BCE avança com 3º corte dos juros: taxas ficam abaixo dos 3,7%
A inflação na zona euro está a desacelerar a bom ritmo, mas já está abaixo da meta dos 2%. E a economia europeia continua frágil, estando a gerar uma onda de preocupações.
Economia dá voltas e juros caem: o que ganha e perde o imobiliário
O ciclo económico na Europa está a mudar. A inflação está a desacelerar a bom ritmo e os salários a aumentar, mas a economia está fraca, a precisar de estímulo. Todos estes fatores estão por detrás das mais recentes descidas dos juros do Banco Central Europeu (BCE), e continuam a fazer pressão para que haja um novo corte das taxas na reunião da próxima quinta-feira, dia 17 de outubro. Este alívio da política monetária já está, aliás, a ter impacto direto nos bolsos das famílias em Portugal, aumentando o poder de compra e reduzindo o custo nos créditos habitação. E também tem efeitos no investimento imobiliário. Neste artigo preparado pelo idealista/news, explicamos com a ajuda de especialistas o que está na origem da descida dos juros do BCE e qual o seu impacto na habitação e no imobiliário.
Centeno apela a descida de juros pelo BCE perante estado da economia
O governador do Banco de Portugal (BdP) defendeu esta quarta-feira (dia 2 de outubro) que o Banco Central Europeu (BCE) deve reduzir as taxas de juro, tendo em conta o "estado atual da economia da área do euro".
A volta do dinheiro barato? Redução de juros pela Fed afeta Euribor
O mercado bancário mundial está interligado. As decisões de política monetária dos bancos centrais acabam por afetar as taxas de câmbio dos países e, por conseguinte, as trocas comerciais e os investimentos (imobiliário inclusive). É por isso mesmo que o Banco Central Europeu (BCE) continua bem atento às decisões da Reserva Federal dos EUA (Fed), entidade que decidiu cortar os juros em 50 pontos base na semana passada, pela primeira vez em quatro anos. Até porque a decisão da Fed logo se refletiu na valorização do euro face ao dólar e ainda mexeu com as taxas Euribor.
Incerteza económica: Lagarde pede "flexibilidade" na política monetária
A presidente do Banco Central Europeu (BCE) defendeu que é necessária "flexibilidade" numa altura de incerteza, bem como preparação para usar as ferramentas disponíveis. “A minha principal mensagem é que temos que estar preparados para mudanças e preparados para utilizar a flexibilidade das nossas ferramentas conforme necessário”, disse Christine Lagarde, na Palestra Anual Michel Camdessus, organizada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).
BCE volta a descer juros: taxas estão abaixo dos 4%
Tal como esperado pelos analistas de mercado, o Banco Central Europeu (BCE) decidiu avançar com um novo corte dos juros diretores na reunião de política monetária realizada desta quinta-feira, dia 12 de setembro. Mas houve uma surpresa: esta nova redução não foi linear às três taxas diretoras.
Euribor em 3% no final de 2024? Prestações da casa vão baixar mais
As taxas Euribor têm estado a descer para todos os prazos nos últimos meses, antecipando o novo corte dos juros do Banco Central Europeu (BCE) esperado para a reunião da próxima quinta-feira, dia 12 de setembro.
Do BCE à Fed: bancos centrais preparam cortes dos juros em setembro
Há quase meia centena de bancos centrais de todo o mundo que se vão reunir em setembro para decidir o rumo dos seus juros de referência.
BCE decide manter juros inalterados depois do corte de junho
Em junho, o Banco Central Europeu (BCE) decidiu avançar com aquele que foi o primeiro corte dos juros diretores em 25 pontos base. Mas continua a ter cautela quanto a novas flexibilizações da sua política monetária. Foi por isso mesmo que o regulador liderado por Christine Lagarde decidiu manter os juros nos atuais níveis – entre 3,75% e 4,5% - na reunião realizada esta quinta-feira, dia 18 de julho. O futuro da política do BCE é incerto, mas os analistas acreditam que haverá novo corte dos juros na reunião de setembro. Até lá, o BCE estará de olhos postos na evolução da inflação e da economia.
