Lagarde alerta para exposição da banca da Zona Euro ao imobiliário
A presidente do BCE enalteceu esta quinta-feira (21 de março de 2024) a resiliência da banca da Zona Euro em 2023, mas alertou para riscos que existem este ano, com mais crédito malparado e a exposição das instituições financeiras a setores vulneráveis como o imobiliário comercial.
BCE pode baixar taxas de juro em junho, admite Christine Lagarde
O Banco Central Europeu (BCE) está confiante em baixar as taxas de juro, se os dados de maio e junho revelarem que a resposta à sua política monetária continua forte, embora não possa comprometer-se com novos cortes depois disso.
BCE vai deixar Eurotower em Frankfurt até final de 2025
A equipa de supervisão bancária do Banco Central Europeu (BCE), que ainda ocupa o icónico edifício Eurotower, em Frankfurt, vai deixar definitivamente estas instalações no final de 2025, quando expira o atual contrato de arrendamento.
Cortes nos juros? Lagarde aponta junho como mês de uma reunião chave
A presidente do BCE disse esta quinta-feira (7 de março de 2024) que a desinflação na zona euro continua em curso, mas ainda não está suficientemente confiante sobre a sustentabilidade da descida da inflação, sinalizando que em junho haverá dados mais fortes para uma decisão.
BCE perde “almofada” e apresenta prejuízos superiores a mil milhões
É caso para dizer que o Banco Central Europeu (BCE) foi às “poupanças” e utilizou o dinheiro que estava a guardar para gastar em qualquer eventualidade. Esta chegou e trata-se das consequências da subida das taxas de juro, já que, como banco central, sofre o efeito contrário ao dos bancos comerciais. Apesar de ter utilizado toda essa provisão, a entidade liderada por Christine Lagarde não evitou os prejuízos, que há superam os mil milhões de euros. Ainda assim, assegura, não está preocupada, estando o foco no combate à inflação.
Alívio na prestação da casa: quando é que a Euribor vai descer mais?
As taxas Euribor continuam a abrandar, embora lentamente. E esta é uma reação do indexante à manutenção dos juros diretores pelo Banco Central Europeu (BCE) por três reuniões consecutivas.
Exposição da banca portuguesa ao imobiliário comercial é limitada
O Banco Central Europeu (BCE) está preocupado com a exposição da banca europeia ao imobiliário comercial, que atravessa uma crise devido à subida dos juros e à massificação do teletrabalho.
Juros do BCE vão descer devagar e só quando a inflação estiver em 2%
O Banco Central Europeu (BCE) decidiu manter as taxas de juro diretoras inalteradas até março, sublinhando que continua “prematuro” discutir redução dos juros, que são esperados para o verão.
Centeno defende corte gradual nas taxas de juro ainda antes do verão
Mário Centeno voltou a defender um corte nas taxas de juro antes do verão, apesar da presidente do BCE, Christine Lagarde, já ter dito que a redução só deverá acontecer por essa altura.
Alívio na Euribor e prestação da casa? Só depois do corte de juros
Nos últimos meses, as taxas Euribor e as prestações da casa têm vindo a dar os primeiros sinais de descida, em reação à manutenção dos juros diretores desde outubro por parte do Banco Central Europeu (BCE) - que, pela terceira vez, decidiu deixar a taxa de refinanciamento nos 4,5% na reunião de polí
Lagarde considera “prematuro” antecipar corte dos juros antes do verão
A presidente do Banco Central Europeu (BCE) já veio a público afirmar que poderá haver reduções das três taxas de juro diretoras no verão de 2024.
BCE mantém juros inalterados no patamar dos 4% até março
Pela terceira vez consecutiva, o Banco Central Europeu (BCE) decidiu voltar a manter as três taxas de juro diretoras inalteradas na reunião de política monetária desta quinta-feira, dia 25 de janeiro. Assim, os juros do BCE vão ficar inalterados no patamar entre os 4% e os 4,75%, pelo menos, até dia 7 de março, a data da próxima reunião de política monetária. Já os cortes dos juros do BCE só deverão ocorrer no verão deste ano (e não antes), estando dependentes da evolução da inflação, dos salários, assim como dos conflitos na Ucrânia e no Médio Oriente.
