Renegociar o spread da casa

Renegociar o spread para baixar a prestação da casa: sim ou não?

Muitas famílias viram a prestação do crédito habitação subir em flecha nos últimos tempos, devido ao aumento das taxas de juro por parte do Banco Central Europeu (BCE), que fez disparar, por sua vez, as taxas Euribor. A verdade é que, no entanto, o spread médio dos novos contratos de crédito habitação com taxa variável tem vindo a descer, encontrando-se já abaixo da barreira dos 1%. Será, então, boa altura para renegociar o spread? Explicamos tudo sobre este tema no artigo de hoje da Deco Alerta. 
Cortes dos juros pelo BCE

Centeno espera “mais alguns” cortes nos juros do BCE em 2024

O governador do Banco de Portugal (BdP), Mário Centeno, espera novos cortes nas taxas de juro ainda este ano, mas ressalvou que os dados têm de ser acompanhados “reunião a reunião”. “Espero mais alguns cortes este ano, mas temos de acompanhar reunião a reunião”, defendeu Centeno, em declarações à B
Inflação na zona euro a descer

Inflação na zona euro cai para 2,5% em junho

A inflação na zona euro desceu para 2,5% em junho, revelou o Eurostat esta terça-feira, dia 2 de julho. Esta taxa é inferior à registada no mês anterior (2,6%) e representa menos de metade dos 5,5% observados no mesmo mês de 2023. Trata-se mesmo de uma das taxas de inflação mais baixas registadas nos últimos meses na área euro.
euro digital

Euro digital: BCE prepara nova moeda com alta privacidade

O Banco Central Europeu (BCE) avançou nos últimos meses na preparação de um euro digital com altos padrões de privacidade, que permita pagamentos digitais 'offline'. O organismo publicou esta segunda-feira, dia 24 de junho, o primeiro relatório sobre os progressos realizados na fase de preparação d
Euribor a descer em 2024

Prestações da casa vão descer mais com corte dos juros do BCE: quanto?

As famílias já têm vindo a sentir um ligeiro alívio nas prestações da casa com as recentes descidas da Euribor, que já estava a antecipar aquele que foi o primeiro corte dos juros diretores pelo Banco Central Europeu (BCE) decidido esta quinta-feira, dia 6 de junho. Mas agora há uma questão que se impõe: será que os juros no crédito habitação em Portugal vão descer ainda mais? Tudo depende de como reagir a Euribor à redução dos juros do BCE. Os analistas de mercado antecipam que as taxas Euribor deverão continuar a descer, mas não muito mais no curto prazo. E também consideram improvável que haja impacto positivo imediato na venda de casas. Explicamos porquê.
BCE desce juros em junho

BCE desce juros diretores em 25 pontos pela 1ª vez em dois anos

É oficial: o Banco Central Europeu (BCE) iniciou o ciclo de flexibilização da sua política monetária esta quinta-feira, dia 6 de junho, ao reduzir as suas três taxas de juro diretoras em 25 pontos base. Aquela que é a primeira descida dos juros de referência do BCE depois de dois anos de aumentos e estabilizações – colocando as taxas no nível mais alto de sempre – terá impacto na vida das famílias, nomeadamente ao nível do crédito habitação e remunerações nos depósitos. Mas há incerteza quanto aos novos cortes dos juros do BCE.
Empréstimo para comprar casa

Taxas de juro do BCE: que impacto terá uma descida no crédito habitação?

Irá o Banco Central Europeu (BCE) descer as taxas de juro diretoras na próxima semana? Será preciso esperar por dia 6 de junho para saber o que vai acontecer, mas uma coisa é certa, as taxas Euribor, que variam em função, também, da oscilação das taxas de juro definidas pelo regulador, têm já estado a descer. Um cenário que abre a porta a uma queda da prestação da casa paga ao banco pelo crédito habitação. Explicamos tudo sobre este tema no artigo de hoje da Deco Alerta.
BCE desce juros em junho

BCE corta juros em junho se dados continuarem positivos

O vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE), Luis de Guindos, disse esta quinta-feira (18 de abril de 2024) no Parlamento Europeu que o banco central fará em junho um corte das taxas de juro se a evolução dos dados continuar a mostrar uma melhoria da inflação.
Inflação na Zona Euro na UE e em Portugal

Inflação abranda na Zona Euro e na UE em março – e sobe em Portugal

Em março, a taxa de inflação homóloga desacelerou na Zona Euro e na União Europeia (UE) para 2,4% e 2,6%, respetivamente, segundo dados divulgados esta quarta-feira (17 de abril de 2024) pelo Eurostat. Valores que vão ao encontro da meta apontada pelo Banco Central Europeu (BCE) para iniciar a descida das taxas de juro diretoras: 2%. Em Portugal, a taxa de inflação homóloga, medida pelo Índice Harmonizado dos Preços no Consumidor (IHPC), foi idêntica à da média da UE, os já referidos 2,6%. 
Juros do BCE a descer

Inflação na zona euro abranda em março – e dá bons sinais ao BCE

As economias europeias acordaram com boas notícias: a inflação na zona euro voltou a abrandar em março para 2,4%, segundo revela a estimativa rápida do Eurostat. Isto quer dizer que a inflação no conjunto de países da moeda única está cada vez mais perto do objetivo de 2% estabelecido pelo Banco Central Europeu (BCE) para garantir estabilidade de preços. E dá boas perspetivas para que o regulador liderado por Christine Lagarde avance com os primeiros cortes dos juros diretores em junho.
Banca exposta ao imobiliário comercial