Procura de crédito habitação na Zona Euro sobe pela 1ª vez desde 2022
A procura de crédito habitação aumentou na Zona Euro no segundo trimestre pela primeira vez desde 2022, enquanto os bancos flexibilizaram as condições de acesso a esse tipo de financiamento, afirmou esta terça-feira (dia 16 de julho) o Banco Central Europeu (BCE).
Renegociar o spread para baixar a prestação da casa: sim ou não?
Muitas famílias viram a prestação do crédito habitação subir em flecha nos últimos tempos, devido ao aumento das taxas de juro por parte do Banco Central Europeu (BCE), que fez disparar, por sua vez, as taxas Euribor. A verdade é que, no entanto, o spread médio dos novos contratos de crédito habitação com taxa variável tem vindo a descer, encontrando-se já abaixo da barreira dos 1%. Será, então, boa altura para renegociar o spread? Explicamos tudo sobre este tema no artigo de hoje da Deco Alerta.
Centeno espera “mais alguns” cortes nos juros do BCE em 2024
O governador do Banco de Portugal (BdP), Mário Centeno, espera novos cortes nas taxas de juro ainda este ano, mas ressalvou que os dados têm de ser acompanhados “reunião a reunião”.
“Espero mais alguns cortes este ano, mas temos de acompanhar reunião a reunião”, defendeu Centeno, em declarações à B
Inflação na zona euro cai para 2,5% em junho
A inflação na zona euro desceu para 2,5% em junho, revelou o Eurostat esta terça-feira, dia 2 de julho. Esta taxa é inferior à registada no mês anterior (2,6%) e representa menos de metade dos 5,5% observados no mesmo mês de 2023. Trata-se mesmo de uma das taxas de inflação mais baixas registadas nos últimos meses na área euro.
Euro digital: BCE prepara nova moeda com alta privacidade
O Banco Central Europeu (BCE) avançou nos últimos meses na preparação de um euro digital com altos padrões de privacidade, que permita pagamentos digitais 'offline'.
O organismo publicou esta segunda-feira, dia 24 de junho, o primeiro relatório sobre os progressos realizados na fase de preparação d
Prestações da casa vão descer mais com corte dos juros do BCE: quanto?
As famílias já têm vindo a sentir um ligeiro alívio nas prestações da casa com as recentes descidas da Euribor, que já estava a antecipar aquele que foi o primeiro corte dos juros diretores pelo Banco Central Europeu (BCE) decidido esta quinta-feira, dia 6 de junho. Mas agora há uma questão que se impõe: será que os juros no crédito habitação em Portugal vão descer ainda mais? Tudo depende de como reagir a Euribor à redução dos juros do BCE. Os analistas de mercado antecipam que as taxas Euribor deverão continuar a descer, mas não muito mais no curto prazo. E também consideram improvável que haja impacto positivo imediato na venda de casas. Explicamos porquê.
BCE desce juros diretores em 25 pontos pela 1ª vez em dois anos
É oficial: o Banco Central Europeu (BCE) iniciou o ciclo de flexibilização da sua política monetária esta quinta-feira, dia 6 de junho, ao reduzir as suas três taxas de juro diretoras em 25 pontos base. Aquela que é a primeira descida dos juros de referência do BCE depois de dois anos de aumentos e estabilizações – colocando as taxas no nível mais alto de sempre – terá impacto na vida das famílias, nomeadamente ao nível do crédito habitação e remunerações nos depósitos. Mas há incerteza quanto aos novos cortes dos juros do BCE.
Taxas de juro do BCE: que impacto terá uma descida no crédito habitação?
Irá o Banco Central Europeu (BCE) descer as taxas de juro diretoras na próxima semana? Será preciso esperar por dia 6 de junho para saber o que vai acontecer, mas uma coisa é certa, as taxas Euribor, que variam em função, também, da oscilação das taxas de juro definidas pelo regulador, têm já estado a descer. Um cenário que abre a porta a uma queda da prestação da casa paga ao banco pelo crédito habitação. Explicamos tudo sobre este tema no artigo de hoje da Deco Alerta.
