Soares da Costa aposta na África Central e sai do Brasil

Soares da Costa aposta na África Central e sai do Brasil

A Soares da Costa vai apostar nos próximos quatro anos em negócios na África Central como “polo de crescimento” da construtora, depois de já ter instalado este ano em Luanda, Angola, a sua sede operacional. A empresa vai, por outro lado, vender a sua operação no Brasil.

Análise: Grandes construtoras, as únicas sobreviventes à crise que abalou o setor em Portugal

O setor da construção e do imobiliário em Portugal foi arrasado por um verdeiro "terramoto", de grande escala, a que só resistiram as grandes construtoras nacionais, como a Mota-Engil e a Teixeira Duarte. Nos últimos cinco anos, sem obras, nem crédito bancário, e muito endividadas, muitas foram as empresas que desapareceram, entraram em insolvência e foram obrigadas a reestruturar-se e a procurar soluções para continuar respirar à tona.
Construtoras e imobiliárias reclamam 40 mil milhões de fundos comunitários para meter fim à crise no setor

Construtoras e imobiliárias reclamam 40 mil milhões de fundos comunitários para meter fim à crise no setor

Os fundos comunitários de 40 mil milhões de euros que estão planeados para chegar a Portugal até 2020 para investimentos na construção e no imobiliário vão ser a tábua de salvação destes dois setores no país e meter um ponto final na crise em que vivem há mais de uma década. Isso mesmo reclama a CPCI - Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário, num documento estratégico que acaba de elaborar.
Construção: Teixeira Duarte não reduziu trabalhadores em Angola

Construção: Teixeira Duarte não reduziu trabalhadores em Angola

A descida do preço do petróleo afetou bastante a economia angolana. Uma crise que tem repercussões para as empresas portuguesas, nomeadamente as do setor da construção. O Sindicato da Construção de Portugal disse que já regressaram ao país 3.000 trabalhadores desde janeiro, mas a Teixeira Duarte respondeu e revelou que, no seu caso, a diminuição foi residual.

Privados ajudam à recuperação do setor da construção

A recuperação que parece ter chegado ao setor da construção, o mais afetado pela crise, não se deve ao setor público. Sem surpresas, são os privados que estão a puxar pelo investimento na construção, que nos primeiros três meses do ano cresceu 8,5%, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).

Construção no Algarve em queda há uma década regista pior ano em 2014

Depois de um período de ouro na década de 80, a crise na construção insiste em não parar no Algarve. Os edifícios concluídos estão em queda há 10 anos seguidos e 2014 fechou com menos de 650 edifícios acabados, o número mais baixo das últimas décadas e muito aquém do alcançado em 2004, quando foram concluídos cerca de 3.000 edifícios.

Opway está em gestão corrente e é vendida hoje em leilão

A construtora Opway, controlada pela Espírito Santo Internacional (ESI), vai ser vendida hoje (e com urgência) em leilão. As ações estão penhoradas e a empresa não tem dinheiro para pagar os salários de janeiro e para renovar o alvará, correndo o risco de perder a obra adjudicada pela Refer. Anterior presidente (Almerindo Marques) e respeciva equipa da administração cessaram funções e não foram nomeados substitutos.
Construção: crise em Angola deixa em alerta companhias portuguesas

Construção: crise em Angola deixa em alerta companhias portuguesas

As construtoras portuguesas encontram-se em alerta vermelho por causa da situação em Angola, país que teve de apertar o cinto por causa da queda do preço do petróleo. Segundo o presidente da Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas e Serviços (AECOPS), Ricardo Pedrosa Gomes, os efeitos da crise em Angola serão “relevantes na atividade futura”, inviabilizando “a reposição da atual carteiras de obras”.
Construtoras temem paragem de projetos em Angola

Construtoras temem paragem de projetos em Angola

A crise no setor da construção obrigou muitas empresas portuguesas a apostarem na internacionalização, com Angola a ser o destino de eleição. Mas os impactos da queda do preço do petróleo no país, como o adiamento de projetos previstos, estão a preocupar as construtoras nacionais presentes neste mercado.

Teixeira Duarte dissolveu participada dedicada ao imobiliário

A Teixeira Duarte dissolveu uma participada detida a 100% e dedicada à área do imobiliário, a NDGI – Gestão e Investimentos Imobiliário, SA. “A liquidação da NDGI foi executada por transmissão global do seu património para o acionista único TD – SGPS, nele se incluindo 5.570.000 ações representativas de 1,33% do capital social da Teixeira Duarte, SA, as quais transitaram, desse modo por operação realizada fora de bolsa, para a TD – SGPS”, lê-se no comunicado enviado pelo grupo à CMVM.
Construção: há mais confiança e otimismo mas a crise ainda bate à porta

Construção: há mais confiança e otimismo mas a crise ainda bate à porta

O setor da construção foi um dos mais afetados pela crise, senão o mais afetado. Mas essa tendência parece estar a ser ultrapassada e a confiança a subir de tom. Nos primeiros sete meses do ano, “os empresários da construção mantiveram-se otimistas quanto à evolução do setor, com base na carteira de encomendas e numa opinião favorável em relação às perspetivas de emprego”, refere a FEPICOP.
EUA: construção de casas novas abaixo do previsto

EUA: construção de casas novas abaixo do previsto

Estão a construir-se mais casas nos EUA, mas, ainda assim, menos que o previsto pelos analistas. Segundo dados divulgados pelo Departamento do Comércio norte-americano, em março, a construção de novas casas aumentou 2,8% para um ritmo anual de 946 mil imóveis, um valor abaixo das 973 mil unidades estimadas pelos especialistas consultados pela agência Reuters.
Mota-Engil prevê carteira de encomendas superior a quatro mil milhões em 2014

Mota-Engil prevê carteira de encomendas superior a quatro mil milhões em 2014

O presidente da Comissão Executiva do grupo Mota-Engil, Gonçalo Moura Martins, revelou que 2013 foi “o melhor ano operacional de sempre” da empresa. “Temos muito orgulho, muito regozijo”, disse o responsável, em conferência de imprensa, salientando que a Mota-Engil consolidou-se “claramente com uma multinacional”. A construtora obteve, no ano passado, um lucro de 50,5 milhões de euros, mais 24% que em 2012.