Comprar casa ficou 80% mais caro desde 2010 - rendas subiram 25%
Em Portugal, o mercado residencial muito mudou ao longo dos últimos 12 anos. Mas há uma questão estrutural que permanece: há falta de casas no país. É este desequilíbrio entre a oferta de habitação e a procura (muito impulsionada por estrangeiros) que está por detrás da subida dos preços das habitações. Os dados do Eurostat esta terça-feira publicados mostram que as casas para comprar no nosso país ficaram 80% mais caras desde 2010 até ao terceiro trimestre de 2022. E as rendas das casas subiram mais de 25% entre estes dois momentos. Esta evolução superior à média da União Europeia (UE).
Oferta de casas à venda em Portugal desceu 19% em 2022
O atual contexto de alta inflação, subida dos custos de construção e dos juros tem levado ao atraso de empreitadas e da chegada de novas casas ao mercado. Por outro lado, mesmo com os juros dos empréstimos da casa a escalar e a habitação com preços mais altos, as famílias continuam a comprar casa. Com a procura a superar a oferta, verificou-se uma descida de 19% no “stock” do parque habitacional português à venda no quarto trimestre de 2022, face ao que estava disponível no mesmo período de 2021, segundo um estudo do idealista, o principal Marketplace imobiliário do sul da Europa.
IMI em 2023: descobre neste mapa qual é a taxa do teu município
A grade maioria dos municípios portugueses já divulgaram a taxa de Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) a aplicar em 2023. Este ano, cerca de 59% dos 308 municípios vão cobrar a taxa mínima de IMI às famílias (0,3%). E apenas sete autarquias decidiram aplicar a taxa máxima. Fica a conhecer qual é a taxa de IMI definida pelo teu município neste mapa preparado pelo idealista/news.
Morar em Lisboa: famílias procuram cada vez mais a periferia
Melhorar a qualidade de vida está no topo das prioridades dos portugueses. E muitas vezes isso passa mesmo por mudar para uma casa com mais espaço e zonas exteriores. Mas, para muitas, não se trata de uma escolha. Com os preços das casas em Lisboa a alcançarem patamares incompatíveis com os rendimentos médios, milhares de famílias estão a ser empurradas para a periferia da capital. Mas também aqui as casas para comprar e para arrendar estão a ficar mais caras. O idealista/news mergulhou nos dados dos municípios da Grande Lisboa e explica tudo.
IMI tem taxa mínima em 59% dos municípios em 2023
Os municípios portugueses já divulgaram a taxa de Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) a aplicar em 2023. A grande maioria decidiu manter o imposto. Contam-se 50 autarquias que vão reduzir esta taxa. E apenas duas avançaram com um aumento do IMI em 2023 (Tábua e Matosinhos). A boa notícia é que cerca de 59% dos 308 municípios vão cobrar a taxa mínima de IMI às famílias (0,3%) este ano.
IMT: receita bate novo recorde e soma 1.566 milhões até novembro
A receita do Imposto Municipal sobre Transações (IMT) atingiu, entre janeiro e novembro de 2022, os 1.566 milhões de euros, mais 15,6% do que o montante arrecadado ao longo de 2021, e que constitui já um novo recorde.
Melhores cidades para viver em Portugal: onde comprar ou arrendar casa?
Encontrar a casa ideal para viver é uma verdadeira aventura para as famílias. Desde logo, são vários os fatores que têm de ser colocados em cima da mesa, como a localização, o orçamento, as poupanças disponíveis, a mobilidade e a proximidade entre família e amigos. A verdade é que uma das primeiras decisões que se tem de tomar tem que ver com a localização. Portanto, quer estejas a pensar em comprar ou arrendar casa, deves definir qual é o melhor lugar para viver, já que a localização da tua futura habitação poderá influenciar a tua qualidade de vida, bem como o custo da casa.
Viver no Porto: casas para todos os gostos e orçamentos
O Porto é uma cidade que se destaca pela segurança, arquitetura e oferece uma vasta gama de serviços, jardins e espaços de lazer para todas as idades.
Casas rústicas para começar uma vida no campo desde 52 mil euros
Para começar o ano de 2023 com as melhores energias e ter uma vida mais calma muitas pessoas pensam em mudar-se da cidade para o campo. Seja pela fadiga da correria da cidade, ou simplesmente porque querem ter uma experiência de vida mais sustentável e tranquila, é no campo que é possível encontrar uma certa magia na simplicidade das coisas pequenas: dos cuidados diários com a horta às conversas banais com a vizinhança.
