Coliving, SOS a três urgências: habitação, qualidade de vida e saúde social
Há uns anos, o coliving era muitas vezes apresentado como uma moda importada. Em 2025, a realidade foi outra (e em 2026 também será): a crise da habitação agravou-se, a mobilidade profissional tornou-se estrutural, o trabalho híbrido normalizou-se e a solidão passou a ser reconhecida como um problema social e de saúde pública. Neste novo contexto, o coliving deixou de ser apenas um formato alternativo de morar para passar a integrar um debate muito mais amplo sobre como vivemos, com quem vivemos e que papel a casa tem na nossa qualidade de vida.