BCE vai cortar juros 3 vezes em 2024, diz governador do banco da Grécia
O governador do Banco Central da Grécia, Yannis Stournaras, disse numa entrevista esta sexta-feira, dia 3 de maio, publicada em Atenas que na zona euro haverá apenas três cortes nas taxas de juro do Banco Central Europeu (BCE), em vez dos quatro estimados até agora.
BCE corta juros em junho se dados continuarem positivos
O vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE), Luis de Guindos, disse esta quinta-feira (18 de abril de 2024) no Parlamento Europeu que o banco central fará em junho um corte das taxas de juro se a evolução dos dados continuar a mostrar uma melhoria da inflação.
Inflação abranda na Zona Euro e na UE em março – e sobe em Portugal
Em março, a taxa de inflação homóloga desacelerou na Zona Euro e na União Europeia (UE) para 2,4% e 2,6%, respetivamente, segundo dados divulgados esta quarta-feira (17 de abril de 2024) pelo Eurostat. Valores que vão ao encontro da meta apontada pelo Banco Central Europeu (BCE) para iniciar a descida das taxas de juro diretoras: 2%. Em Portugal, a taxa de inflação homóloga, medida pelo Índice Harmonizado dos Preços no Consumidor (IHPC), foi idêntica à da média da UE, os já referidos 2,6%.
Euribor e prestações da casa vão cair em junho? Tudo depende dos dados
Junho será o mês chave para as famílias que estão a pagar créditos habitação em Portugal. É nesse mês que o Banco Central Europeu (BCE) vai avaliar se há dados económicos suficientemente favoráveis para começar a descer os seus juros diretores.
BCE volta a manter juros diretores – e deverá aliviar taxas em junho
A inflação na zona euro está a desacelerar e a economia europeia está a dar sinais de melhoria, embora continue fraca.
Inflação na zona euro abranda em março – e dá bons sinais ao BCE
As economias europeias acordaram com boas notícias: a inflação na zona euro voltou a abrandar em março para 2,4%, segundo revela a estimativa rápida do Eurostat. Isto quer dizer que a inflação no conjunto de países da moeda única está cada vez mais perto do objetivo de 2% estabelecido pelo Banco Central Europeu (BCE) para garantir estabilidade de preços. E dá boas perspetivas para que o regulador liderado por Christine Lagarde avance com os primeiros cortes dos juros diretores em junho.
Banca europeia tem exposição “limitada” ao imobiliário comercial
Na Europa, assistiu-se a um arrefecimento do investimento em imobiliário comercial ao longo de 2023 muito por culpa do agravamento da política monetária do Banco Central Europeu (BCE), bem como pela massificação do teletrabalho que impactou o mercado de escritórios. Mas, segundo Luis de Guindos, vice-presidente do BCE, a banca europeia tem hoje uma exposição “limitada” ao imobiliário comercial, muito embora admita que há a necessidade de monitorizar a situação de perto.
Prestações da casa só vão descer em junho quando BCE cortar juros
O arranque de 2024 trouxe boas notícias para as famílias que estão a pagar crédito habitação em Portugal, já que houve ligeiros alívios nas taxas Euribor em janeiro. Mas no mês seguinte o recuo da Euribor foi interrompido nos prazos mais longos, gerando mesmo pequenas subidas nas prestações da casa. Por detrás desta oscilação da Euribor está a resistência do Banco Central Europeu (BCE) em discutir os primeiros cortes da sua taxa de refinanciamento, que voltou a fixar-se em 4,5% na reunião desta quinta-feira. É neste contexto que os mercados financeiros estão a adiar os primeiros cortes dos juros do BCE para junho, altura em que é esperada uma maior descida da Euribor e, por conseguinte, das prestações da casa. Também Christine Lagarde, presidente do BCE, apontou junho como "mês chave" para discutir cortes das taxas.