FMI: desequilíbrios na habitação em Portugal são estruturais e não cíclicos
O Fundo Monetário Internacional (FMI) considera que o sistema financeiro português permanece resiliente e que o quadro de política financeira é, "de um modo geral, sólido", tendo demonstrado capacidade para absorver uma sucessão de choques adversos nos últimos anos, desde a pandemia até ao agravamen
FMI defende reversão de apoios aos jovens na compra da primeira casa
Os apoios aos jovens para a compra da primeira casa acabaram por aumentar a procura e agravar desiquilíbrios no mercado, pelo que deviam ser retirados, defende o Fundo Monetário Internacional (FMI).
FMI recomenda fim do IRS Jovem devido aos custos fiscais
O Fundo Monetário Internacional (FMI) recomenda ao Governo português que reverta o IRS Jovem, considerando que causa “distorções” e não tem “evidência clara de eficácia” na contenção da emigração.
Apoios aos jovens na compra da casa agravam crise da habitação, diz FMI
Os apoios concedidos aos jovens na compra de casa em Portugal, como a garantia pública do crédito habitação e as isenções fiscais de Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT) e Imposto de Selo (IS), agravam a crise na habitação, conclui o Fundo Monetário Internacional (FMI), sugerindo que os referidos apoios deveriam estar sujeitos à condição de recursos.
Guerra no Médio Oriente: previsões do FMI para a economia mundial
O Fundo Monetário Internacional (FMI) reviu as suas previsões para o crescimento económico global, sublinhando que a continuação do conflito no Irão está a aumentar de forma significativa os riscos para a economia mundial.Em particular, o eventual fecho do Estreito de Ormuz – ponto nevrálgico por on
Crise na habitação afeta economia ao afastar jovens das cidades
A crise na habitação afeta as pessoas e também o crescimento da economia ao afastar jovens dos centros urbanos e travar a produtividade, alertou o diretor do Departamento da Europa do Fundo Monetário Internacional (FMI), em entrevista à Lusa.
Preço do petróleo dispara com guerra no Irão – como fica Portugal?
A nova guerra no Médio Oriente veio testar a economia global, criando novas fontes de incerteza. O Estreito de Ormuz, a principal rota de transporte marítimo de petróleo e gás do mundo, foi encerrado esta semana pelo Irão depois de ter sido atacado pelos EUA e Israel.
Inflação global em 2025: as perspetivas do FMI e os valores
Depois da pandemia provocada pela Covid-19 e da guerra na Ucrânia terem impulsionado a inflação a nível global, como se perspetivam os números em 2025? Segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), prevê-se que a inflação permaneça significativamente acima dos 2% recomendados na maior parte do mundo, mesmo ao longo deste ano.
Economia global atingirá 115 mil milhões de dólares em 2025
Os EUA são a maior economia do mundo há mais de 100 anos e em 2025 vão manter a liderança, com 30,3 mil milhões de dólares. A China (19,5 mil milhões de dólares) também manterá a sua posição - tem sido a segunda maior economia mundial durante 15 anos consecutivos. Juntos, representam mais de dois quintos (43%) do PIB global. Os dados provêm das estimativas do PIB do Fundo Monetário Internacional (FMI) para 2025. Todos os valores são arredondados e em dólares norte-americanos nominais.
Portugal tem sido incapaz de pôr um travão à subida dos preços das casas
Os preços das casas em Portugal subiram muito nos últimos anos, sendo esta uma tendência que tende a manter-se caso a oferta de habitação no mercado não aumente, conforme sustentam vários especialistas. Os indicadores que vêm do exterior apontam para outro dado revelador: Portugal integra um pequeno conjunto de países da OCDE – composto por Luxemburgo, Países Baixos e Alemanha – que no pós-pandemia viu os preços das casas disparar e não está a conseguir por um travão ao fenómeno.
FMI pede que UE remova obstáculos às empresas e crie mais habitação
O Fundo Monetário Internacional apela que a União Europeia aproveite a “nova dinâmica” para se tornar mais produtiva através de reformas europeias e nacionais, para remoção de barreiras às empresas e criação de mais habitação.
Egito vende kms de praias aos Emirados Árabes para sair da crise
O Egito vendeu a área de Ras El-Hikma, local de grande impacto turístico equivalente a 170 milhões de metros quadrados (m2). O país africano cedeu este terreno, que tem 50 quilómetros de praia, aos Emirados Árabes Unidos por 32.100 milhões de euros para fazer face à grande crise económica que o país atravessa. A ideia do comprador é construir casas, locais de entretenimento e atrativos turísticos.
FMI alerta que desinflação lenta ameaça juros altos "ainda mais"
O lento avanço do processo de desinflação global contribui para aumentar as perspetivas de juros mais altos "por ainda mais tempo", o que, por sua vez, aumenta os riscos externos, fiscais e financeiros, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI).
No caso das economias avançadas, a inst
Dívida pública de Portugal deverá cair 58% desde o pico da pandemia
Portugal encontra-se no top dez dos países mundiais que conseguiram, nos últimos anos, mais reduzir a dívida pública: surge na 8ª posição na redução da dívida entre o pico da pandemia, em 2020, e 2029, o último ano das projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI), com uma descida de 58 pontos percentuais (p.p.) do PIB.