Isenção de IMT para habitação própria subiu para 97.064 euros
O Orçamento do Estado para 2023 (OE2023) atualizou os escalões do Imposto Municipal sobre as Transmissões (IMT) em 4%, subindo o valor isento deste imposto para casas de habitação própria e permanente para os 97.064 euros.
Arrendar ou comprar casa? Renda pesa mais no salário do que prestação
O ano de 2023 já arrancou e para muitas famílias é um ano de recomeços, um ano em que decidiram procurar uma nova casa para morar. E aqui há uma escolha a fazer: será melhor arrendar casa ou avançar para a compra de uma habitação? A pesar na decisão está o estilo de vida do agregado, bem como as poupanças disponíveis. E há ainda outro fator a colocar na balança: a taxa de esforço. Isto porque importa saber que, em Portugal, a renda da casa pesa muito mais no salário (54%) do que a prestação da casa (41%), de acordo com os dados do idealista relativos ao verão de 2022.
Canadá proíbe estrangeiros não residentes de comprar casas
No arranque do ano, entrou em vigor no Canadá uma nova lei que proíbe estrangeiros de comprar casas como investimento por dois anos. A lei foi aprovada devido ao aumento dos preços das casas no país desde o início da pandemia, e à crença de alguns políticos de que os compradores estrangeiros são também responsáveis pelas subidas.
Taxa de juro média dos novos créditos habitação já ultrapassa os 3%
A maioria dos contratos de crédito habitação em Portugal é de taxa variável, o que está a ter impacto direto no orçamento de muitas famílias, visto que a prestação da casa tem vindo a aumentar mês após mês, acompanhando a subida galopante das taxas Euribor. Em novembro de 2022, a taxa de juro média dos novos empréstimos para a compra de casa voltou a subir em flecha, tendo passado de 2,86% em outubro para 3,08%. Significa isto que superou os 3%, o que já não acontecia desde o início de 2015, revelou esta quarta-feira (4 de janeiro de 2023) o Banco de Portugal (BdP).
Comprar casa e colocá-la a arrendar rende mais de 6%
O arranque de um novo ano é um momento de recomeços e reflexões. E há quem comece a redefinir prioridades e a procurar novas estratégias para garantir um rendimento extra, especialmente num momento em que a inflação em Portugal continua alta. Para muitos, investir em imobiliário está em cima da mesa para rentabilizar as poupanças. E há boas notícias sobre esta matéria: comprar uma casa em Portugal para, depois, colocar no mercado de arrendamento apresentou uma rentabilidade de 6,3% no último trimestre de 2022, mais 0,7 pontos percentuais (p.p) do que no mesmo período de 2021 (5,5%).
Renegociar crédito habitação: bancos pedem dados distintos a clientes
O Governo está atento às dificuldades que muitas famílias estão a sentir para pagar a prestação da casa, devido ao escalar das taxas Euribor, na sequência do aumento das taxas de juro diretoras por parte do Banco Central Europeu (BCE) em 250 pontos. E para mitigar a situação das famílias com crédito habitação avançou com uma medida que permite renegociar o empréstimo segundo novas regras. Para renegociar os créditos habitação, os bancos já estão a pedir dados aos clientes, mas seguem critérios díspares, visto que a documentação solicitada não é universal, variando consoante o banco.
Ano Novo, Casa Nova! A tua futura casa com descontos nunca vistos
Especialistas no setor imobiliário e conscientes da situação atual do país, empresas como a Clikalia pretendem dar resposta às necessidades do mercado. A iBuyer número um da Europa e do México oferece, de 3 a 15 de janeiro de 2023, descontos num total de 120.000 euros em nove imóveis em Lisboa.
2022 à lupa: imobiliário dá provas de força
Terá o setor da construção e do imobiliário escapado entre os pingos da chuva de uma tempestade chamada guerra que assolou o continente europeu? Sem aviso prévio, a Europa viu-se a braços com um conflito armado que parece estar para durar e que teve – e está a ter – impacto direto nas economias dos países e nas finanças pessoais. A inflação escalou em 2022. E o Banco Central Europeu (BCE) começou a aumentar os juros diretores para travar a subida generalizada dos preços, uma decisão que fez disparar os encargos com o crédito habitação. Com este pano de fundo, os custos da construção continuaram a subir em flecha, assim como os preços das casas. Tudo isto num cenário que se crê que seja de pós-pandemia. Mas a fileira da construção e do imobiliário dá sinais de estar, ainda assim, resiliente, dando provas de força.
