Renda das casas em Portugal

Arrendar casa: recorde de rendas em 5 anos apesar da subida da oferta

A tensão no mercado de arrendamento continua a aumentar em Portugal. As rendas das casas têm vindo a subir mês após mês, embora de forma mais lenta, atingido mesmo o valor máximo dos últimos cinco anos em junho. Isto acontece, sobretudo, porque o aumento da oferta de casas para arrendar (e a preços acessíveis) não foi suficiente para responder à alta procura existente no país. Foi precisamente para responder à crise de acesso ao arrendamento que o Governo de Montenegro desenhou várias medidas, como o alargamento do apoio à renda e do programa Porta 65 Jovem. Neste artigo, o idealista/news faz uma viagem ao passado para mostrar como é que se agravou o acesso à habitação no mercado de arrendamento em Portugal, nomeadamente em Lisboa e no Porto.
Apoios ao arrendamento

Apoio extraordinário ao arrendamento: é possível voltar a recebê-lo?

Quem deixou de receber o apoio extraordinário ao arrendamento pode voltar a recebê-lo, desde o dia 3 de julho e se for elegível. Em causa estão arrendatários que viram esse benefício perder efeito pelo facto de o contrato ter sido cessado por vontade do senhorio. De recordar que se trata de uma “medida temporária e excecional, prevista até dezembro de 2028”, num valor que poderá ascender aos 200 euros mensais, pago pela Segurança Social. Explicamos tudo sobre este tema no artigo de hoje da Deco Alerta. 
Comprar casa para arrendar

Comprar casa para arrendar em Portugal rende 7,2% no 2º trimestre

Uma das formas de investir em imobiliário passa por comprar uma habitação para colocá-la a arrendar. E este é um negócio cada vez mais atrativo, já que apresenta uma rentabilidade cada vez maior também sustentada pelo crescimento das rendas das casas. Em concreto, a compra de uma casa em Portugal para colocar no mercado de arrendamento rendeu, em termos brutos, 7,2% no segundo trimestre de 2024, mais 0,3 pontos percentuais (p.p) face à calculada para o mesmo período de 2023 (6,9%), revelam os dados do idealista, editor desta newsletter. Hoje, a rentabilidade na habitação é 0,5 p.p superior em relação à observada no segundo trimestre de 2020, de 6,7%.
Preço das casas para comprar

Preço das casas recupera na Europa – e subida abranda em Portugal

Depois de terem passado quase um ano a descer, os preços das casas na Europa já estão a dar claros sinais de recuperação, tendo descido apenas 0,4% na zona euro e subido 1,3% na União Europeia (UE) no primeiro trimestre de 2024 face ao período homólogo. Já em Portugal os preços das casas continuam a subir, mas de forma mais lenta, revelam os dados do Eurostat esta sexta-feira divulgados.
Futuro da mediação imobiliária em Portugal

Inovação e sustentabilidade na mediação imobiliária discutidas em Belém

O setor da mediação imobiliária volta a juntar-se em Lisboa para debater o presente e futuro do setor. Temas como a inovação, a sustentabilidade e a tecnologia estarão em foco na Convenção APEMIP Imocionate 2024, que pelo segundo ano consecutivo se realiza no grande auditório do Centro Cultural de Belém (CCC). O evento é direcionado aos profissionais do setor e realiza-se esta quinta-feira (5 de julho de 2024).
Rendas antigas em Portugal

Senhorios já podem pedir compensação por rendas antigas

Os senhorios com rendas anteriores a 1990 – as chamadas rendas antigas – podem, a partir desta segunda-feira (1 de julho de 2024), pedir ao Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) a compensação de até “1/15 do Valor Patrimonial Tributário (VPT) do locado”, de acordo com o definido no programa Mais Habitação.
Alojamento Local

Alojamento Local: aprovada revogação da contribuição extraordinária

A Assembleia da República aprovou esta sexta-feira (21 de junho de 2024) a proposta de lei que permite ao Governo revogar a Contribuição Extraordinária sobre o Alojamento Local (CEAL), com os votos favoráveis dos partidos à direita e contra da esquerda. Uma medida que trará “um grande alívio para os operadores”, adianta a Associação do Alojamento Local em Portugal (ALEP).
contrato de comodato

Emprestar uma casa é possível em Portugal? Sim, e de forma gratuita

O acesso à habitação continua difícil em Portugal por vários fatores. Os preços das casas continuam a ser bem superiores aos salários das famílias. E os juros no crédito habitação permanecem altos, apesar das ligeiras descidas observadas nos últimos meses. É neste contexto que há famílias a procurar outras soluções habitacionais, como mudar dos grandes centros urbanos para zonas periféricas ou rurais, bem mais baratas. E há também quem resolva viver numa casa emprestada, assinando um contrato de comodato por um período bem definido, que não implica o pagamento da renda. Explicamos como funciona o empréstimo de uma casa em Portugal com fundamento jurídico. 
Arrendar casa em Portugal

