Nova subida dos juros diretores? BCE diz que é “bastante improvável”
A inflação na Zona Euro continua a descer, estando cada vez mais perto do objetivo dos 2%. E esta trajetória tem-se revelado uma “agradável surpresa” para os mercados monetários. Isto porque os números mais recentes da inflação, que deverá fixar em 2,4% em novembro, “tornou uma nova subida de taxas de juro bastante improvável”, avançou Isabel Schnabel, membro da Comissão Executiva do Banco Central Europeu (BCE). Mas alertou que as taxas de juro devem manter-se restritivas o tempo que for necessário, até porque a reta final de descida da inflação antecipa-se “difícil”. Já o mercado aposta na primeira descida dos juros diretores em 2024.
Subida dos salários deve ser “prudente” para conter inflação e juros
O mercado de trabalho encontra-se robusto na Zona Euro. E o atual perfil salarial está alinhado com a estabilidade de preços. Por isso mesmo, o governador do Banco de Portugal (BdP) defende que deve haver “prudência” na hora de decidir os aumentos dos salários, para evitar que haja espirais salários-preços na área euro, ou seja, que o reforço dos rendimentos das famílias impulsione a inflação. Isto porque o Banco Central Europeu (BCE) pode voltar a aumentar as taxas de juro diretoras para travar a inflação se considerar necessário.
Euribor vai cair em 2024 de “forma gradual”, aponta BdP
Hoje, as famílias que têm créditos habitação de taxa variável estão a ver as prestações da casa a ficarem mais caras, consoante sobem as taxas Euribor, que estão no patamar dos 4%. Mas poderá haver boas notícias em breve. O Banco de Portugal (BdP) prevê que a subida das prestações da casa poderá estar a chegar ao fim, uma vez que os especialistas de mercado esperam que as taxas Euribor caiam ao longo de 2024, mas “de forma gradual”, atingindo “valores um pouco acima de 3% em dezembro de 2024”.
Juros a baixar? Previsões podem ter efeito inverso, diz fonte do BCE
O governador do Banco Nacional da Bélgica e membro do Conselho do Banco Central Europeu (BCE), Pierre Wunsch, alertou que a instituição poderá ter que aumentar novamente as taxas de juro se as apostas do mercado na flexibilização monetária "minarem" a postura política da instituição.
Juros do BCE devem descer até 2% em harmonia com inflação, diz Centeno
Hoje, as taxas de juro diretoras do Banco Central Europeu (BCE) estão no patamar dos 4% e deverão continuar em níveis restritivos até ser assegurada uma inflação estável nos 2%. Ainda não se sabe ao certo quando é que o regulador europeu vai avançar com a descida dos juros. Foi prevista para a segunda metade de 2024 ou 2025, mas o contexto internacional incerto, marcado pela guerra na Ucrânia e pelo conflito no Médio Oriente, poderá adiar esta decisão. O que Mário Centeno, governador do Banco de Portugal (BdP), espera é que os juros do BCE desçam para um intervalo entre 2% e 2,5%, compatível à inflação.
Fixar a prestação da casa: bancos já receberam milhares de pedidos
Os bancos já receberam milhares de pedidos para fixação da prestação do crédito habitação, e por um valor inferior ao atual, segundo disseram responsáveis dos principais bancos na conferência 'Banca do Futuro', realizada esta quinta-feira (16 de novembro de 2023).
Crédito da casa: Portugal tem a 7ª taxa de juro mais alta da Zona Euro
Os bancos concederam um total de 1.870 milhões de euros em novos créditos habitação em setembro, mais 141 milhões de euros (+8%) que no mês anterior. É o valor mais elevado dos últimos 15 anos em Portugal, sendo preciso recuar até outubro de 2007 para encontrar um montante mais elevado (1.875 milhões de euros). Em causa estão dados divulgados recentemente pelo Banco de Portugal (BdP), que permitem concluir, no entanto, que a taxa de juro média dos novos empréstimos à habitação disparou: aumentou de 4,23% em agosto para 4,26% em setembro, o valor mais elevado desde fevereiro de 2012. Significa isto que Portugal tem a 7ª taxa de juro média mais cara entre os países da Zona Euro.
Juros do BCE em 4% ajudam a controlar inflação – descida é “prematura”
Na sua última reunião de política monetária, o Banco Central Europeu (BCE) decidiu manter as suas três taxas de juro diretoras inalteradas no patamar dos 4%.