Lagarde admite cortes nas taxas de juro no verão
A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, admitiu que poderá haver reduções nas taxas de juro diretoras no verão, mas assinalou que eventuais decisões dependem da evolução de alguns indicadores.
"Quando chegar a hora, vamos discutir cortes de juros", diz Centeno
Tudo aponta para que as taxas de juro do Banco Central Europeu (BCE) comecem a descer este ano, ainda que paire uma nuvem de incerteza sobre o ‘timmig’ certo para dar esse passo. Mário Centeno, governador do Banco de Portugal (BdP), veio dizer que o BCE tem de estar preparado para discutir cortes nas taxas.
Portugueses são os que mais sofrem com a subida dos juros do BCE
A maioria das famílias que está a pagar crédito habitação em Portugal está a sentir as prestações da casa a subir à boleia da Euribor, uma vez que mais de 80% do stock total foi contratado a taxa variável. E, agora, um estudo do Fundo Monetário Internacional (FMI) revelou que são mesmo os portugueses que estão a pagar mais juros nos empréstimos habitação do que qualquer outro país da Zona Euro (em proporção), na sequência das subidas das taxas de juro diretoras pelo Banco Central Europeu (BCE).
Bancos portugueses no top 5 dos mais rentáveis da Europa
A rentabilidade dos capitais próprios (ROE, return on equity) foi, na última década, um dos calcanhares de Aquiles da banca portuguesa. Um cenário que mudou de figura em 2023, com a subida das taxas de juro a fazer disparar as receitas. Dados recentes do Banco Central Europeu (BCE), relativos ao segundo trimestre do ano, mostram que os bancos portugueses integram o top cinco dos mais rentáveis da Europa, com o ROE a atingir 14,99%, encontrando-se acima do valor de referência que o setor tem como base para o custo de capital (10%).
Lagarde diz que taxas de juro do BCE já atingiram o seu pico
A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, veio dizer esta quinta-feira, 11 de janeiro de 2024, que as taxas de juro da zona euro atingiram o seu pico, depois de subirem face à elevada inflação no ano passado.
Taxa de inflação volta a aumentar na Zona Euro – para 2,9% em dezembro
A taxa de inflação na Zona Euro voltou a subir em dezembro, tendo aumentado de 2,4% em novembro para 2,9% no último mês do ano – igualando o valor registado em outubro. Em causa estão estimativas divulgadas esta sexta-feira (5 de janeiro de 2024) pelo Eurostat. Significa isto, portanto, que a taxa de inflação volta a estar mais distante da meta definida pelo Banco Central Europeu (BCE), que é de 2%. Em Portugal, a taxa de inflação de dezembro de 2023, medida pelo (Índice Harmonizado de Preços do Consumidor) IHPC, é estimada em 1,8%, a quinta menor entre os países da moeda única.
"É prematuro" falar de uma descida das taxas do BCE, diz Guindos
O vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE), Luis de Guindos, sublinhou o abrandamento da taxa de inflação na zona euro, refletido nos últimos dados "positivos", embora estes não sejam suficientes para alterar o rumo da política monetária, pelo que "é prematuro falar de uma redução das taxas".
BCE exige que banca se proteja de choques financeiros e geopolíticos
A incerteza permanecerá em 2024. E os bancos devem estar preparados para enfrentar uma série de desafios financeiros, inflacionistas, geopolíticos e de abrandamento económico. Por isso mesmo, o Banco Central Europeu (BCE) manterá inalterados os requisitos de capital, já que os bancos têm reservas e liquidez sólidas, embora exija que a banca fortaleça a resiliência a choques macrofinanceiros e geopolíticos imediatos.