Imobiliário à prova em 2022: entrevistas que mostram a força do setor
2022 é um ano que entra para a história, desde logo pelo facto de ter ficado marcado pelo eclodir de uma guerra na Europa, que acontece depois do mundo ter sido obrigado a dar resposta a uma crise também inesperada, denominada pandemia. E a fatura acabou por ser também passada em nome do setor imobiliário. Mas resiliência parece continuar a ser palavra de ordem, mesmo num cenário de alta taxa de inflação, de custos de construção a subir e de taxas de juro a escalar. Os desafios persistem, bem como as incertezas, mas há vontade e força por parte dos vários palyers em manter vivo o setor.
Preço das casas em Portugal galopou em 2022 - mas há países onde caiu
Muito mudou em 2022. Num momento em que Portugal e o mundo se preparavam para recuperar da pandemia, foram surpreendidos pela guerra na Ucrânia e pelos seus choques económicos. A inflação começou a escalar na Europa e no mundo para valores máximos dos últimos anos, estimulando a subida de juros pelos bancos centrais, o aumento dos custos da construção, bem como o dos preços das casas. Hoje, as casas em Portugal estão 30% mais caras do que antes da pandemia. Mas, dado o atual contexto, é esperada uma correção dos preços das habitações em 2023, algo que já se vê em várias economias mundiais.
Guerra na Ucrânia atingiu em cheio economia e imobiliário português
O ano 2022 prometia ser de recomeços e de recuperação económica depois do impacto da pandemia da Covid-19. Mas, no dia 24 de fevereiro de 2022, o mundo foi surpreendido pelo eclodir da guerra na Ucrânia. E tudo mudou. As famílias começaram a fugir da guerra – e muitas escolheram Portugal para se refugiar. A inflação começou a escalar ao longo do ano. E os bancos centrais começaram a subir os juros diretores para tentar travar o ciclo inflacionista. Todo este cenário teve impactos no imobiliário, aumentando os custos da construção, os preços das casas e os custos com o crédito habitação.
Moradias com garagem para receber 2023 a partir de 50 mil euros
Ansioso pela chegada do Ano Novo? Nós também. Este é um excelente momento para procurar uma nova casa e fazer a compra que tanto desejas.
Imposto IMT 2023: novas regras e valores para tomar nota
Caminhamos a passos largos para o ano de 2023 e com ele chegam muitas novidades, nomeadamente no que respeita a novas regras e valores do Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT). Vais comprar casa? Este artigo é para ti! Explicamos quais as principais mudanças e que valores se passa a pagar.
Cada m2 da casa vale 1.449 euros para os bancos - um valor recorde
Na hora de comprar casa com crédito habitação, há muitos aspetos a ter em conta. E um deles diz respeito ao pedido de avaliação da casa, um passo importante para que instituição bancária consiga determinar o financiamento máximo destinado à aquisição da casa. O que o Instituto Nacional de Estatística (INE) diz é que o metro quadrado (m2) está a valer cada vez mais para a banca, num momento em que os preços das casas também continuam a escalar. Em novembro, cada m2 da habitação valia 1.499 euros para os bancos, o maior valor desde que há registos contabilizados pelo instituto.
Casas para comprar em Portugal ficaram 6,4% mais caras em 2022
O ano de 2022 foi marcado pelo ciclo inflacionista que afetou o preço da energia e dos alimentos. Mas não só. A alta inflação que se fez sentir em Portugal também deu gás à evolução dos preços das casas, que já têm vindo a subir há vários anos, agravando, assim, o acesso à habitação para muitas famílias. Contas feitas, as casas para comprar ficaram 6,4% mais caras em dezembro de 2022 face ao mesmo mês de 2021. No final de dezembro deste ano, comprar casa tinha um custo mediano de 2.475 euros por metro quadrado (euros/m2), segundo o índice de preços do idealista.
Comprar casa no mundo encareceu: quantos anos de salário são precisos?
A pandemia da Covid-19 gerou um boom imobiliário mundial. Durante a crise marcada por vários períodos de confinamento, as famílias passaram a valorizar mais a casa e foram engordando as suas poupanças, fatores que aliados aos baixos juros dos créditos habitação ajudaram a impulsionar a procura de casas para comprar um pouco por todo o mundo. Foi por isso mesmo que os preços das casas à venda continuaram a aumentar mesmo durante a crise. Mas a consequência deste panorama é só uma: as famílias passam mais tempo a pagar a casa, sendo precisos cada vez mais anos de salário para o fazer.