Taxas de juro a subir na Zona Euro, EUA e Reino Unido – Japão resiste
Vários bancos centrais optaram, no último ano, por aumentar as taxas de juro diretoras, de forma a tentar dar resposta à alta taxa de inflação. Foi assim, por exemplo, na Zona Euro, nos EUA e no Reino Unido, que agora decidiram, no entanto, tirar o “pé do acelerador”. O banco central do Japão mantém-se, no entanto, firme, com a taxa de juro diretora a permanecer em terreno negativo desde 2016.
Euribor a subir em Portugal: que impacto tem no crédito habitação?
É caso para dizer que o Banco Central Europeu (BCE) tirou o pé do acelerador, tendo feito recentemente uma pausa na subida das taxas de juro diretoras. Significa isto que a principal taxa de refinanciamento, que tem efeito direto nas taxas Euribor e consequentemente nos créditos habitação em Portugal, se manteve nos 4,5%. No artigo desta semana da Deco Alerta explicamos tudo sobre esta subida das Euribor, que está a ter impacto direto nas prestações que os portugueses pagam ao banco pelo empréstimo da casa – aqueles que têm contratos indexados a taxas variáveis.
Banco de Inglaterra mantém taxas de juro diretoras em 5,25%
O Banco de Inglaterra manteve esta quinta-feira (2 de novembro de 2023) as taxas de juro diretoras em 5,25%, pela segunda vez consecutiva, depois de numerosas subidas no último ano para controlar a inflação. Uma decisão idêntica à tomada pela Reserva Federal dos EUA (Fed), que manteve as taxas de juro inalteradas entre 5,25% e 5,5%, e pelo Banco Central Europeu (BCE), que após dez aumentos consecutivos manteve a taxa de refinanciamento bancário em 4,5%, o nível mais alto desde 2001.
Inflação na Zona Euro cai para 2,9% - BCE vê objetivo quase cumprido
A política monetária restritiva do Banco Central Europeu (BCE) está a dar frutos.
Pausa dos juros do BCE vai dar tréguas na Euribor e prestações da casa?
O Banco Central Europeu (BCE) cumpriu as previsões dos especialistas de mercado e interrompeu a série de aumentos das taxas de juro diretoras na reunião de política monetária que se realizou esta quinta-feira, dia 26 de outubro. Depois de aplicar 10 aumentos consecutivos desde o verão de 2022 para conter a escalada da inflação na Zona Euro, o Conselho do BCE decidiu manter a taxa de refinanciamento bancário em 4,5%, o nível mais alto desde 2001. Mas qual é o significado desta pausa na subida dos juros do BCE para quem tem ou pensa contratar um crédito habitação? Na verdade, segundo os especialistas e analistas de mercado ouvidos pelo idealista/news, os juros nos empréstimos da casa deverão continuar a subir, embora de forma menos acentuada. Assim, neste momento não se espera uma queda das taxas Euribor, nem uma melhoria significativa das condições de financiamento bancário para as famílias.
Corte de juros do BCE? Lagarde diz que é "prematuro" pensar nisso
Esta quinta-feira, o Banco Central Europeu (BCE) decidiu manter as taxas de juro diretoras inalteradas, rondando os 4%. E como será no futuro? O regulador europeu diz que as suas futuras decisões vão assegurar que “as taxas diretoras sejam fixadas em níveis suficientemente restritivos, durante o tempo que for necessário”, para que a inflação regresse aos 2%. “É totalmente prematuro pensar em cortar juros”, avisou Christine Largade. Até porque, hoje, há vários riscos que podem ter impacto na economia europeia e mudar as perspetivas futuras da inflação na Zona Euro, nomeadamente a guerra na Ucrânia, o conflito armado entre o Hamas e Israel e ainda a crise climática.
BCE decide fazer pausa na subida dos juros – taxas ficam acima de 4%
Tal como já antecipavam vários especialistas de mercado, o Banco Central Europeu (BCE) decidiu fazer uma pausa na subida das taxas de juro diretoras esta quinta-feira, dia 26 de outubro, a primeira desde que começou a apertar a política monetária, há 15 meses.
Inflação na Zona Euro volta a abrandar em setembro para 4,3%
Os dados da inflação na Zona Euro são animadores. Uma vez mais, a taxa de inflação homóloga da área euro abrandou para 4,3% em setembro. E também a inflação na União Europeia (UE) desceu para 4,9% no mês passado. Portugal encontra-se a meio da tabela registando uma inflação de 4,8%. Estes dados reforçam a hipótese de o Banco Central Europeu (BCE) manter as taxas de juro diretoras inalteradas na próxima reunião de política monetária agendada para dia 26 de outubro.
