no Programa Porta 65 – Jovem, que tem como objetivo apoiar o arrendamento de habitações para residência, atribuindo uma percentagem do valor da renda como subvenção mensal, mas só no próximo ano. Em causa está a atualização das rendas máximas admitidas. A medida está prevista no Orçamento do Estado para 2022 (OE2022), mas só terá efeito, afinal, a partir de 2023. Significa isto que os últimos dois concursos de 2022 – um deles arranca esta terça-feira e termina dia 30 de setembro – ainda estarão sujeitos aos atuais limites de renda, que estão desfasados da realidade do mercado de arrendamento.
Atualização de rendas em 2023: o que muda para inquilinos e senhorios?
Há novidades para inquilinos e senhorios. Dada a inflação que se faz sentir em Portugal, o Governo socialista de António Costa decidiu aplicar um conjunto de medidas que vão incidir nos contratos de arrendamento em 2023.
Mais 1.500 casas em Matosinhos: autarquia investe 85 milhões de euros
A falta de habitação a preços acessíveis é um problema transversal a todo o país. E para resolver esta questão em Matosinhos (Porto), a autarquia e a MatosinhosHabit (empresa municipal de habitação) estão a trabalhar num plano que prevê investir cerca de 85 milhões de euros na construção e requalificação de habitação social, no âmbito do arrendamento apoiado e no programa municipal de apoio ao arrendamento. Ao todo este programa vai aumentar a oferta habitacional pública no concelho em mais de 1.500 casas.
Arrendamento acessível no Porto: programa alargado a todos os imóveis
A Assembleia Municipal do Porto aprovou, com os votos contra do BE e da CDU, o alargamento do programa de arrendamento acessível Porto com Sentido a todos os imóveis da cidade, bem como o aumento do apoio à renda.