Rendas das casas em Portugal estabilizam em maio pela 3ª vez este ano

O mercado de arrendamento em Portugal continua dinâmico, com elevada procura. E também tem sentido um aumento da oferta de casas no mercado, motivo que pode explicar o facto de as rendas das casas tenderem a estabilizar em 2024. Foi isso mesmo que se voltou a observar em maio face ao mês anterior: os preços das casas para arrendar em Portugal subiram 0,1%, ficando praticamente inalterados. Esta é a terceira vez este ano que as rendas das casas se mantêm estáveis. Assim, segundo o índice de preços do idealista, arrendar casa tinha um custo de 16,1 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de maio deste ano, tendo em conta o valor mediano. Já em relação à variação trimestral, a subida foi de 1,9% e a anual de 14,4%.
Build to Rent em Portugal

Projeto de Build to Rent nasce em Lisboa – são 12 apartamentos

Chama-se Palma Lofts e é um projeto de Build to Rent (BtR) da imobiliária Coldwell Banker Portugal – através da franquiada Coldwell Banker Luxus – em Portugal. Trata-se de um empreendimento localizado na Cidade Universitária, em Lisboa, composto por 12 unidades habitacionais de tipologias T0 e T1 duplex. Os preços começam nos 1.250 euros por m2, sendo que os imóveis têm entre 30 e 44 m2.
Como tratar da afetação de imóveis

Afetação de imóveis: como transformar uma loja em habitação?

Nos últimos anos, temos assistido a uma subida dos preços das casas em Portugal, especialmente em determinadas zonas do país (as mais populosas). Ora, esta realidade levou à necessidade de se procurarem soluções distintas para encontrar uma habitação. Há pessoas que são proprietárias de uma loja que pretendem converter num apartamento, desconhecendo como o fazer. Contudo, atualmente, é possível tal ser feito. É este o teu objetivo? 
Esforço em comprar ou arrendar casa

Comprar ou arrendar casa em Portugal: taxa de esforço dispara em 2024

A crise da habitação em Portugal parece não ter fim à vista. O preço das casas para comprar e arrendar voltou a subir em 2024, embora de forma mais lenta, continuando a ser bem superior aos salários das famílias. Em resultado, a percentagem do rendimento familiar necessária para comprar ou arrendar casa aumentou no último ano em praticamente todas as capitais de distrito portuguesas, de acordo com a análise de dados realizada pelo idealista, editor desta newsletter. Ao analisar as taxas de esforço, conclui-se que o esforço exigido para arrendar casa aumentou dez pontos percentuais (p.p.), passando de 71% no primeiro trimestre de 2023 para 81% no primeiro trimestre de 2024. Já na compra de casa, a taxa de esforço nacional aumentou 8 p.p., passando de 60% em março de 2023 para 68% em março deste ano.
Rendas das casas a subir

Rendas das casas aceleram subida em abril para 7,1%

As casas para arrendar continuam a ficar mais caras no nosso país mês após mês. E até houve uma aceleração do crescimento das rendas das casas em abril, já que subiram 7,1% enquanto no mês anterior o aumento foi de 6,9%. Por detrás desta evolução, está o desequilíbrio entre a elevada procura de casas para uma oferta estruturalmente escassa em Portugal.
Comprar casa para arrendar

Comprar casa para arrendar: rentabilidade sobe para 7,3% em 2024

O mercado de arrendamento continua resiliente em Portugal, sustentado por uma elevada procura das famílias, sobretudo, nos grandes centros urbanos. As rendas das casas continuam a ficar mais caras no início de 2024 (e até a acelerar o seu ritmo de evolução), melhorando também a sua rentabilidade. A compra de casa em Portugal para colocar no mercado de arrendamento rendeu, em termos brutos, 7,3% no primeiro trimestre de 2024, mais 0,7 pontos percentuais (p.p) face à calculada para o mesmo período de 2023 (6,6%), revelam os dados do idealista, editor desta newsletter. Acontece que a melhoria da rentabilidade de comprar casa para arrendar, por si só, não chega para incentivar este investimento imobiliário em Portugal e aumentar a oferta de habitação no mercado de arrendamento.

Build to Rent: “Como é possível funcionar em Espanha e em Portugal não?"

“Como é possível em Espanha o Build to Rent (BTR) – construir para arrendar, traduzindo à letra – funcionar num quadro legal perfeitamente definido e onde é possível captar investidores institucionais para ajudar a resolver o problema da habitação e em Portugal não se conseguir fazer o mesmo?”. A pergunta, em jeito de alerta, é lançada por Nelson Rêgo, CEO da gestora de investimentos OGER, em entrevista ao idealista/news.
Preço das casas para comprar

Preço das casas a cair na zona euro - mas Portugal tem 5ª maior subida

O acesso à habitação no espaço europeu agravou-se em 2023, com a subida dos juros nos créditos da casa a somar-se ao já elevado custo da habitação em vários países, como é o caso de Portugal. Este cenário gerou um arrefecimento da procura de casa que se tem refletido na correção dos preços. É isso que mostram os dados mais recentes do Eurostat: as casas para comprar na zona euro voltaram a ficar 1,1% mais baratas no último trimestre de 2023 face ao trimestre anterior. Mas o mercado residencial já dá sinais de recuperação, visto que este recuo dos preços das casas foi menor do que o observado no verão de 2023 (-2,2%). Já em Portugal os preços das casas à venda continuam a subir, tendo mesmo registado a 5.ª maior subida entre os países da UE.