Incerteza sobre a evolução das taxas de juro “afunda” o euro
A cotação do euro face ao dólar tem sido prejudicada nos últimos dias pelas dúvidas sobre o que acontecerá às taxas de juro nos próximos meses. Apesar de parte do mercado acreditar que o fim dos aumentos das taxas de juro já chegou, cresce também a possibilidade de que o recente aumento dos preços do petróleo e do gás possa aumentar as pressões inflacionistas e conduzir a novos aumentos no futuro.
Travão na concessão de novos créditos ao consumo: 620 milhões em julho
O montante total concedido pelos bancos no crédito ao consumo recuou 2,1% em julho face ao mês anterior e 3,4% face ao período homólogo para cerca de 620 milhões de euros, segundo dados divulgados esta sexta-feira (15 de setembro de 2023) pelo Banco de Portugal (BdP).
Bonificação de juros no crédito habitação será alargada, diz Medina
O ministro das Finanças, Fernando Medina, anunciou esta sexta-feira (15 de setembro de 2023) a criação de um mecanismo para criar estabilidade perante o aumento das taxas de juro, após nova subida, divulgando ainda o alargamento da bonificação de juros no crédito habitação.
Juros do BCE em 4,5%: como fica a prestação da casa com a nova subida
O rumo da política monetária do Banco Central Europeu (BCE) ficou “em aberto”, aguardando novos dados macroeconómicos. Mas, depois de se confirmar que a inflação na Zona Euro vai continuar “demasiado elevada durante demasiado tempo”, a presidente Christine Lagarde decidiu avançar com uma nova subida as taxas de juro diretoras em 25 pontos base esta quinta-feira (dia 14 de setembro), elevando a principal taxa de refinanciamento para os 4,50%, o maior valor desde maio de 2001. Esta não é uma boa notícia para quem tem crédito habitação a taxa variável ou está a pensar contratar um, uma vez que a decisão do regulador europeu dará um novo estímulo à subida da Euribor e, por conseguinte, às prestações da casa. E, segundo os especialistas ouvidos pelo idealista/news, este não deverá ser o último aumento dos juros diretores. Também Lagarde admitiu que "é demasiado cedo para dizer se as taxas de juro do BCE atingiram o seu pico”, embora tenha deixado a porta aberta para haver uma pausa na próxima reunião.
Pausa na subida dos juros? “Governos devem retirar apoios à economia”
O Conselho do BCE está firme na sua luta contra a inflação na área do euro, tendo voltado a subir as taxas de juro diretoras em 25 pontos base esta quinta-feira. E avança que os anteriores aumentos das taxas de juro estão a ser transmitidos de “forma vigorosa” à economia, reduzindo a procura de financiamento. Mas a presidente do BCE, Christine Lagarde, reforçou que o regulador europeu não pode fazer o trabalho sozinho, insistindo que “os governos devem retirar apoios à economia”. E deixou a porta aberta para uma pausa na subida dos juros.
Vítor Constâncio alerta para risco de estagflação na zona euro
O ex-vice-governador do BCE Vítor Constâncio prevê que a zona euro está próxima de uma recessão e alerta para o risco de uma estagflação, considerando que colocaria a instituição liderada por Christine Lagarde em dificuldades.
Subida dos juros pelo BCE está na "reta final" com descida da inflação
O ciclo de aperto da política monetária europeia, que leva mais de um ano, deverá estar a chegar ao fim. Esta é a visão do vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE), Luis de Guindos, que garantiu que estamos na “reta final” do aumento das taxas de juro.
Investir em habitação continua a fazer parte dos planos das famílias?
No contexto de elevada inflação e subida em flecha dos juros, que agravou as taxas dos empréstimos e respetivas prestações da casa a pagar ao banco, a perceção das famílias da Zona Euro sobre a habitação como bom investimento tem vindo a deteriorar-se.
Lagarde sobre rumo dos juros: "combate à inflação ainda não está ganho"
A próxima reunião de política monetária do Banco Central Europeu (BCE) está agendada para 14 de setembro e a grande questão é se as taxas de juros diretoras vão voltar a subir na zona euro ou o que irá acontecer.