Habitação em Portugal: correção dos preços não será repentina, diz FMI
O diretor do FMI para a Europa admitiu no sábado, dia 20 de abril, que a correção nos preços da habitação em Portugal não será repentina e defendeu um aumento da oferta para responder a uma dificuldade que é transversal a outros países.
Em entrevista à Lusa, o diretor do Fundo Monetário Internacion
“Manter juros elevados pode representar um grande risco”, alerta FMI
Os bancos centrais aumentaram significativamente as taxas de juros nos últimos dois anos para combater a inflação pós-pandemia. Mas por que é que alguns países estão a sentir o impacto das taxas mais altas e outros não? A resposta reside, em parte, nas diferenças nas características do mercado hipotecário e imobiliário, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI). E por isso, defende, "continuar a apertar ou manter as taxas de juro elevadas por mais tempo pode representar um grande risco”.
As previsões do FMI para o crescimento do PIB em 2024
O crescimento do PIB e a queda da inflação deixam antever perspetivas mais positivas para 2024, embora permaneça o cenário de cautela nas economias globais, de acordo com previsões do Fundo Monetário Internacional (FMI). No caso de Portugal, antecipa-se um crescimento de 1,5%.
Portugueses são os que mais sofrem com a subida dos juros do BCE
A maioria das famílias que está a pagar crédito habitação em Portugal está a sentir as prestações da casa a subir à boleia da Euribor, uma vez que mais de 80% do stock total foi contratado a taxa variável. E, agora, um estudo do Fundo Monetário Internacional (FMI) revelou que são mesmo os portugueses que estão a pagar mais juros nos empréstimos habitação do que qualquer outro país da Zona Euro (em proporção), na sequência das subidas das taxas de juro diretoras pelo Banco Central Europeu (BCE).
PIB de Portugal a subir até 2028 – é 11º entre 20 países da Zona Euro
O PIB de Portugal deverá crescer 16% entre 2019, ano imediatamente anterior ao aparecimento da pandemia, e 2028, o que coloca o país no 11º lugar do ranking da Zona Euro, ou seja, entre 20 países. Alargando o espetro, a economia nacional ocupa a posição 138, entre 190 países analisados a nível mundial. Em causa estão projeções recentes do Fundo Monetário Internacional (FMI).
FMI alerta que preços das casas em Portugal estão sobrevalorizados 20%
O Fundo Monetário Internacional (FMI) estima que os preços das casas em Portugal estejam sobrevalorizados em 20%, embora estejam a descer, e avisa que os bancos devem preparar-se para eventuais riscos relacionados com incumprimentos no crédito habitação.
Medidas para aliviar juros não solucionam crise habitacional, diz FMI
O Fundo Monetário Internacional (FMI) classifica as medidas do Governo português para aliviar o impacto das taxas de juro no crédito à habitação como “provisórias” e que não solucionam a crise, pedindo que sejam temporárias e dirigidas aos vulneráveis.
“São medidas provisórias, não são uma solução
Quebra no imobiliário comercial traz "riscos" ao sistema financeiro
O imobiliário está a ser posto à prova em Portugal e no mundo, estando o cenário de inflação elevada e altas taxas de juro a contribuir para aumentar os desafios. O alerta é dado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), que no seu mais recente relatório, “Estabilidade Financeira Global”, deixa alguns alertas, quer para o imobiliário residencial quer para o comercial. A entidade avisa que uma possível crise imobiliária pode afetar a estabilidade financeira.
FMI vê economia mundial a crescer 3% e alerta para inflação ainda alta
O Fundo Monetário Internacional (FMI) está ligeiramente mais otimista sobre o crescimento deste ano da economia global e prevê uma taxa de 3%, igual à que também estima para 2024, segundo a atualização das projeções económicas divulgadas esta terça-feira (25 de julho de 2023).
Imobiliário residencial português está mais vulnerável, avisa o FMI
A Comissão Executiva do Fundo Monetário Internacional (FMI) validou a revisão em alta da projeção de crescimento económico de Portugal para 2,6% este ano, mas deixou um alerta para as vulnerabilidades no setor imobiliário residencial, recomendando uma reserva de capital de risco sistémico setorial. A instituição está preocupada com as famílias, sobretudo com as mais expostas ao aumento dos custos de vida, que podem ver os seus orçamentos para pagar contas estrangulados face a uma contínua subida dos juros.
FMI defende reserva de capital na banca para "proteger" o imobiliário
O Fundo Monetário Internacional (FMI) sugeriu a constituição de uma reserva de capital destinada a reforçar a resiliência da banca portuguesa face aos “riscos macrofinanceiros da exposição ao setor imobiliário”. “Para reforçar a resiliência do setor bancário face aos riscos macrofinanceiros da exposição ao setor imobiliário, as autoridades portuguesas poderiam considerar a introdução gradual de uma reserva de capital de risco sistémico setorial, desde que se evitem efeitos pró-cíclicos”, lê-se no relatório da missão do FMI a Portugal ao abrigo do Artigo IV, divulgado esta terça-feira (9 de maio de 2023).