Banca europeia tem exposição “limitada” ao imobiliário comercial

Na Europa, assistiu-se a um arrefecimento do investimento em imobiliário comercial ao longo de 2023 muito por culpa do agravamento da política monetária do Banco Central Europeu (BCE), bem como pela massificação do teletrabalho que impactou o mercado de escritórios. Mas, segundo Luis de Guindos, vice-presidente do BCE, a banca europeia tem hoje uma exposição “limitada” ao imobiliário comercial, muito embora admita que há a necessidade de monitorizar a situação de perto.
Euribor a descer em 2024

Prestações da casa só vão descer em junho quando BCE cortar juros

O arranque de 2024 trouxe boas notícias para as famílias que estão a pagar crédito habitação em Portugal, já que houve ligeiros alívios nas taxas Euribor em janeiro. Mas no mês seguinte o recuo da Euribor foi interrompido nos prazos mais longos, gerando mesmo pequenas subidas nas prestações da casa. Por detrás desta oscilação da Euribor está a resistência do Banco Central Europeu (BCE) em discutir os primeiros cortes da sua taxa de refinanciamento, que voltou a fixar-se em 4,5% na reunião desta quinta-feira. É neste contexto que os mercados financeiros estão a adiar os primeiros cortes dos juros do BCE para junho, altura em que é esperada uma maior descida da Euribor e, por conseguinte, das prestações da casa. Também Christine Lagarde, presidente do BCE, apontou junho como "mês chave" para discutir cortes das taxas.
BCE mantém juros

BCE volta a deixar taxas de juro inalteradas até abril

Tal como já antecipavam os mercados, o Banco Central Europeu (BCE) decidiu voltar a manter as três taxas de juro diretoras inalteradas na reunião de política monetária desta quinta-feira, dia 7 de março. Por detrás desta decisão está a necessidade de o regulador europeu ter garantias de que a inflação na zona euro está mesmo a descer até aos 2%, para assegurar a estabilidade de preços. Assim, as taxas de juro voltam a ficar nos atuais níveis restritos, entre os 4% e 4,75%, até ao próximo dia 11 de abril, data da próxima reunião. Já os primeiros cortes dos juros do BCE só deverão avançar em junho.
BCE cai para o prejuízo

BCE perde “almofada” e apresenta prejuízos superiores a mil milhões

É caso para dizer que o Banco Central Europeu (BCE) foi às “poupanças” e utilizou o dinheiro que estava a guardar para gastar em qualquer eventualidade. Esta chegou e trata-se das consequências da subida das taxas de juro, já que, como banco central, sofre o efeito contrário ao dos bancos comerciais. Apesar de ter utilizado toda essa provisão, a entidade liderada por Christine Lagarde não evitou os prejuízos, que há superam os mil milhões de euros. Ainda assim, assegura, não está preocupada, estando o foco no combate à inflação.
Economia a sofrer com juros do BCE

Economias do Sul da Europa em risco de sofrer com altos juros do BCE

As economias do Sul da Europa têm estado resilientes face aos elevados juros diretores do Banco Central Europeu (BCE), estando a dar sinais de crescimento. Mas à medida que a política monetária restritiva é transmitida às economias, estes países poderão começar a sentir mais dificuldades.
Crédito habitação em Portugal

Juros altos mudaram o mercado de crédito habitação - como? Explicamos

Hoje, quem tem um crédito habitação ou está a pensar pedir financiamento para comprar casa acordou com boas notícias no que diz respeito às taxas Euribor, que voltaram a cair e a ter efeitos em baixa nas prestações da casa pagas em fevereiro. E perspetiva-se que as taxas Euribor possam cair ainda mais assim que o Banco Central Europeu (BCE) começar a descer os juros diretores - o que está previsto para o verão, embora dependa da conjuntura internacional. Mas como se comportou o mercado do crédito habitação em Portugal em 2023? A verdade é que o contexto continuou a ser marcado pelos altos juros e baixo poder de compra, o que gerou mesmo uma descida de novos contratos de crédito habitação. E quem decidiu avançar empréstimos comprou casas mais baratas que há um ano, apresentou melhores salários, deu mais dinheiro de entrada e optou, sobretudo, pela taxa mista.
Euribor e prestações da casa altas

Euribor e prestação da casa escalam em 2023 - e reta final traz alívio

O ano de 2023 trouxe tudo o que as famílias mais temiam: um maior aumento dos juros diretores por parte do Banco Central Europeu (BCE) para travar a alta inflação na Zona Euro. Logo, estas decisões voltaram a refletir-se no aumento das taxas Euribor e no agravamento das prestações da casa. E, por conseguinte, este contexto acabou por arrefecer e moldar a procura por novos créditos habitação em Portugal e ainda por estimular a adesão a apoios públicos. Mas a reta final de 2023 trouxe um novo alento aos portugueses e europeus: a inflação na Zona Euro caiu para níveis bem perto dos 2% (a meta do regulador) e os juros do BCE continuam fixos desde setembro, o que tem resultado em ligeiras descidas nas taxas Euribor e nas prestações da casa.
Mais habitação aprovado

Mais Habitação tira interesse ao imobiliário - preço das casas desce 2%

O ciclo imobiliário pode estar prestes a mudar em 2024. Depois de os preços das casas em Portugal passarem anos a subir a grande velocidade, a sua evolução começou a abrandar ao longo deste ano, por via do arrefecimento da procura. E as expectativas para o próximo ano apontam mesmo para uma ligeira correção dos preços das casas em 2%. Quem o diz é o Bankinter, admitindo que com a entrada em vigor do Mais Habitação, o imobiliário vai “perder atratividade” aos olhos dos investidores. Por outro lado, prevê também que as taxas Euribor continuem elevadas (acima dos 3%) até ao final de 2024, continuando a retrair a compra de casa por via do financiamento bancário.