Cortes dos juros diretores do BCE estão longe de vista, admite Lagarde
Muitos analistas de mercado têm antecipado que os primeiros cortes dos juros do BCE vão acontecer em 2024. Mas o regulador europeu coloca essa hipótese, para já, longe de vista. “Não discutimos nenhum corte nas taxas”, afirmou Christine Lagarde, presidente do BCE, defendendo que este não é o momento de "baixar a guarda" na luta contra a inflação na Zona Euro. O que é certo é que, agora, o guardião do euro está convicto que as taxas de juro têm de permanecer elevadas durante o tempo que for necessário para garantir que a inflação retorna ao objetivo dos 2%. E, neste sentido, decidiu manter os juros diretores inalterados entre os 4% e os 4,75% na reunião de política monetária realizada esta quinta-feira, dia 14 de dezembro.
Alívio no crédito habitação: Euribor e prestação da casa tendem a cair
Suportar a forte subida das prestações da casa e o aumento do custo de vida, devido à inflação, foi o grande desafio das famílias ao longo de 2023. Embora estejam longe de voltar aos tempos da vida barata, os portugueses começam agora a sentir um alívio na carteira: a inflação nacional recuou para 1,5% em novembro, os juros diretores do Banco Central Europeu (BCE) vão manter-se inalterados no patamar dos 4%, pelo menos, até janeiro de 2024. E as taxas Euribor a 6 e 12 meses estão a descer ligeiramente desde novembro, estando agora abaixo dos 4%, refletindo-se nas prestações da casa. No entanto, e apesar da suavização das prestações da casa em novembro, os analistas acreditam que as taxas Euribor não deverão descer muito mais no imediato, verificando-se antes uma estabilização dos atuais níveis - isto tendo em conta que o regulador europeu liderado por Christine Lagarde deixou as taxas de juro inalteradas pela segunda vez consecutiva na reunião de política monetária que decorreu esta quinta-feira, dia 14 de dezembro. Quanto a 2024, o futuro ainda é incerto, dependendo do comportamento da inflação e da economia, que vai condicionar as decisões futuras do guardião do euro, isto é, se avança ou não com cortes.
Inflação desce em Portugal para 1,5% e já está abaixo da meta do BCE
A taxa de inflação homóloga continua a descer em Portugal, tendo diminuído de 2,1% em outubro para 1,5% em novembro, mais que o estimado inicialmente pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) – as previsões apontavam para 1,6%. Trata-se de um valor muito inferior ao verificado há um ano – em novembro de 2022 a taxa de inflação homóloga situou-se em 9,9% –, sendo também uma boa notícia para as famílias portuguesas, que viram o poder de compra cair a pique nos últimos dois anos. E mais: a inflação em Portugal está já abaixo dos 2%, a meta definida pelo Banco Central Europeu (BCE) para assegurar a estabilização dos preços.
Madeira: taxa de esforço no apoio ao crédito habitação baixa para 25%
O programa REEQUILIBRAR, que apoia as famílias madeirenses no pagamento dos créditos habitação, sofreu alterações. Tendo em conta a “evolução conjuntural, pretende-se aumentar a elegibilidade ao programa, passando de 30% para 25% a taxa de esforço mínima de acesso ao apoio”, adiantou o secretário regional dos Equipamentos e Infraestruturas, Pedro Fino, no plenário madeirense. Em causa está um programa promovido pelo Governo Regional da Madeira através da IHM – Investimentos Habitacionais da Madeira, EPERAM.
BCE decide voltar a manter juros inalterados no patamar dos 4%
As expectativas dos analistas cumpriram-se: o Banco Central Europeu (BCE) decidiu voltar a manter as três taxas de juro diretoras inalteradas na reunião de política monetária realizada esta quinta-feira, dia 14 de dezembro. Esta foi a segunda pausa na subida dos juros desde que o regulador europeu começou a aumentá-los em julho de 2022 para travar a inflação na Zona Euro - a primeira pausa foi decidida na reunião de outubro. Isto quer dizer que as taxas de juro diretoras vão ficar entre 4% e 4,75%, pelo menos, até dia 25 de janeiro de 2024, a data da próxima reunião de política monetária. Já os cortes dos juros para 2024 não estão a ser discutidos no Conselho do BCE.